quarta-feira, 29 de junho de 2016
Publicada por
André Alves
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19:10
Etiquetas:
Páginas Desfolhadas,
Saída de Emergência
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"Uma grande mudança social está a afectar toda a humanidade. Os vampiros acabaram de ser reconhecidos como cidadãos. Após a criação em laboratório, de um sangue sintético comercializável e inofensivo, eles deixaram de ter que se alimentar de sangue humano. Mas o novo direito de cidadania traz muitas outras mudanças...Depois do desastre natural do furacão Katrina e do horror criado pelo homem da explosão na cimeira de Vampiros, Sookie Stackhouse vive segura mas atordoada, ansiando que as coisas voltem ao normal. Mas o seu namorado, Quinn, é um dos desaparecidos. E as coisas mudam, quer isso agrade ou não aos lobisomens e aos vampiros do seu canto do Louisiana. Nas batalhas que se seguem, Sookie enfrenta perigo, morte... e, mais uma vez, a traição de alguém que ama. Mesmo que deixe de haver pêlo de lobo no ar e mesmo que o sangue frio dos vampiros deixe de jorrar, o seu mundo não voltará a ser o mesmo..."
Boas leitores!
Vamos lá ver, desta vez só se passaram 3 meses até ler o volume seguinte desta saga! Este é o oitavo volume de treze, cada vez mais próximo do fim!
Não posso esperar muito de obras como esta, no entanto fico sempre com esperança que melhore um bocadinho. Mas continuam a ser sempre mais do mesmo. Uma personagem feminina apaixonada por inúmeros personagens masculinos, sem saber realmente de quem gosta. Passa por imensas dificuldades mas acaba sempre bem à última da hora. Conclusão não há grande profundidade na história.
Se começarmos pela personagem principal vemos que não há mais do que pensamentos superficiais a passar pela sua cabeça, não pensa em muito mais. Por um lado, é suposto ser uma pessoa do dia a dia, mas eu tenho ainda alguma esperança que nem toda a gente seja assim no seu dia a dia. Quanto às personagens que passam pela história, não há desenvolvimento algum, aparecem, dizem algumas coisas e desaparecem até a autora precisar novamente deles.
Pelo menos houve mais acção nesta obra. Apesar de não ser uma acção prolongada, foram dois encontros meio batalha de rua meio guerrilha medieval que passaram-se rapidamente. Se calhar a autora beneficiaria mais de uma única batalha que durasse mais páginas e fosse mais bem construída. Talvez isso aconteça no futuro com a batalha que promete há muito.
O enredo tem mais alguns mistérios e outros a serem resolvidos, no entanto não se pode dizer que haja um grande enredo neste volume em especial. É só uma obra onde acontecem várias coisas que contribuem para vários pequenos enredos.
A sorte é ser um livro pequeno sem uma escrita complexa. Lê-se rapidamente, então para quem está de férias é ainda mais rápido. Caso queiram saber mais da saga, basta seguirem o link: Crítica - Sangue Felino.
Boas Leituras... ;)
4/10
André
domingo, 26 de junho de 2016
"Evil has been defeated... The war has just begun.They did the impossible, deposing the godlike being whose brutal rule had lasted a thousand years. Now Vin, the street urchin who has grown into the most powerful Mistborn in the land, and Elend Venture, the idealistic young nobleman who loves her, must build a healthy new society in the ashes of an empire.
They had barely begun when three separate armies attack. As the siege tightens, an ancient legend seems to offer a glimmer of hope. But even if it really exists, no one knows where to find the Well of Ascencion, or what manner of power it bestows.
It may be that killing the Lord Ruler was the easy part..."
Hello readers!
Já tinha saudades de ler esta saga! Grandes obras deste autor. Para quem não sabe, esta é a saga Mistborn do qual este é o segundo volume do que era uma trilogia e entretanto ganhou uma segunda saga de 4 volumes posteriores à história principal. Até agora a trilogia principal já está publicada em Portugal, são 4 volumes, com o último livro a ser dividido em dois.
