segunda-feira, 8 de agosto de 2016
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André Alves
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17:51
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Saída de Emergência
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"Um império com perigosos aliados e demasiados inimigos. Quatro príncipes determinados a cumprir um destino. Uma rede de intrigas que atravessa gerações. Manter o trono de Acácia poderá revelar-se uma tarefa fatal.Corinn Akaran é a senhora suprema do Império Acaciano do Mundo Conhecido, e o poder parece suavizá-la, até mesmo fazê-la ceder aos jogos do amor. Mas, por todo o lado fervilha a traição e multiplicam-se as conspirações para a derrubar: dos seus alegados aliados numrek até às intrigas em torno da filha de Aliver, Shen, enquanto, do outro lado do mundo, um exército gigantesco se prepara para marchar sobre o Mundo Conhecido e a Liga dos Navios continua a jogar em dois perigosos tabuleiros, disposta a jurar servir qualquer senhor, desde que esse senhor sirva os seus próprios interesses.
Corinn nem pode contar com a sua própria família: a irmã Mena esconde-lhe segredos e Dariel, prisioneiro das Crianças Divinas vai enfrentar uma aventura - novamente contra a Liga dos Navios - que o transformará no corpo e no espírito. Mas Corinn aprendeu a lutar, e não vai hesitar em chamar a si todos os aliados que conseguir, até mesmo aqueles que ninguém imaginava que um dia pudessem voltar."
Boas Leitores!
Mais uma nova opinião, antes do pequeno intervalo que vai haver, esperemos que não de muito tempo. Este é o quarto livro em português da colecção Acácia dos seis existentes. Na edição original são apenas três, mas os nossos são divididos em dois. Ou seja, este é a segunda metade do segundo livro original.
E digo desde já que está bem melhor do que o anterior. Por um lado é normal visto que sendo a segunda metade é onde grande parte da ação se desenrola. Mas não foi só isso que me fez apreciar esta obra.
Houve imensas vezes em que fui surpreendido pela positiva quanto ao enredo. Quando julgava que algo previsível iria acontecer, o autor deu as voltas e espantou-me com as decisões tomadas, o que só por isto já torna melhor a obra no seu geral. O enredo em si, para além das surpresas, também consegue sustentar-se bem e criar várias camadas com vários enredos a acontecer mas sem que haja uma quebra entre eles.
Quanto a personagens, continuamos a ter três protagonistas que são os três irmãos e depois vamos vendo de vez em quando capítulos com outras personagens, por vezes da Liga dos Navios outras de Shen. No seu conjunto funcionam bem. Apesar disso há personagens que não se sente grande empatia. Acho que na edição original, talvez vejamos um desenvolver maior das personagens, visto que está a acontecer no equivalente a dois livros cá.
Estou curioso para saber como é que o autor irá acabar a trilogia, visto que este último volume acabou com o acrescento de mais uma camada de complexidade. Esperemos que consiga dar vazão a tudo e explicar as coisas como deve de ser.
Caso estejam curiosos para saber mais desta colecção, basta clicarem no link: Crítica - Acácia - Outras Terras
Boas Leituras... ;)
7.5/10
André
domingo, 7 de agosto de 2016
"Is becoming a successful manga artist an achievable dream or just one big gamble?Average student Moritaka Mashiro enjoys drawing for fun. When his classmate and aspiring writer Akito Takagi discovers his talent, he begs Moritaka to team up with him as a manga-creating duo. But what exactly does it take to make it in the manga-publishing world?
Is Moritaka and Akito's newest rival also their greatest fan?! The duo is asked to judge a manga contest and the best entry reminds them of their own creations. But who is this mysterious new artist and what are his controversial methods of creating manga?"
Hello bookaholics!
Voltamos aos mangás, e desta vez à saga de Bakuman que já não se lia nada há muito. Este é o décimo quarto volume e aproximamo-nos cada vez mais do fim.
Um volume que me deu vários mixed feelings. Em parte este volume tem alguma qualidade pela história que tem, no sentido que é como um novo arco que traz uma pitada de estratégia a este mundo de Bakuman. Os autores conseguiram, de forma genial, espevitar o lado de justiça e companheirismo dos leitores quando apresentam a nova personagem e o que ela faz.
Uma parte que não estava assim tão boa nisto foi a opinião de outras personagens quanto à actividade da personagem nova. Vemos claramente que existe uma resistência do Moritaka e do Akito, mas quanto aos outros artistas de mangás não se sabe praticamente nada e isso talvez tivesse sido um bom input para a história.
Por outro lado, ao olharmos para o plano geral do enredo, este volume não contribui grande coisa. E como continuará no próximo volume (espero que o arco não ocupe o volume todo, se não acho que acabarão por prolongar demasiado e estragar tudo) provavelmente só nesse volume é que irá dar uma contribuição maior para o plano principal desta saga.
