domingo, 27 de dezembro de 2015
"Is becoming a successful manga artist an achievable dream or just one big gamble?Average student Moritaka Mashiro enjoys drawing for fun. When his classmate and aspiring writer Akito Takagi discovers his talent, he begs Moritaka to team up with him as a manga-creating duo. But what exactly does it take to make it in the manga-publishing world?
Moritaka and Akito will need to come up with an amazing new manga idea if they ever hope to get back into Weekly Shonen Jump magazine, and they only have six months to do it! But with Hattori, their former editor, helping behind the scenes, the duo might have everything in place to create the perfect story."
Hello readers!
Aqui temos o décimo volume de Bakuman! Finalmente atingiu-se metade deste mangá! Só falta a outra metade e poderá partir-se para uma nova saga.
Mas por enquanto, convém mantermo-nos nesta. Que ao chegar a metade da sua história parece também atingir um marco definitivo. Após imensos volumes de trocas e baldrocas com séries e one-shot e várias outras coisas, os protagonistas parecem chegar à corrida final para terem uma série estável. E é essa a questão que fica no final do volume, será que conseguirão, ou não? Parece a mesma pergunta que se faz ao final de todos os volumes, resultando numa aparente falta de enredo.
Mas não. Alguns volumes são de facto como disse, mas este desenvolve-se de maneira boa com entusiasmo e comédia à mistura mas sem ser demasiado. Lê-se muito bem, principalmente quando os protagonistas andam em missões secretas ou crimes perfeitos. Foi um momento de nostalgia de quando se é criança e que faz os leitores sorrirem sempre.
Como disse acho que este volume marcará um ponto onde o mangá deixará de envolver a história na ansiedade de ter uma série ou não, mas de manter a série e chegar ao anime, o objectivo de ambos os protagonistas. Se vão chegar lá com esta série? Isso é uma boa questão, a que gostarei de ver respondida. Tal como gostaria de ler o mangá que eles fizeram, como todos os outros despertou-me a curiosidade.
Se a vocês é esta a série a despertar-vos a curiosidade, então basta seguirem o link para verem mais: Crítica - Bakuman vol.9 - Talent and Pride
Boa Leitura... ;)
7/10
André
sábado, 26 de dezembro de 2015
Publicada por
André Alves
à(s)
11:27
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"A Manopla de Karasthan juntou-os.Os Filhos do Flagelo uniram-nos.
As Marés Negras marcaram-nos.
A Essência da Lâmina separou-os.
As Vagas de Fogo deram-lhes esperança.
O Fado da Sombra destruiu-a.
Tomados pelo desânimo, os companheiros enfrentam agora o seu maior desafio e o Oblívio ameaça a própria existência, da mesma forma que parece ser a sua única salvação. Na mais negra hora de Allaryia, a Sombra ergue-se triunfante, mas nem tudo o que parece é, e ainda falta a'O Flagelo jogar a sua última cartada... Por fim, o tão aguardado sétimo e último volume das Crónicas de Allaryia, o final da épica saga que cativou milhares de leitores e que assinala um marco no fantástico português."
Boas Leitores!!!
Espero que tenham recebido muitos livros nesta época festiva! E que tenham sido exactamente aqueles que esperavam! Se receberam vales, sempre podem andar a vasculhar por aqui para verem algo que vos agrade. Por exemplo este livro. Sétimo e último da saga de Filipe Faria como podem ver pela sinopse.
Se viram as minhas opiniões dos livros anteriores repararam que um ponto que falo SEMPRE quando estou a falar desta saga é a escrita do autor. Nos primeiros livros era imensamente descritiva, com parágrafos gigantescos que destruíam a energia do leitor pouco a pouco. No entanto isso foi melhorando conforme a saga foi avançado e posso dizer até que neste último volume foi o melhor nesse aspecto. A leitura era muito mais fluída e causava mais impacto, quando necessário, do que ter um parágrafo imenso em que me perdia passado um pouco.
Não sei se foi por este ser o último volume da saga e então a história ser mais emocionante por ter todos os desenrolares dos enredos, mas o certo é que a história cativou-me ainda mais neste (efeito sinergético da escrita talvez?). Não só o enredo era complexo mas intrigante com suspanse e mistério à mistura como o desenvolvimento das personagens estava refinado, principalmente o de Seltor.
E peguemos agora por esse ponto, falei num dos livros que achei fantástica a perspectiva de Seltor e a maneira como o autor a descreveu. Continuou com essa qualidade, é a única coisa que tenho a dizer. A adição de personagens como azigoth em Allaryia foi também um golpe de mestre na minha perspectiva, achei ainda mais entusiasmante.