Vamos lá analisar esta obra... Assim de forma geral não está tão boa como o primeiro volume. Não sei qual é a maldição dos segundos livros mas têm sempre uma tendência a diminuir de qualidade. Neste caso não foi a escrita do autor que diminuiu de qualidade, essa mantém-se muito boa, capaz de acorrentar o leitor até à exaustão, e fazendo-o sonhar com as magias deste mundo.
O que falta nesta obra é decididamente uma atmosfera mais sombria como o primeiro volume tinha. Este foi muito mais dedicado à estratégia e política, sem grandes intrigas. E apesar de haver alguns capítulos com personagens apreciadas a viajarem dum lado para o outro, nomeadamente para sítios obscuros, o foco principal que era a capital parecia demasiado monótono, apesar de haver um cerco e exércitos como diz a sinopse. Aliás as partes que mais aceleraram o meu coração foram mesmo aquelas que se passaram fora da capital, a ansiedade foi imensa nessas partes com as descrições a combinarem de forma excelente.
Uma característica deste autor é o romance da protagonista, que apesar de não ser aquele romance lamechas, quase nem parece romance ao mesmo tempo. No entanto acho que neste volume foi um tanto ou quanto exagerado, houve imensas partes onde dava por mim exasperado para ver se conseguia passar isso e chegar a partes mais emocionantes. Este é o único ponto que espero que seja melhor no próximo volume.
Apesar disso o resto conseguiu compensar, com um fim bom e ao mesmo tempo um pouco "meh". Mas cria expectativa suficiente para que tenha vontade de ir já ler o terceiro volume e saber o que se passará. Entretanto como não é possível, quem quiser pode ficar com a opinião do primeiro volume e talvez sejam convencidos a lerem! Crítica - The Final Empire
Boas Leituras... ;)
7.5/10
André
quinta-feira, 23 de junho de 2016
Escreves nos teus livros? Realças com marcadores? Em todos os livros ou só em coisas como livros escolares?André: Só em livros escolares, claro. Nesses tenho de ter maior atenção a pormenores, e tenho de verificar certas partes mais frequentemente, logo será mais fácil se conseguir perceber logo onde estão. Mas não há essa necessidade em livros normais... Marcar alguma parte dum livro assim ia spoilar-me se voltasse a lê-lo, porque saberia que estava algo importante ali.
sábado, 11 de junho de 2016
"Thomas Cale anda a fugir da verdade. Desde que descobriu que o seu brutal treino militar tinha um objectivo - destruir o maior erro de Deus, a própria Humanidade - Cale é perseguido pelo mesmo homem que fez dele o Anjo da Morte: o papa Redentor Bosco.Cale é um paradoxo: arrogante e inocente, generoso e desapiedado, temido e venerado por aqueles que o criaram, ele já deu inúmeras provas do seu enorme poder.
Mas agora Thomas Cale está fraco. A sua alma está a morrer. Enquanto as convulsões lhe percorrem o corpo, sabe que o julgamento final não esperará por um rapaz doente. À medida que o Dia do Júizo se aproxima, a vingança de Cale leva-o ao coração das trevas - o Santuário - onde confrontará a pessoa que mais odeia no mundo. Por fim, Cale terá de admitir que é a encarnação da Ira de Deus e decidir se se erguerá contra o Santuário dos Redentores ou se usará as suas capacidades únicas para destruir todas as coisas.
O destino da Humanidade depende da decisão de Cale."
Boas Leitores!
Aqui está o final de outra trilogia, a trilogia O Braço Esquerdo de Deus com todos os seus livros publicados em português!
Várias coisas a falar, comecemos então pela escrita. É um pouco bipolar para o leitor, há vezes em que achei a escrita simplesmente genial e de tal forma boa que conseguia agarrar-me facilmente, mas depois havia partes em que parecia uma tortura ler. E o pior é que não consegui entender o porquê disto acontecer. Havia alguns parágrafos grandes mas não aborrecidos o que até era bom, mas depois alguma coisa lá era má.
