sábado, 5 de dezembro de 2015
Publicada por
André Alves
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15:29
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Editorial Presença,
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"Os deuses estão mortos, e a sua queda deixa Allaryia à beira de uma espiral de desordem e destruição. As sementes dos planos d'O Flagelo germinam em segredo, e Aewyre Thoryn e os seus companheiros são os únicos que estão cientes da insidiosa ameaça, bem como os únicos em condições de a combater. Dá-se então início a uma desesperada corrida contra o tempo, enquanto servos renegados de Seltor conspiram para levarem a cabo a queda de Ul-Thoryn. Uma ameaça de tempos imemoriais acerca-se entretanto da Pérola do Sul, ameaçando cortar pela raiz a resistência contra O Flagelo.A norte, ventos gélidos prenunciam a guerra iminente e uivos nas serranias norrenas anunciam o despertar de um poder anciano, que tanto poderá ser a salvação dos reinos humanos, como a sua ruína derradeira. O ponto de viragem da Oitava Era, após o qual nada será como dantes em Allaryia, é o penúltimo capítulo da saga, que neste sexto volume levanta a parada num inesquecível épico de acção e aventura."
Boas leitores!!
Estes livros demoram sempre uma eternidade a serem lidos, não é verdade? Mas aqui está a opinião deste! O penúltimo livro da saga Crónicas de Allaryia escritos pelo português Filipe Faria!
Como já podem prever irei falar de alguns pontos chave deste livro que são comuns aos anteriores, e que não são necessariamente positivos:
Comecemos pela escrita, está boa, no entanto, demasiado descritiva e pormenorizada. Uma escrita que tinha imenso potencial para se tornar excelente, visto que a parte de diálogos está no ponto e algumas descrições de batalhas/movimentos também, acaba por tornar-se demasiado pesada. Como se não bastasse a dimensão dos parágrafos acaba por cansar o leitor e fazê-lo perder-se na leitura após algum tempo. Felizmente desta vez não havia parágrafos de mais do que uma página como nos livros anteriores, e acreditem ou não, só isso já fez imensa diferença.
E isto ainda mais por a história estar a caminhar para um fim. Já não há grandes momentos de aborrecimento em que a história enrola e enrola sem dizer propriamente nada. Este volume, apesar de um pouco extenso (mais de 500 páginas) tem um ritmo bom e um final ainda melhor. E o final não são as últimas 10 páginas, mas talvez as últimas cem!
Infelizmente uma coisa que queria não aconteceu nesta obra. Capítulos que envolvessem a perspectiva de Seltor. Foram só os mesmos capítulos com as personagens de sempre. A perspectiva de um deus acho que precisa de criatividade para ser criada e isso demonstrava um traço de génio deste autor.
Estou curioso para o próximo e último volume para ver se a qualidade se mantém. O desenvolvimento das personagens manteve-se bom, nomeadamente Aereth e Culpa. E o enredo acaba de forma genial. Por isso agora é esperar e ler!
Se entretanto quiserem saber mais sobre esta saga, basta seguirem o link: Crítica - Vagas de Fogo
Boas Leituras... ;)
7/10
André
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
O que é que na leitura faz sentir-te mais agradecido?
André: Esta é definitivamente uma pergunta muito estranha. Nem sei bem como respondê-la. O que é que na leitura me faz sentir agradecido? Talvez o facto de poder descontrair e abstrair-me de tudo para entrar em mundos diferentes e complexos de mil outras maneiras. No entanto isto só ocorre se forem livros bons, caso contrário, o descontrair da leitura torna-se menor e acaba por ser desesperante (caso a escrita seja muito má).
André: Esta é definitivamente uma pergunta muito estranha. Nem sei bem como respondê-la. O que é que na leitura me faz sentir agradecido? Talvez o facto de poder descontrair e abstrair-me de tudo para entrar em mundos diferentes e complexos de mil outras maneiras. No entanto isto só ocorre se forem livros bons, caso contrário, o descontrair da leitura torna-se menor e acaba por ser desesperante (caso a escrita seja muito má).
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
"Crona's loyalties are torn as Medusa regroups and plots to beat both DWMA and her sister, Arachne, in the arms race for Eibon's demon tools. As the madness of the Kishin continues to spread, Maka, Black Star, and Kid begin even more rigorous training to master their weapons and work together as a team. Will they be ready to face Arachnophobia in time for their next mission? Or will internal strife tear them apart?!"Hello readers!
Aqui estamos a meio da semana com uma nova opinião. Mais um mangá, o nono volume de Soul Eater.
