quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
Publicada por
André Alves
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20:32
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Saída de Emergência
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"Krynn prepara-se para a batalha decisiva contra os servos de Takhisis, a rainha das Trevas. Os nossos companheiros têm em seu poder as misteriosas e mágicas orbes e lança de dragão, mas será isso o suficiente para resistirem às forças da escuridão?Uma batalha ainda maior encontra-se por travar no coração de cada um dos heróis. Tanis está dividido entre a perigosa Kitiara e o amor incondicional de Laurana. Raistlin prossegue a sua demanda por mais conhecimento e poder entre os magos de Krynn, mas o preço a pagar é elevado e poderá não sobreviver. Saberá Caramon, o seu irmão, até onde vai a ambição de Raistlin? Tasslehoff aprende, pela primeira vez, a sentir medo pelos seus amigos.
Com o alvorecer, novos segredos e traições, mas também grande coragem e sacrifício, serão revelados. Os deuses são testemunhas de que nada voltará a ser o mesmo em Krynn."
Boas Leitores!
Outra saga acabada! Ultimamente têm sido bastantes as sagas a terem um término (algumas ao final de anos e anos) aqui no blogue. Isto só dá oportunidade de entrada de novas obras! Mas por enquanto foquemo-nos nesta. Último volume desta trilogia, que mostra ser não a única saga que se passa no mundo de Dragonlance, mas a única publicada em português por enquanto.
Então que dizer do final da trilogia? Acho que esta é daquelas que vai melhorando pouco a pouco, o primeiro foi o que menos gostei e este terceiro deve ter sido o melhor. Mas o aumento de qualidade não foi completamente linear, a qualidade melhorou muito mais do primeiro para o segundo do que do segundo para o terceiro. O que quer isto dizer? Que o terceiro está apenas um pouco melhor do que o segundo, o que é mau sinal visto este volume ser o final da história deveria assoberbar-me de maneira estrondosa que me fizesse ficar de boca aberta o tempo inteiro.
Houve um ou dois momentos que fiquei surpreso, não esperava que certas coisas acontecessem e aconteceram, por outro lado era muito previsível que outras pequenas partes fossem suceder-se. Houve um certo balanço entre imprevisível e previsível.
Houve várias personagens que tiveram um grande desenvolvimento ao longo da obra, mas diria que houve três que permaneceram apáticas nesse aspecto, pareceu que eram apenas adereços necessários para certas partes do enredo.
E já que pegamos no enredo, está bom ou mau? Interessante e digno de por um sorriso no fim da leitura, é o que consigo descrever, não só pela curiosidade que deixa mas também pelas descobertas (não muito surpreendentes) do final.
Como já disse a diferença entre este e o segundo é subtil, mas este está um bocadinho melhor (pensem como se estivesse mais perto do 7,5 do que do 7). Se quiserem saber mais sobre a saga, então basta clicarem no link seguinte: Crítica - Dragões de uma Noite de Inverno
Boa Leitura... ;)
7/10
André
domingo, 7 de fevereiro de 2016
Publicada por
André Alves
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18:26
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Saída de Emergência
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"Numa aldeia vizinha da cidade de Visão ninguém conhece o sabor da mágoa e da angústia, mas essa comunidade, aparentemente idílica, esconde um segredo tenebroso. Quando era pequena, Nalah não percebia porque a mandavam levar um bolo à menina muda a quem chamavam «A Voz» sempre que se sentia mal. Sabia apenas que isso a ajudava a melhorar. Já crescida, desvenda esse mistério e anseia por fugir da aldeia opressiva onde sempre viveu. Só depois de visitar a cidade de Visão e de conhecer o Templo das Mágoas, compreende o que tem de fazer para se libertar..."
Boas Leitores!
Apareceu por aqui um livro isolado de Anne Bishop. Pequeníssimo, não chega a cem páginas parece mais um conto do que propriamente um livro. Tenho de afirmar que o seu tamanho de bolso também não ajuda.
Mas afinal que conto é este? Uma pequena história do mundo Efémera, mundo esse onde Sebastian e Belladona têm as suas ações. Não há muito que se possa dizer deste livro dado o seu pequeno tamanho mas vou tentar falar dos seus pontos bons e maus.
A escrita é simples mas não simples ao ponto infantil, aliás tem algumas metáforas (que por vezes deixam de ser metáforas para passarem a ser comparações reais) muito boas e que fazem sentido na história e até no nosso mundo.