Aconteceram também algumas surpresas agridoces. A aparição de uma personagem que não se via há algum tempo e o desenvolver da personagem nova foram surpresas boas e que fizeram também criar aquele ódio de estimação por elas, uma prova da qualidade destes autores.
Agora só resta esperar pelos próximos volumes e ver o que nos trarão. Caso queiram ver a opinião do volume anterior basta seguirem o link: Crítica - Bakuman vol.13 - Fans and Love at First Sight
Boas Leituras... ;)
7/10
André
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
Publicada por
André Alves
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15:20
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"Felizes Viveram Uma Vez... Ou, pelo menos, assim quis Borralheiro acreditar após ter lido o Perraultimato, o legado da Mãe Gansa, a última voz da razão num mundo que aparenta ter perdido todo o tino. No entanto, Burra, Vasilisa, Capuchinho e Aprendiz, os quatro indivíduos que se juntaram ao jovem na sua demanda em busca da verdade, afiguram-se-lhe como a prova viva de que as coisas são como são e que o mundo é realmente tão ruim quanto parece ser - que não houve finais felizes e que não há nada a fazer para alterar o cruel destino que todos os intervenientes das estórias sofreram.Rodeado por companheiros que tanto o podem matar como ajudar, mas que representam a única protecção com a qual pode contar num mundo que se revela hostil ao virar de cada esquina, Borralheiro atém-se a uma réstia de esperança e faz os possíveis por seguir à risca as instruções enigmáticas que lhe foram deixadas por Mãe Gansa, que o conduzem ao palácio da Rainha da Neve, onde deverão procurar pelo Andersenal, a segunda peça do enigma do Perraultimato. Infelizmente para Borralheiro, não é ele o único que sente que algo de muito errado se passou: um ser misterioso está a matar as personagens folclóricas uma a uma, também ele decidido a retificar aquilo que de errado se terá passado, e os próprios eventos parecem conspirar para que Borralheiro e os seus companheiros encontrem um fim prematuro antes que possam sequer começar a descortinar a verdade. A verdade daquilo que aconteceu ao mundo e, talvez mais importante, a verdade sobre si mesmos..."
Boas Leitores!
Isto por estes lados parece que anda parado, mas não se preocupem, estão várias opiniões em andamento, só falta é o tempo para escrevê-las! Comecemos por esta, este é o segundo livro do que irá ser uma trilogia, segundo o autor, da saga Felizes Viveram Uma Vez.
Esta história é escrita pelo mesmo autor de As Crónicas de Allaryia uma saga com os seus altos e baixos mas no geral boa. O primeiro volume desta trilogia teve uma pontuação positiva, nada de mais e este segundo volume é bastante semelhante.
A edição desta saga mudou, e com ela desapareceram as ilustrações, com pena minha, achava que eram um ponto positivo numa obra que fala de contos infantis mas num mundo um pouco mais obscuro.
O enredo continua do mesmo género do livro anterior, grupo de aventureiros em busca de algo, encontram-no no fim, o que origina por sua vez a ida para a próxima aventura. Por isso não há grande originalidade, e aliás, para quem já leu os outros livros de Filipe Faria já está habituado a este esquema, porque a outra saga teve bastantes deste género.
Os pontos positivos aqui terão de ir para a subtileza com que o autor consegue introduzir as personagens dos contos infantis num mundo bastante distorcido e negro. Mesmo que não haja nomes óbvios como Borralheiro ou Capuchinho, conseguimos perceber outras personagens com ajuda de pequenas pistas que o autor dá.
O último livro será um pouco maior que este visto que os leitores não gostaram tanto desta saga, segundo o autor. Concordo com esta medida, prolongar esta história muito mais iria estragar tudo. Se ele conseguir arranjar a história como deve de ser pode ser que melhore.
