quinta-feira, 12 de maio de 2016
O que é que fazes com os livros que eliminas da tua biblioteca? Se fores como eu, tu achas isto MUITO difícil, mas tu queres que os teus livros velhos tenham uma vida boa e feliz algures... portanto para onde os mandarias? O que fazes com eles?
André: Eu pura e simplesmente não me vejo livre dos meus livros, é a melhor solução! Se gosto assim tanto deles porque é que tenho de os deitar fora? Mas não, já houve algumas vezes que vendi livros da minha biblioteca pessoal, mas isso foi apenas porque decidi adoptar a colecção inglesa ou razões semelhantes e portanto não faria sentido ter dois livros iguais. Mas decidi vendê-los, esperando que ao menos que tivessem tanto prazer a lê-los como eu.
André: Eu pura e simplesmente não me vejo livre dos meus livros, é a melhor solução! Se gosto assim tanto deles porque é que tenho de os deitar fora? Mas não, já houve algumas vezes que vendi livros da minha biblioteca pessoal, mas isso foi apenas porque decidi adoptar a colecção inglesa ou razões semelhantes e portanto não faria sentido ter dois livros iguais. Mas decidi vendê-los, esperando que ao menos que tivessem tanto prazer a lê-los como eu.
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Qual é a utilidade mais única que deste a um livro? (Bloco improvisado para travar portas? Isolamento? Blocos de construção?)André: Para além de lê-los? Usei-os para pousar outros objectos. Só aconteceu quando estava a mudar as centenas de livros das estantes, tirei-os empilhei-os no chão e o resto das traquitanas eram postas em cima das pilhas de livros, de resto, raramente estão no chão... Eles pertencem é nas minhas mãos!
quarta-feira, 4 de maio de 2016
Publicada por
André Alves
à(s)
19:17
Etiquetas:
Páginas Desfolhadas,
Saída de Emergência
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"Seth quer ficar com Aislinn para sempre. Mas a eternidade ganha um novo significado quando a nossa namorada é uma rainha das fadas imortal... O Rei do Verão tornou Aislinn imortal para fazer dela monarca e agora ela enfrenta desafios e tentações muito para além do que alguma vez imaginara.No terceiro livro desta hipnotizante saga do Mundo das Fadas, Seth e Aislinn lutam para se manterem fiéis a si próprios e um ao outro. Num ambiente de regras obscuras e fidelidades voláteis, onde os velhos amigos se tornam novos inimigos, um passo em falso pode fazer com que a Terra mergulhe no caos."
Boas Leitores...!
Aqui estamos para dar a opinião do terceiro livro desta saga de cinco, dos quais os primeiros quatro foram publicados cá em Portugal, mas o quinto ficou um pouco à margem, como muitas outras colecções, infelizmente. Apesar do segundo volume já ter sido lido há 2 anos e pouco, a ver se consigo ler a quarta obra ainda este ano também.
Falemos primeiro do enredo, está mais ou menos, o enredo geral está um pouco previsível, no entanto há certos pormenores ao longo da história que não tinham assim tanta previsibilidade. Principalmente alguns dos momentos finais que esperei que acabasse de forma mais melodramática e não foi assim tanto, e ainda bem! Mas não é um enredo assim muito forte, até porque apesar de termos um pouco a noção do que outras personagens importantes pensam, não vemos o que fazem quando não estão com os protagonistas, o que é um pouco essencial.
E aproveitando, passo agora para as personagens, o que dizer delas? Algumas irritantes e sem qualquer piada de carácter. Outras, que por acaso apareceram pouco, foram das que mais me interessaram e agarraram pela complexidade e mudança que sofrem. A autora conseguiu fazer uma boa transição na personalidade de uma das personagens quando sofre uma mudança. Não foi algo que fosse descabido, mas sim com alguma lógica e razão.
O romance é que não era nada dos pontos fortes da autora, não houve qualquer empatia criada pelo amor sentido por certas personagens. Era igual amar um ou outro, os leitores não sentem grande coisa quando não é bem descrito ou quando é um pouco superfícial.