Quanto ao enredo, para cem páginas não podia pedir-se muito, sinto que havia imenso que podia ser explorado e descrito com melhor cuidado, não diria num livro de 400 páginas, mas se calhar 200 tornariam a obra muito melhor. Principalmente na área das personagens, não há muito desenvolvimento, apesar de se passarem anos na história, não sabemos muito da protagonista e no final ficamos sem saber muito também.
E acho que esse é o ponto fraco deste conto, por ser tão pequeno e pouco descritivo não há qualquer ligação com o leitor, mesmo havendo partes chocantes e revoltantes não são ao ponto de atingir aquele que lê a obra.
Foi bom para matar aquele bichinho de Anne Bishop (e das suas obras boas, não tanto daquelas que li por último) e aconselho àqueles que gostam da autora.
Boas Leituras... ;)
7/10
André
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
Publicada por
André Alves
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19:54
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Saída de Emergência
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"A Senhora Mara dos Acoma sente-se segura e em paz, e pela primeira vez na vida longe dos seus inimigos - até que uma tentativa de assassinato que lhe é dirigida acaba por matar o seu filho e herdeiro. Cercada por espiões e casas rivais, e perseguida por uma irmandade secreta de assassinos impiedosos, Mara enfrenta o desafio mais letal com que alguma vez se deparou.Mas os seus planos de vingança pela morte do filho são rapidamente gorados pela Assembleia de Magos, que detém o poder real do Império e mantém a população dócil e domesticada, além dos terríveis Mantos Negros, que encaram Mara como a ameaça suprema ao seu poder ancestral. Em busca de aliados para assegurar a justiça e paz para o império, Mara tem de viajar para lá das fronteiras da civilização, desvendando antigos segredos até às colmeias dos estranhos Cho-ja. Reunindo toda a sua coragem e astúcia, Mara levará a sua maior batalha em nome da sua vida, do seu lar e do seu império."
Boas leitores!
Pois é, o último volume da Saga do Império está finalmente terminada! Após três grandes livros chegamos por fim ao quarto para nos depararmos, não com o espectáculo brilhante que eram os volumes anteriores, mas para um desapontamento brutal que é este grande volume de quase 700 páginas.
Não só por ter um ritmo bem mais lente do que antes, o primeiro terço do livro é passado numa letargia de morrer de aborrecimento. Não achei que a protagonista Mara fosse tornar-se tão sem qualquer piada ou interesse, mesmo nos volumes anteriores quando o romance começou a aparecer, temi pela história, mas isso revelou-se um bónus ao livro e foi muito melhor do que o que aconteceu neste volume.
Dei por mim várias vezes a pensar se não estaria a ler um livro da saga Kushiel pela semelhança de enredo. A política e os estratagemas pensados ao pormenor não aparecem aqui como antes, é mais um jogo de dois jogadores em vez de uma competição de vidas entre duas grandes Casas com várias apostas em jogo.
As viagens constantes da protagonista são, uma vez mais, semelhantes à saga que referi antes. A única coisa realmente interessante é que este volume fala mais sobre a magia daquele mundo. Isto não tinha acontecido nunca (a não ser com a saga O Mago) o que por um lado foi bom descobrir mais coisas sobre este assunto (mas não esticado ao ponto de 700 páginas).
O ponto positivo final desta obra foi a ação final, foi bem escolhida e o duo conseguiu acabá-la de maneira muito boa, em que dá uma satisfação plena ao leitor. Não que isso não tivesse acontecido já, pois como se lembram a minha opinião do terceiro livro desta saga era que não saberia onde é que os autores iriam pegar visto que parecia que a história tinha acabado ali. Se calhar, deveriam mesmo ter acabado em vez de tentarem prolongar algo que não deviam.