Se estiverem curiosos sobre a saga, sigam o link da opinião anterior: Crítica - O Perraultimato
Boas Leituras... ;)
7/10
André
sábado, 30 de julho de 2016
Publicada por
André Alves
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17:28
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"Uma obra verdadeiramente monumental, justamente considerada património universal, descreve as guerras movidas por Napoleão contra as principais monarquias da Europa, dissecando as origens e as consequências dos conflitos e, principalmente, expondo as pessoas e suas vulnerabilidades com uma aguda percepção psicológica. Mais particularmente, o enredo deste romance decorre durante a campanha de Napoleão na Áustria, e descreve a invasão da Rússia pelo exército francês e a sua retirada, compreendendo o período de 1805 a 1820. A partir deste fundo histórico e épico onde se movem mais de 550 personagens, além dos elementos das famílias aristocráticas principais, Tolstói visou criar um retrato realista da sociedade russa de inícios do século XIX, denunciando o preconceito e a hipocrisia da nobreza, ao lado da vida sofrida dos soldados e dos servos. Este quadro presta-se ainda a expor as ideias do autor sobre o sentido da vida e a desenvolver as suas reflexões filosóficas em favor de uma sociedade mais justa e fraterna. Através da sua escrita, sentimos que é o próprio Tolstói que se debate com as suas contradições interiores, que haveriam mais tarde de o levar a procurar na espiritualidade uma resposta aos seus anseios mais profundos. O seu legado literário figura a par do de outros escritores russos do século XIX entre os quais se destacam Dostoiévski, Pushkin, Turgueniev e Tchekov. A presente obra - publicada em quatro volumes - foi traduzida diretamente do russo por Nina Guerra e Filipe Guerra que, pela excecional qualidade do seu trabalho, venceram o Grande Prémio de Tradução Literária APT/Pen Clube Português."Boas Leitores!
Aqui estamos nós, a avançar no terceiro de quatro livros em que esta edição da obra Guerra e Paz foi dividida.
O livro anterior focava-se mais na intriga de corte e como é que as pessoas interagem umas com as outras. Já este versou na invasão de Napoleão e os seus exércitos ao território russo. O autor deu-nos ambas as perspectivas, quer de várias personagens russas que os leitores já conheciam, quer do exército francês.
Algo ainda melhor foi os capítulos em que não havia uma perspectiva de alguma personagem mas sim do autor e de como é que as guerras acontecem, o que as causa ou quais são os factores que acabam por causar os incidentes posteriores. Estes capítulos eram algo que não só esclarecia a situação do momento (uma vez até com uma ilustração da disposição das tropas) como também faziam o leitor questionar-se sobre vários assuntos.
O desenvolvimento das personagens continua refinado. O autor consegue pegar em meia dúzia de personagens e desenvolvê-las e fazê-las passar por todas as transformações mas continuando a ser coerente, não só com a história mas também com a própria personagem, algo que falta a alguns autores.
Acho que o único ponto negativo a apontar são as grandes descrições, que por vezes conseguem aniquilar o interesse do leitor e cansá-lo. Não fosse isso e a confusão de falas noutras línguas que fazem com que a concentração da leitura se perca para ir ver no rodapé as traduções, e acho que o livro seria muito melhor. Não que as falas estrangeiras não sejam boas, acho que adiciona em parte uma camada de complexidade que fica bem, mas naquelas partes onde há imensas dessas falas acaba por criar uma certa confusão.
Este volume consegue manter a qualidade do anterior, agora só falta é saber se o último vai fazer jus a estes dois. Caso estejam curiosos quanto a opinião do livro anterior basta clicarem aqui: Crítica - Guerra e Paz - Livro II
Boas Leituras... ;)
7.5/10
André
sexta-feira, 22 de julho de 2016
Publicada por
André Alves
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20:55
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"Um rei assassinado pelo seu mais antigo inimigo. Um império dominado por um povo austero e intolerante. Quatro príncipes exilados determinados a cumprir um destino. Recuperar o trono de Acácia poderá ter consequências devastadoras.A luta apocalíptica contra os Mein terminou. Uma vitoriosa Corinn Akaran reina no Império Acaciano do Mundo Conhecido. Apoiada no seu conhecimento de artes mágicas do livro A Canção de Elenet, ela reina com mão de ferro. E reconstruir um império desgastado pela guerra não é fácil. Das misteriosas Outras Terras, chegam à corte notícias inquietantes, e Corinn envia o seu irmão, Dariel, como emissário pelos mares tempestuosos das Encostas Cinzentas.
Ao chegar àquele distante continente, este antigo pirata é apanhado numa rede de velhas rivalidades, ressentimentos, intrigas e uma crescente deslealdade. A sua chegada provoca um tal tumulto que o Mundo Conhecido é de novo ameaçado pela possibilidade de invasão - algo que tornaria os anteriores perigos numa brincadeira de crianças. Sem aparentes obstáculos, um novo ciclo de acontecimentos que irá arruinar e remodelar o mundo está prestes a começar..."
Boas Leitores!
O terceiro livro em português da saga Acácia já está aqui no blogue. Este é a primeira metade do segundo livro na língua original. Ou seja em português há seis, do qual este é o terceiro, mas em inglês há 3.
É uma história passada uns anos depois da história dos outros dois volumes. Continua a ter personagens conhecidas como Corinn ou Dariel, mas desta vez o foco está virado para o recobrar do império após uma guerra intensa.