Relativamente ao volume anterior, está um pouco melhor, porque manteve a história com as personagens do primeiro livro e até trouxe um conto pequeno com uma pequena história de algumas personagens que aparecem no segundo. Quase como que um pequeno presente aos leitores! Caso queiram ver a opinião do volume anterior desta saga é só clicarem no link seguinte; Crítica - Wicked Lovely - Tatuagem
Boas Leituras... ;)
6/10
André
quarta-feira, 27 de abril de 2016
"China Miéville delivers his most accomplished novel yet, an existencial thriller taken to dazzling metaphysical and artistic heights.When the body of a murdered woman is found in the extraordinary decaying city of Beszel, somewhere at the edge of Europe, it looks like a routine case for Inspector Tyador Borlú of the Extreme Crime Squad. But, as he probes, the evidence begins to point to conspiracies far stranger, and more deadly, than anything he could have imagined. Soon his work puts him and those he cares for in danger, and Borlú must travel to the only metropolis on Earth as strange as his own, across a border like no other."
Hey readers!
As semanas passam rápido demais quanto à leitura, e como tal os livros vão sendo lidos devagar. O que não é mau, este é um exemplo disso! Livro isolado, do mesmo autor de Un Lun Dun que foi lido há relativamente pouco tempo. No entanto esta obra foi vencedora de um dos melhores prémios de fantasia/ficção científica que são os prémios Hugo e foi dos nomeados para os prémios Nebula.
Será que toda esta comoção dos prémios à volta desta obra é justificada? Em parte sim, é uma obra estranha, mas interessante. Ao jeito de China Miéville, pelo menos do outro livro que li dele, deixa os leitores no início um pouco baralhados pelo facto da história parecer passar-se num mundo igual ao nosso, mas depois haver vários elementos completamente contrários ao que se espera. Durante toda a história, o leitor tem a sensação que está numa qualquer cidade da Europa, igual a tantas outras, mas depois parece que não é de todo este planeta.
O enredo por isso torna-se interessante, introduz conceitos como "desver" algo que o leitor não percebe bem ao início mas acaba por entranhar o conceito e até entender que por vezes isso acontece no nosso mundo. E isso é uma parte boa de toda a obra, é que no fundo há várias pontes entre este livro e o nosso mundo e que mostram a natureza humana.
Quanto a nível de personagens, foi um pouco fraco. Tirando o protagonista, não se criou qualquer outra ligação com as personagens. Isso reflectiu-se depois no final da história, onde um policial atinge o climáx quando se descobre o culpado por detrás de tudo e o leitor fica "ah ok, então era este" que foi um pouco o que senti.
E finalmente, o outro ponto menos bom foi o de ter sido um policial. Houve partes que eram consideradas ficção claro, mas a obra em si consideraria um policial e não uma obra de fantasia ou ficção científica.
Apesar disso, não deixa de ser uma obra muito boa e que aconselho a lerem, é pena não termos edições em português, pelo que terão de se contentar em ler noutra língua.
Boas Leituras... ;)
8/10
André
domingo, 17 de abril de 2016
"As one young witch flees Death City, another has come back to DWMA hoping to strike a deal with Shinigami-sama. Medusa has already proven herself a traitor to the school, but the information she offers is critical to DWMA's efforts to take down Arachnophobia and curb the spread of madness. Can Medusa be trusted to lead a team of students into the heart of enemy territory?!"Hello readers!
Bem aqui está o décimo segundo volume desta grande saga que já está a ser seguida há muito tempo!
Parece que as opiniões que tenho sobre esta saga vão subindo e descendo conforme os volumes, tal como o número de capítulos por volume oscila. No anterior eram cinco, desta vez voltaram a ser quatro. Quanto ao conteúdo de cada capítulo, no anterior para além de arcos havia também um capítulo solto com objectivo de desanuviar um pouco a leitura. Neste volume houve um arco (que não chegou a acabar, foram 3 capítulos e continuará no próximo) e um capítulo inicial que apesar de ser solto, acharia mais apropriado a estar junto com os capítulos seguintes.
Mas não me julguem mal, o volume está bom, e este arco está a preparar-se para ser algo estrondoso. Estes três capítulos foram um acumular de situações que acaba num cliff hanger muito bom e que espevita um pouco o leitor e a sua vontade de ler mais. Principalmente quando se trata do Black Star.
Desta vez não houve quase nenhum fanservice pelo menos nenhum demasiado óbvio, e digo isto mesmo havendo cenas com rabos à mostra! Sim sim, esta foi a prova de que nem sempre uma cena de nudez é uma cena descaradamente para atrair fans.