Tenho de dar o crédito por estar bem construído, mas são prejudicados pelo "enchimento de chouriços" desnecessário. Caso queiram saber mais sobre os livros anteriores, basta seguirem os links: Crítica - A Serva do Império Vol.2
Boas leituras... ;)
5/10
André
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
Tens múltiplas cópias de algum livro? Porquê? É o formato? O tamanho? Só porque amas esse livro?André: Não tenho múltiplas cópias de um livro, mas já cheguei a comprar o mesmo livro duas vezes para poder ter as capas todas com o mesmo formato. Odeio ter sagas que estão com estilos de capa diferentes conforme os seus volumes. Sim é um pouco de um distúrbio obsessivo-compulsivo.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
"Is becoming a successful manga artist an achievable dream or just one big gamble?Average student Moritaka Mashiro enjoys drawing for fun. When his classmate and aspiring writer Akito Takagi discovers his talent, he begs Moritaka to team up with him as a manga-creating duo. But what exactly does it take to make it in the manga-publishing world?
With Hattori, their former editor, helping out again, Moritaka and Akito do everything they can to make their new series the best it can be. Moritaka works on the character designs while Akito tries to come up with the perfect names for the characters and the series itself. But when it debuts in Weekly Jump magazine, can it take the top spot?!"
Hello readers!
Aqui estamos reunidos, com o décimo primeiro volume de vinte existentes desta saga.
Deixei várias questões em aberto na opinião do volume anterior, algumas delas foram respondidas, bem ou mal.Para além disso apareceram novas perguntas, algumas um pouco negativas, que podem não ser respondidas por já me ter esquecido em parte do anime quando o vi.
Este volume baseou-se principalmente (como diz no título e na sinopse) no desenvolvimento das personagens da nova série deles. Reparou-se também que são várias capítulos dedicados ao desenvolvimento das capacidades dos protagonistas da saga.
Já assuntos como a comédia foram relegados para trás com a seriedade a tomar uma nota maior ao longo desta parte do enredo, tratando-se de partes importantes do mangá.
Uma vez mais a promessa é quebrada (SPOILERS) e Mashiro vê outra vez a sua amada e chegam a ficar bastante tempo juntos. Acho que este tipo de coisas faz com que se perca aquela magia essencial da promessa inquebrável de cumprirem os seus sonhos que serviu como catalisador de toda a história.
Por outro lado houve finalmente parte da série que os protagonistas estavam a fazer que é explicada e um pouco desenhada neste volume. Pelo menos vemos o que dá início a um arco do mangá deles "PCP" e como fomos vendo o desenvolvimento das personagens poderíamos imaginar com mais facilidade como seria.
Agora os próximos volumes ditarão como é que eles se sairão nesse arco e se serão bem sucedidos (que aposto que serão, se não a série acabaria com 12 volumes em vez dos 20 que tem). Estou curioso para saber pelo menos como é que serão as pontuações deles ao longo do arco e o que acontecerá depois do final dele.
Se quiserem saber mais sobre este mangá, então basta irem clicando nos link's de cada opinião: Crítica - Bakuman vol.10 - Visualization and Imagination
Boas Leituras... ;)
6/10
André
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
Publicada por
André Alves
à(s)
14:26
Etiquetas:
Páginas Desfolhadas,
Saída de Emergência
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"Os nossos heróis venceram uma batalha, mas não venceram a guerra pelo destino de Krynn. Os servos de Takhisis, a rainha dos Dragões, estão de volta e os povos de todas as nações precisam de lutar para salvar os seus lares e manter a própria liberdade. Mas há muito que as raças estão divididas pelo ódio e preconceito. Guerreiros elfos e cavaleiros humanos lutam entre si e a guerra parece estar perdida antes de começar.Forçados a separarem-se pelos acontecimentos, passará ainda algum tempo antes que os nossos heróis se reencontrem. Perseguidos por estranhos sonhos e profecias sinistras, o grupo parte em busca das misteriosas e lendárias orbe e lança do dragão.
Conseguirão, juntos, fazer frente às trevas? E será possível para um cavaleiro caído em desgraça, enfrentar, à pálida luz do inverno, as forças de Takhisis?"
Boas leitores!
Aqui estamos a retomar uma trilogia que foi iniciada já há algum tempo. Mas felizmente vai ser terminada rapidamente, visto que o segundo volume está lido e o terceiro está a caminho! Como podem perceber, esta trilogia tem todos os seus volumes publicados em Portugal.
Comparando com a crítica que fiz ao volume anterior tenho a dizer que esta obra melhorou um pouco a avaliação que tinha da trilogia. Este livro já está mais interessante com um enredo um pouco mais complexo e com um desenvolvimento das personagens mais aprofundado.