Outro pequeno ajuste que faria nesta história, e possivelmente na trilogia toda seria a inclusão de um mapa. É de uma confusão imensa haver nomes de países europeus e depois lugares americanos tudo parecendo estar nas proximidades uns dos outros. E no final do livro isto é explicado, mas para quem desiste a meio da colecção, talvez este tipo de pormenores ajudasse a manter os fans.
E falando em manter os fans outra alternativa que poderia haver seria o ensaio final do autor onde mostra o porquê de escrever esta trilogia ser colocada noutro lado que não o fim. De certa forma faz sentido ser no fim, os leitores chegando a essa parte e vendo a perspectiva do autor pensam "ah sim faz todo o sentido", mas para aqueles que não acabam porque acham que o livro é demasiado confuso, ter esse tipo de ensaios escrito antes talvez dê aquela curiosidade para continuar a ler.
Quanto a personagens, para além do protagonista acho que há um bom desenvolvimento dos seus companheiros principais, apesar de ficarmos sem saber grande parte do tempo de alguns. Tal como o enredo é bom e surpreendente no final, justamente aquilo que o leitor quer para acabar uma trilogia em cheio.
Caso estejam curiosos para saber se hão de ler ou não esta trilogia passem pela opinião dos livros anteriores: Crítica - As Quatro Últimas Coisas
Boas Leituras... ;)
7/10
André
quinta-feira, 9 de junho de 2016
Tens menos livros do que costumavas ter? Mais?
Ou achas que a quantidade de livros na tua biblioteca mantém-se mais ou menos o mesmo de ano para ano?
(E sim, audio-books e livros digitais TAMBÉM contam.)
André: Tenho mais, todos os anos a minha biblioteca privada aumenta, só tenho pena que não seja exponencialmente. E aumenta principalmente nesta altura, visto que a Feira do Livro de Lisboa é uma boa altura para comprar livros bem mais baratos.
Ou achas que a quantidade de livros na tua biblioteca mantém-se mais ou menos o mesmo de ano para ano?
(E sim, audio-books e livros digitais TAMBÉM contam.)
André: Tenho mais, todos os anos a minha biblioteca privada aumenta, só tenho pena que não seja exponencialmente. E aumenta principalmente nesta altura, visto que a Feira do Livro de Lisboa é uma boa altura para comprar livros bem mais baratos.
quinta-feira, 2 de junho de 2016
"Uma ilha inexplorada e uma descoberta capaz de reconfigurar o destino da humanidade.Quando a tripulação e elenco do reality show "Sealife" encontram a inexplorada ilha Henders, no Pacífico Sul, rapidamente percebem que não se trata da Lagoa Azul.
Henders desenvolveu-se num total isolamento do resto do Mundo, densa e habitada pelas mais exóticas e inimagináveis espécies predadoras.
Enquanto os cientistas a bordo do "Sealife" se deslumbram com as descobertas, os políticos decidem se a investigação em curso compensa o risco que as criaturas da ilha podem representar para a Humanidade.
É então que, a horas de se concretizar a destruição total da ilha, é descoberta vida inteligente em Henders, diferente de tudo o que alguma vez foi visto na Terra."
Boas pessoal!
Livro isolado, sem qualquer continuação! Este é o primeiro aviso para quem pensar "nem vou ler porque não quero meter-me em mais uma colecção", podem ler à vontade que não vão aventurar-se em mais sagas.
Acho que este é uma obra que as pessoas que de certa forma estejam ligadas à área de biologia, gostarão de ler. Não que o resto da população odeie esta obra, provavelmente acharão graça, mas não tanta quanto quem estuda biologia. Porquê? Devido a certos conceitos que aparecem, várias teorias (aliás, provavelmente neste aspecto quem não estuda biologia terá maior prazer em ler do que os biólogos que sentir-se-ão um pouco revoltados com o que se diz se não tiverem um espírito fantasioso) e mesmo ilustrações poderão ser pequenos pormenores que agradarão ao leitor.