Uma possibilidade que não falei ainda para a falta de um quinto capítulo pode ter sido devido aos extra que este volume teve. Pelos vistos deve ter sido com a saída deste volume que o mangá passou a ser animado, como tal eles tiveram vários contos pequenos desenhados por outras pessoas a comemorar este facto. Alguns deles eram bem engraçados outros nem por isso, havia de tudo no fundo. Mas acho que mesmo assim preferia ter tido mais um capítulo da história do que isso.
Agora vamos lá ver quando terei oportunidade de ler mais desta história que está a tornar-se muito boa e está a chegar ao final da sua semelhança com o anime. Caso queiram saber mais sobre o volume anterior, basta seguirem o link: Crítica - Soul Eater vol. 11 - Face Up! Eyes High! Blaze Your Souls!
Boas Leituras... ;)
7/10
André
quinta-feira, 14 de abril de 2016
O meu adorado cão Chappy de 14 anos e 9 meses morreu. Que livros sugeres para me distraírem? Algo implacavelmente animado? Algo profundo e com significado? Algo simples, como comida de conforto?André: Esta pergunta é muito difícil porque depende de pessoa para pessoa, não sei se alguém iria conseguir abstrair-se com uma leitura muito simples e feliz. Tenho a certeza que aconselharia a certas pessoas lerem o famoso livro Marley & Eu porque quem já o leu sabe perfeitamente que não é só uma história triste de um cão, mas sim a relação que os cães têm com os seus donos e como são companheiros para toda a vida. É muito emocionante, mas para quem tem cães acho que é uma leitura de conforto ao mesmo tempo.
terça-feira, 12 de abril de 2016
"A sociedade de fações em que Tris Prior acreditava está destruída – dilacerada por atos de violência e lutas de poder, e marcada para sempre pela perda e pela traição. Assim, quando lhe é oferecida a oportunidade de explorar o mundo para além dos limites que conhece, Tris aceita o desafio. Talvez ela e Tobias possam encontrar, do outro lado da barreira, uma vida mais simples, livre de mentiras complicadas, lealdades confusas e memórias dolorosas. Mas a nova realidade de Tris é ainda mais assustadora do que a que deixou para trás. As descobertas recentes revelam-se vazias de sentido, e a angústia que geram altera as vontades daqueles que mais ama.
Uma vez mais, Tris tem de lutar para compreender as complexidades da natureza humana ao mesmo tempo que enfrenta escolhas impossíveis de coragem, lealdade, sacrifício e amor.
Convergente encerra de forma poderosa a série que cativou milhões de leitores, revelando os segredos do universo Divergente."
Boas Leitores!
Mais uma colecção acabada! Esta foi fácil, uma trilogia, em que este é o último volume. Existe ainda um quarto livro que se passa neste mundo, com o nome Quatro que conta exactamente histórias da personagem Quatro. Quanto ao que disse na opinião do volume anterior, não, não consegui ler o livro antes de ver o terceiro filme. É essa a minha tarefa agora para ver se está fiel ou não.
O enredo deste terceiro e último volume não é grande coisa. Uma troca e baldroca de um lado para o outro em que as personagens ficam duzentas páginas a decidir fazer uma coisa, depois outra, depois de volta à primeira e andam neste vai e volta interminável sem que se tome uma decisão, a não ser no final do livro. Esse foi um problema que houve no volume anterior e que se manteve.
Outro problema que houve foi a introdução da perspectiva do protagonista masculino da saga, Quatro. Os capítulos eram intercalados com a perspectiva dele e a de Tris, até agora nada de mal, e até poderia contribuir para uma obra melhor. Mas não quando às vezes os capítulos têm 2 ou 3 páginas e então a troca entre personagens acaba por confundir um pouco o leitor. Os capítulos maiores tinham não só a vantagem de não confundir tanto o leitor como também de fazê-lo criar um laço mais forte com as personagens ou entender o seu desenvolvimento psicológico.
O final da saga foi ao mesmo tempo surpreendente mas fraco. Foi surpreendente por não ser a via que normalmente os autores deste tipo de livros toma, mas foi feito de uma forma um pouco fraca, como se tivesse sido uma escapatória a ter de inventar um enredo mais complexo, senti-me bastante dividido no final entre o bom e o mau.
Este volume subiu um pouco em relação ao anterior, mas para final da saga deixou mesmo muito a desejar em vários aspectos. Caso queiram ver a opinião do livro anterior, basta seguirem o link: Crítica - Insurgente
Boas leituras... ;)
3.5/10
André
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