Desta vez a dupla de autoras conseguiu em poucas páginas entranhar o leitor na cabeça das personagens e perceber quais eram os medos/desejos mais profundos de cada uma, o que ajuda imenso os leitores a criarem ligações emocionais com os protagonistas.
Como se não bastasse o enredo também ficou melhor, deixou de ser apenas um conjunto de aventuras (apesar de ainda ter algumas indicações disso que tornam-se um pouco aborrecidas) para passar a ser uma história contínua em três livros com um perigo cada vez maior e, portanto, um suspanse colado ao ar da história que vai aumentando conforme a obra se vai desenrolando.
Houve apenas alguns pontos negativos que se focaram mais nos supostos pontos altos de surpresa, que não foram assim tão surpreendentes, até um pouco previsíveis. No entanto, não sei dizer o que teria sido melhor para que estes pormenores tivessem sido tornados completamente inesperados. Acho que o que deu de si foi a contínua indicação que algo estava para acontecer. Em vez de acontecer duma vez, sem qualquer aviso.
Está um pouco melhor do que o anterior, mas continua sem ser uma obra excelente e obrigatória. Talvez essa pontuação seja para o terceiro volume. É esperar para ler. Se entretanto quiserem saber sobre a opinião do livro anterior é seguirem o link: Crítica - Dragões de um Crepúsculo de Outono
Boas Leituras... ;)
7/10
André
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
"Sob a Universidade há um lugar escuro. Poucas pessoas sabem da sua existência: uma rede descontínua de túneis antigos, corredores serpenteantes e salas abandonadas. Ali, no meio desse local esquecido, situado no coração dos Subterrâneos, vive uma jovem.O seu nome é Auri, e é uma jovem cheia de segredos.
A Música do Silêncio é um vislumbre breve e agridoce da sua vida, uma pequena aventura só dela. Ao mesmo tempo alegre e inquietante, esta história oferece-nos a oportunidade de ver o mundo pelos olhos de Auri. E dá-nos a oportunidade de conhecer algumas coisas que só ela sabe...
Neste livro, Patrick Rothfuss leva-nos ao mundo de uma das personagens mais enigmáticas da série "A Crónica do Regicida". Repleto de segredos e mistérios, A Música do Silêncio é uma narrativa sobre uma jovem ferida a tentar viver num mundo destruído."
Boas Leitores!
Hoje trago-vos uma obra que me surpreendeu de maneira diferente. Não posso dizer que foi uma surpresa daquelas que fazem-nos explodir de emoções como uma criança que acaba de saber as melhores novidades de sempre. Não, este livro foi uma surpresa agradável que de alguma forma consegue tocar-nos em partes da alma que desconhecíamos e que não julgávamos existirem, de uma forma simples e suave.
Estou a falar duma obra que só por ser de Patrick Rothfuss já esperava que fosse uma grande obra! Assumo que pensei várias vezes que este livro fosse só para empatar a sua escrita da saga original, mas fico muito contente por tê-lo feito. É um livro que só acrescenta complexidade à história, que ajuda o leitor a compreender uma das personagens mais estranhas/peculiar.
A escrita foi feita de uma forma que no início estranhei e lia a pensar "mas que raio?". Depois, passadas umas páginas foi como se sempre tivesse lido e entendido do que Auri falava. Sim porque esta obra só tem uma personagem, Auri, não há diálogo entre ela e outras personagens. Apenas ela e a Subcoisa.
Se estão curiosos para saber quem ela era, ou o que levou-a a chegar àquele estado então não vão obter muito nesta obra. É certo que houve uns pormenores discretos que possam ter desvendado muito mais do que se fosse ela a dizer a alguém, deu até uma sensação de que estávamos a entrar demasiado na privacidade dela sem querer, mas logo o leitor pode recuar para a vida normal de Auri.
As ilustrações que acompanham o livro ajudam imenso a visualizar todas as cenas que são descritas, para além de darem um toque de melancolia e mistério ao ambiente.
É um livro pequeno que conta uma semana. Tal como o autor diz na nota, a maior acção que há neste livro é a protagonista estar a fazer sabão. No entanto, tal como autor diz também, esta história é para todas as pessoas ligeiramente quebradas que existem por aí. Não aconselho a sua leitura para quem nunca leu os outros livros do autor, e só por isso não digo que é de leitura obrigatória (apesar dos livros da saga A Crónica do Regicida serem!
Boas Leituras... ;)
9.5/10
André
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