Os únicos reparos que tenho a fazer foi que o autor terminou de forma mais ou menos boa, houve muitas pontas soltas que foram propositadamente deixadas assim com o intuito de um projecto futuro, não só para atar essas pontas mas também criar um novo enredo com base no que foi dito aqui. Ou seja, não houve uma conclusão definitiva.
Apesar de tudo, foi dos melhores livros de Filipe Faria! Aconselho a ler, mas aviso-vos que terão de passar por muito para chegarem a este. É como subir uma montanha! Se quiserem saber do livro anterior então basta clicarem aqui: Crítica - O Fado da Sombra
Boas Leituras... ;)
8/10
André
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
Que livros esperas receber como presentes nesta época festiva?Que livros é que RECEBESTE?
Estás feliz ou foste correr para a livraria mais próxima para ir buscar o livro que estavas à espera de ter?
André: Bem esta pergunta é fácil, ainda não chegou a altura de receber as prendas por isso não posso ainda dizer que livros recebi... Mas posso dizer que quase todos os que receberei foram escolhidos por mim, por isso serão boas escolhas de certeza!
domingo, 13 de dezembro de 2015
Publicada por
André Alves
à(s)
19:10
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"Tendo como pano de fundo um cenário de guerra, com a invasão da Rússia por parte das tropas Napoleónicas, esta novela épica apoia-se em episódios ficcionais e históricos sobre aquele país, num momento de profunda convulsão, e surge como uma reflexão sobre a vida humana e a sua frágil existência. Nesta obra grandiosa, as personagens amam, odeiam e lutam, mas acima de tudo anseiam por encontrar o sentido da vida. Tal como elas, também Tolstói se confrontou inúmeras vezes com a sua própria condição enquanto ser humano, refugiando-se a dado momento numa fé e religiosidade profundamente vincadas. Tolstói deixou-nos um valiosíssimo legado literário e o seu nome perfila ao lado de outros grandes vultos como Shakespeare ou Homero.A presente obra – publicada em quatro volumes – inicia uma nova colecção, intitulada «Obras-Primas da Literatura» e foi traduzida directamente do russo por Nina Guerra e Filipe Guerra que, pela excepcional qualidade do seu trabalho, venceram o Grande Prémio de Tradução Literária APT/Pen Clube Português."Boas leitores!
O Natal está quase a chegar, já compraram todas as prendas? Não? Se estão com dúvidas sobre o que oferecer e que tal esta obra clássica? Este é o primeiro de quatro volumes de um único livro muito conhecido, denominado Guerra e Paz.
Já há muito que ouvia falar dele e sempre tive curiosidade de lê-lo, mesmo sem saber qual era o tema central. Este primeiro quarto da obra é boa, com uma escrita bastante adequada para o romance histórico, e considerando que foi escrito há mais de cem anos, uma escrita assim é de louvar (claro que também parte desse trabalho foi dos tradutores que mereceram o prémio!).
Quanto à história do livro, é meio de intriga na corte e de acção nas batalhas contra Napoleão. Vemos de tudo um pouco mas o certo é que no meio de tantas personagens é fácil perdermo-nos nelas sem conseguir lembrar ao certo qual é qual. No entanto a forma como o autor escreve sobre cada uma e as diferentes perspectivas delas num único cenário dá uma boa visão de tudo o que se passa.
A contínua crítica à sociedade é algo que se sente desde o início e é muito boa a meu ver. Cada personagem é um ícon a uma certa característica negativa que as pessoas se tornam na sociedade. Mas por vezes há outras personagens que deixam de ser negativas para passarem a representar virtudes ou vantagens aos olhos do leitor.
E isto em apenas um quarto do livro, precisarei de ler mais para poder desenvolver melhor esta minha opinião. Esperemos que o próximo seja ainda melhor.
Boa Leitura... ;)
7/10
André
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
Acho que grande parte de vocês gostam de ler (ou porque é que estariam aqui), como se sentem relativamente a audio books?Para mim, "ler" significa usar os olhos, não os ouvidos. Por muito que assuma a sua utilidade enquanto faço tarefas ou use as minhas mãos. Eu só uso audio books para as raras viagens de condução longas, não importa quão prazeroso, não é LER, no entanto as pessoas insistem em dizer-me que gostam de ler e que os audio books são os seus proferidos. Sou o único que não sente a mesma coisa?