Aqui está um volume relativamente melhor ao anterior. Pela primeira vez (se a minha memória não me falha) apareceu um capítulo extra, mas atenção, não pensam que por isso tinha 6 ou 7 capítulos, manteve-se nos 5 capítulos, um deles bónus.
E era um bónus genial, apesar de não contribuir nada para a história da saga (claro, se não, não seria chamado capítulo bónus) introduz uma personagem simbólica do anime, sim estou a falar de Excalibur. Uma das personagens mais engraçadas e idiotas, num bom sentido, que existe no anime.
Quanto aos outros quatro capítulos de história, no geral acho que avançou bem tendo em conta que é mangá, e portanto os avanços nunca são muito grandes. As perguntas geradas pelo capítulo final é que me deixaram desejoso de poder ler o volume seguinte!
Mais uma vez o fanservice foi para lá de óbvio, mas desta vez foi concentrado praticamente todo num capítulo, que foi o bónus. Ou seja apesar de ter havido este tipo de entretenimento para chamar outro tipo de público-alvo, não interrompeu o fluir da história central, foi num à parte e no contexto do capítulo até se suportou.
E acho que finalmente houve desenvolvimento de personagens, não todas, porque isso também não esperava, mas pelo menos uma mão cheia delas deixou libertar alguns pormenores essenciais para entende-las. Talvez o factor da loucura que está a aumentar dê possibilidade ao autor para ligar os leitores às personagens que nem sempre são visivelmente fáceis de perceber.
É um volume melhor do que o anterior sem dúvida, e portanto se leram o anterior, não desistam, ele melhora! Se quiserem ler a opinião do volume anterior, é seguirem este link: Opinião - Soul Eater vol.8 - A Heart Full of Motion, a Soul Full of Dignity
Boas Leituras... ;)
7/10
André
domingo, 22 de novembro de 2015
Publicada por
André Alves
à(s)
16:47
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Páginas Desfolhadas,
Saída de Emergência
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"Começou com uma caça às bruxas, mas o plano do Inquisidor-Mor para eliminar todos os vestígios de poder feminino que há no mundo prevêem agora a aniquilação dos barões de Sylvalan que se lhe opõem... e a destruição do berço de toda a magia: a Serra da Mãe.Humanos e feiticeiras formam uma aliança difícil com os Fae para fazerem frente a esse inimigo terrível. No entanto, mesmo unidos, não têm força suficiente para resistirem aos exércitos mobilizados pela Inquisição. Procuram por isso o apoio do último aliado ao qual podem recorrer: a Casa de Gaian. As feiticeiras que vivem isoladas na Serra da Mãe têm poder suficiente para criarem um mundo... ou para o destruirem.
O antigo lema das bruxas «Não fareis o mal» arrisca-se a ser esquecido por força de uma necessidade mais premente: a necessidade de sobreviverem."
Boas leitores!
Aqui está o final da trilogia Pilares do Mundo! Esta foi das trilogias mais rápidas que li. O tempo entre volumes não se estendeu eternamente como algumas das colecções que tenho (e ainda inacabadas).
E ao que parece o último livro foi o melhor deles todos. Anne Bishop começou de forma pobre com o primeiro volume assemelhando-se muito a romances celtas do género Juliet Marillier, mas abaixo desta. Mas o segundo volume melhorou um pouco e agora este melhorou ainda mais.
A história ganha profundidade, e com isso quero dizer complexidade, não só ao nível da acção mas também ao nível das personagens. Houve muitos momentos da minha leitura em que aconteceram coisas que não esperava, o que é um bom sinal.
Uma qualidade desta autora é que consegue introduzir personagens num livro como este, que é o final da história, e mesmo assim desenvolvê-las até ao mesmo nível que outras personagens que vão desde o primeiro volume. Sem dúvida que a personagem que mais marca esta trilogia é Morag, e ainda mais neste livro, mas personagens novas como Selena não ficam atrás.
Houve muitos pontos que tinham sido deixados em aberto no livro anterior e que foram devidamente fechados, com boas explicações. Já outros permaneceram na mesma, deixando o leitor um pouco curioso quanto a isso, desejando haver um mini-livro a explicar essas situações.
Infelizmente o livro não é perfeito, e algo que tinha ficado curioso ao acabar o segundo volume da trilogia seria a parte bélica desta terceira obra. Pois bem, a parte bélica não foi praticamente desenvolvida, essa é a única parte que eu acho que Anne Bishop falha, poderia adicionar essa vertente e ter tornado este livro muito bom.
É uma trilogia que sobe a sua pontuação gradualmente chegando a um bom lugar no fim, mas se querem lê-la terão de penar um pouco no início, por isso: Boa Sorte!!