Quanto a enredo, não se poderá dizer a mesma coisa. Não é grande espingarda como se costuma dizer. Meio policial, meio mistério, não chega a ser um género inteiro. A história tem a sua piada mas não é por aí que o leitor achará a melhor obra de sempre. Acho que os elogios vão para a imaginação e originalidade do autor a criar um ecossistema inteiro e pesquisar para que façam sentido, pelo menos a maior parte das coisas.
Não esperem grande coisa das personagens, até porque como são imensas não houve grande desenvolvimento de cada uma. Aliás o romance aparece nas últimas páginas e é só passado levemente, por isso se não esperam por um romance a sério, sempre podem pegar neste livro.
É um livro curioso de se ler, e de ver a quantidade de ilustrações que tem, que merecem ser congratuladas.
Boas leituras... :)
6.5/10
André
sábado, 28 de maio de 2016
"As Maka and a team of DWMA students slip into Baba Yaga Castle in the guise of Arachnophobian guards, Black Star opts for his usual style of entrance: loud and without a trace of subtlety! But although Black Star doesn't seem to have changed much on the outside, inwardly he has at last found the way to harness the true power of the Uncanny Sword. Will Black Star's transformation be enough? Or will he once again find himself at the mercy of the great swordsman Mifune?!"Hello readers!
E passamos o marco de metade desta saga com o nome Soul Eater. Este é o décimo terceiro volume de um total de vinte e cinco. Não que faça alguma diferença para a história deste mangá, visto que não há um enredo principal como em Bakuman. Este é composto por vários arcos menores, ou como no caso do arco actual, arcos com mais de 5 partes, o que tem as suas vantagens e desvantagens como tudo.
Quanto a parte quantitativa, o volume não mudou muito, tem na mesma quatro capítulos, todos do mesmo arco que o volume anterior, e pelo que parece não sei se acabará no próximo volume. Ou seja este arco deve durar até ao volume quinze. Por um lado é muito bom porque há uma sensação de continuidade e de acumulação de tensão conforme os capítulos vão avançando. Por outro, como só há 4 capítulos por volume, entre volumes há uma quebra um pouco grande de entusiasmo pois os leitores nem sempre compram 3 ou 4 volumes e lêem seguidos. E isto imagino que seja uma tortura ainda maior quando estão a sair nas revistas de mangás, porque este era um dos que saia um capítulo por mês. A tortura que deveria ser nesta altura!
Neste volume apareceu uma vez mais pequenas tiras sobre o mangá ter sido promovido a anime que ocuparam algumas páginas. Não sei se alguma vez falei disto, mas todos os volumes de Soul Eater têm no final algumas páginas sobre um bar com várias personagens, incluindo o próprio autor, neste volume essas páginas foram um pouco em demasia. No início tinha alguma piada, agora é só um pouco aleatório sem ter a piada. Para além de que tira espaço a mais um possível capítulo, que me interessaria muito mais!
Um ponto positivo tem de ser reforçado que são as cenas de acção, até agora tinha havido algumas, mas não sei porquê, só neste volume é que me pareceram estar muito bem feitas quase com a sensação de continuidade, e com isso de maior realidade. Isso compensou um pouco o facto do resto das cenas não ter muito impacto, até a história do Black Star pareceu-me demasiado simples para o que deveria ter sido (pelo menos no anime achei que tivesse ficado melhor, o que com as cenas seguintes de acção já não acho).
Bem, o certo é que terei de esperar para continuar a ler esta saga e perceber como é que este arco vai acabar! Que há uma promessa de grande animação. Caso queiram saber mais sobre esta saga, sigam o link: Crítica - Soul Eater vol.12 - Souls, Yet Hidden, Quite Obscure
Boa Leitura... ;)
7/10
André
André
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