O livro está dividido em basicamente 3 partes, cada uma dedicada a um protagonista. Em todos há altos e baixos. O menos apelativo foi o de Mena, um pouco fraco no enredo, tanto que apareceu relativamente pouco. Os outros dois estão até equilibrados.
Corinn tem a sua intriga de corte que não é muito desenvolvida, mas depois tem uma componente de magia que trás algum mistério até interessante. Dariel tem o factor aventura que acaba por ser um pouco uma desilusão quando chega aos capítulos finais.
Esta parte do Dariel tenho de admitir que se calhar está boa, para quem não leu a saga Anders vai ser um ponto do enredo até original e estranho que poderá atrair os leitores. Mas para mim há alguns pontos em comum para deixar de ter o factor surpresa.
Por outro lado fiquei muito curioso para saber mais da população extinta que há naquele mundo. A interação entre os vários poderes naquele mundo é bem feita sendo que se percebe que antes da guerra que marca os dois primeiros volumes havia um certo equilíbrio entre elas que foi rompido e que fez tudo mergulhar num caos de gente viciada em poder.
As personagens também estão bem desenvolvidas, menos Dariel, acho que lhe faltou algo mais, talvez no volume seguinte consiga criar uma maior ligação com ele.
Se alguém estiver curioso nas opiniões dos livros anteriores, basta seguirem este link: Crítica - Acácia - Presságios de Inverno
Boas leituras... ;)
7/10
André
quinta-feira, 21 de julho de 2016
Qual é a tua resposta quando ouves alguém dizer "eu não leio."?
André: Deixo de ouvir a pessoa. Estou a brincar, pergunto se nunca tentou e tento arranjar pelo menos algum género que a pessoa goste, e pensar em livros bons para essa pessoa dentro desse género (uma vantagem de ler de tudo um pouco). Já consegui converter uma pessoa à bibliofilia, por isso porque não mais?
André: Deixo de ouvir a pessoa. Estou a brincar, pergunto se nunca tentou e tento arranjar pelo menos algum género que a pessoa goste, e pensar em livros bons para essa pessoa dentro desse género (uma vantagem de ler de tudo um pouco). Já consegui converter uma pessoa à bibliofilia, por isso porque não mais?
sábado, 16 de julho de 2016
Publicada por
André Alves
à(s)
10:51
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Saída de Emergência
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"Os Sete Reinos podem chamar-lhe depreciativamente de Duende, mas não passaria pela cabeça de ninguém acusar Tyrion Lannister de ser um tolo. A sua língua melíflua já lhe salvou a vida inúmeras vezes e a sua inteligência refinada deu-lhe muitas vitórias e ainda mais dissabores.Tyrion é odiado e temido pela corte, mas os seus amigos conhecem-no pela lealdade e compaixão que demonstra pelos mais fracos. No palco das intrigas, a sua família é o seu maior inimigo, mas combate-os com uma fina ironia e perspicácia sem rival. A sua irmã que o diga!
Divertido e irreverente, por vezes profundo e sensato, A Ironia e Sabedoria de Tyrion Lannister pode ser um livrinho pequeno como Tyrion, mas as pérolas que contém mostram a grandeza desta personagem, uma das mais memoráveis da literatura fantástica."
Boas leitores!
Mais um livro do famoso escritor George R. R. Martin para juntar às fileiras que estão aqui neste blogue! Uns melhores e outros piores... sendo que este insere-se na última categoria. É um livro isolado, mas claro que os leitores precisam de saber minimamente quem é a personagem Tyrion Lannister da saga A Guerra dos Tronos.
E no fundo o que é este livro? Uma junção de frases ditas por esta personagem. É isto, um resumo fiel ao livro. Simples, sem qualquer interesse. Está claro que há frases boas relativas a várias temáticas, mas não passa disso, de frases que foram ditas nos livros. Ou seja, lerem todos os livros da saga onde esta personagem aparece é igual a lerem este livro.
A não ser que o comprem pelas ilustrações. Essas estão bem feitas sim, apesar de fiéis à personagem da série televisiva e não à do livro, estão engraçadas.
E é isto o livro, não há personagens, não há enredo, não há nada. Acho que o autor deveria pelo menos ter construído um pequeno conto do passado do Tyrion Lannister, talvez compensasse, agora uma colectânea de frases é uma forma muito óbvia e vulgar de ganhar dinheiro à custa dos leitores. Ainda para mais numa altura destas que estas frases podem estar todas muito bem na internet.
Não aconselho a lerem isto, a não ser que vos ofereçam, aí leiam e aproveitem algumas das frases para pensar nelas. Ah e vejam as ilustrações, os méritos para a pessoa que as fez.
Boas Leituras... ;)
2.5/10
André
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