Boas Leituras... ;)
8/10
André
domingo, 15 de novembro de 2015
"Depois de uma longa estada no estrangeiro, Lisbeth Salander regressa à Suécia, cede o pequeno apartamento onde vivia à sua amiga Miriam Wu, e instala-se luxuosamente numa zona nobre da cidade. Pela primeira vez na vida é economicamente independente, mas cedo percebe que o dinheiro não é tudo: não tem amigos nem família e está só.Mikael Blomkvist, que tentara contactar Lisbeth Salander durante meses, sem sucesso, desiste e concentra-se no trabalho. À Millenium chegou material para uma notícia explosiva: o jornalista Dag Svensson e a sua companheira Mia Johansson entregam na editora dois documentos que provam o envolvimento de personalidades importantes numa rede de tráfico de mulheres para exploração sexual. Quando Dag e Mia são brutalmente assassinados, todos os indícios recolhidos no local do crime apontam um suspeito: Lisbeth Salander. O seu passado sombrio e pouco convencional não abona a favor da sua imagem e a polícia move-lhe uma implacável perseguição. Lisbeth Salander, que está disposta a romper de vez com o passado e a punir aqueles que a prejudicaram, tem agora de provar a sua inocência e só uma pessoa parece disposta a ajudá-la: Mikael Blomkvist que, apesar de todas as evidências, se recusa a acreditar na sua culpabilidade."
Boas leitores...
Já demorava a aparecer uma nova opinião por aqui, não é? Aqui está a opinião do segundo livro da famosa tetralogia (até à pouco tempo era apenas uma trilogia) Millenium, dos quais já estão todos os livros publicados em português.
É um policial, com uma escrita bastante fluída sem ser demasiado simples. No entanto como policial acho que prolonga-se demasiado até que haja o "despoletar inicial". O que é isto? É normalmente o primeiro crime que põe as engrenagens da perseguição/investigação policial a correr. O autor faz bem o enquadramento e vai construindo o cenário ao longo da narrativa, mas torna-se demasiado extensa até que ocorra algo.
Mas por outro lado, as surpresas que este género tende a dar (ou não quando se torna previsível) foram cumpridas nesta obra. Os plot-twists que se arranjam são bons e surpreendentes.
O desenvolvimento de algumas personagens, nomeadamente da protagonista está bem feito, detalhado mas não aborrecido. O autor vai dando as informações de vez em quando como pequenas recompensas em vez de ser tudo em catadupa.
Em relação ao primeiro livro acho que esteve um pouco melhor. Pelo menos o mistério prolongou-se ao longo do livro com diversas coisas a acontecer e não apenas pesquisa para descobrir o "mau da fita".
O final teve apenas um ligeiro problema, havia algumas pontas soltas que ficaram sem ser resolvidas. Será que isto será explicado no próximo volume, ou será propositado? É que do primeiro para o segundo pareceu-me apenas que era outra "aventura" com as mesmas personagens e não propriamente a continuação, tanto que a ação deste ocorre um ano depois. Estou a ver que a resposta para essa pergunta seria ler o terceiro volume... Tenho de ver se o arranjo para saber mais sobre estas personagens.
Se quiserem saber mais sobre o livro anterior, basta seguirem o link: Crítica - Os Homens que Odeiam as Mulheres
Boas Leituras... ;)
7/10
André
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Que livro (ou livros) da tua infância pensas mais frequentemente? Que afectaram mais a tua vida?André: Isso depende do que se está a considerar infância... Se for quando era mesmo muito jovem então seriam os livros da Disney em geral, penso muitas vezes neles. Se for no início da adolescência então aí passariam a dois: Eragon e o último livro de As Crónicas de Nárnia. Foram dois livros que gostei imenso e que penso muitas vezes, não só pela história (que na altura era fantástica para mim e um mundo completamente estupendo) como também pelo que na altura significavam (um mundo de sonhos e possibilidades).
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
Alguma vez danificaste um livro? Deixaste-o cair na banheira? Derramaste um frasco de tinta? Usaste-o para absorver vinho derramado? Ou apenas partiste a sua lombada ou contracapa (coitadinho).
André: Nunca fiz nenhuma destas coisas (e ainda bem!!) a única coisa que por vezes acontece é deixá-los cair ao chão em casa. E o pior dano que aconteceu foi uma das prateleiras das minhas estantes cair (devido ao peso dos livros) e deixar os livros todos caírem ao chão.
André: Nunca fiz nenhuma destas coisas (e ainda bem!!) a única coisa que por vezes acontece é deixá-los cair ao chão em casa. E o pior dano que aconteceu foi uma das prateleiras das minhas estantes cair (devido ao peso dos livros) e deixar os livros todos caírem ao chão.
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