André: Eu partilho parte desta opinião. Acho engraçados os audio books e já os experimentei, no entanto desconcentro-me facilmente com eles porque os meus olhos estão livres para absorver toda a informação à minha volta em vez de estarem focados numa página como seria se estivesse com um livro à frente. Mas tenho noção que para muita gente é útil e sempre ficam com conhecimento de algumas obras. Claro que para mim isso não pode ser considerado ler, é ouvir um livro.
sábado, 5 de dezembro de 2015
Publicada por
André Alves
à(s)
15:29
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"Os deuses estão mortos, e a sua queda deixa Allaryia à beira de uma espiral de desordem e destruição. As sementes dos planos d'O Flagelo germinam em segredo, e Aewyre Thoryn e os seus companheiros são os únicos que estão cientes da insidiosa ameaça, bem como os únicos em condições de a combater. Dá-se então início a uma desesperada corrida contra o tempo, enquanto servos renegados de Seltor conspiram para levarem a cabo a queda de Ul-Thoryn. Uma ameaça de tempos imemoriais acerca-se entretanto da Pérola do Sul, ameaçando cortar pela raiz a resistência contra O Flagelo.A norte, ventos gélidos prenunciam a guerra iminente e uivos nas serranias norrenas anunciam o despertar de um poder anciano, que tanto poderá ser a salvação dos reinos humanos, como a sua ruína derradeira. O ponto de viragem da Oitava Era, após o qual nada será como dantes em Allaryia, é o penúltimo capítulo da saga, que neste sexto volume levanta a parada num inesquecível épico de acção e aventura."
Boas leitores!!
Estes livros demoram sempre uma eternidade a serem lidos, não é verdade? Mas aqui está a opinião deste! O penúltimo livro da saga Crónicas de Allaryia escritos pelo português Filipe Faria!
Como já podem prever irei falar de alguns pontos chave deste livro que são comuns aos anteriores, e que não são necessariamente positivos:
Comecemos pela escrita, está boa, no entanto, demasiado descritiva e pormenorizada. Uma escrita que tinha imenso potencial para se tornar excelente, visto que a parte de diálogos está no ponto e algumas descrições de batalhas/movimentos também, acaba por tornar-se demasiado pesada. Como se não bastasse a dimensão dos parágrafos acaba por cansar o leitor e fazê-lo perder-se na leitura após algum tempo. Felizmente desta vez não havia parágrafos de mais do que uma página como nos livros anteriores, e acreditem ou não, só isso já fez imensa diferença.
E isto ainda mais por a história estar a caminhar para um fim. Já não há grandes momentos de aborrecimento em que a história enrola e enrola sem dizer propriamente nada. Este volume, apesar de um pouco extenso (mais de 500 páginas) tem um ritmo bom e um final ainda melhor. E o final não são as últimas 10 páginas, mas talvez as últimas cem!
Infelizmente uma coisa que queria não aconteceu nesta obra. Capítulos que envolvessem a perspectiva de Seltor. Foram só os mesmos capítulos com as personagens de sempre. A perspectiva de um deus acho que precisa de criatividade para ser criada e isso demonstrava um traço de génio deste autor.
Estou curioso para o próximo e último volume para ver se a qualidade se mantém. O desenvolvimento das personagens manteve-se bom, nomeadamente Aereth e Culpa. E o enredo acaba de forma genial. Por isso agora é esperar e ler!
Se entretanto quiserem saber mais sobre esta saga, basta seguirem o link: Crítica - Vagas de Fogo
Boas Leituras... ;)
7/10
André
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
O que é que na leitura faz sentir-te mais agradecido?
André: Esta é definitivamente uma pergunta muito estranha. Nem sei bem como respondê-la. O que é que na leitura me faz sentir agradecido? Talvez o facto de poder descontrair e abstrair-me de tudo para entrar em mundos diferentes e complexos de mil outras maneiras. No entanto isto só ocorre se forem livros bons, caso contrário, o descontrair da leitura torna-se menor e acaba por ser desesperante (caso a escrita seja muito má).
André: Esta é definitivamente uma pergunta muito estranha. Nem sei bem como respondê-la. O que é que na leitura me faz sentir agradecido? Talvez o facto de poder descontrair e abstrair-me de tudo para entrar em mundos diferentes e complexos de mil outras maneiras. No entanto isto só ocorre se forem livros bons, caso contrário, o descontrair da leitura torna-se menor e acaba por ser desesperante (caso a escrita seja muito má).
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