domingo, 27 de setembro de 2015
Publicada por
André Alves
à(s)
10:19
Etiquetas:
Páginas Desfolhadas,
Saída de Emergência
0
comentários
"Drizzt do'Urden está de volta. Venha descobrir a lenda do elfo mais misterioso e temido da fantasia. E acompanhe-o na épica jornada por um mundo onde só lâminas afiadas impõem respeito.O assassino Artemis Entreri rapta a sua vítima, Regis, o halfling, e leva-o para Calimport onde o entrega nas mãos do vingativo Pasha Pook. Se Pook conseguir controlar a sua pantera mágica Guenhwyvar, Regis irá morrer num verdadeiro jogo de gato e rato.
Com o auxílio de uma máscara encantada, o elfo negro Drizzt do'Urden esconde os traços da sua herança e junta-se ao bárbaro Wulfgar numa corrida desesperada para salvar o halfling. Um aliado inesperado surge no momento em que Entreri solta uma armadilha ao grupo. Mas conseguirá Regis sobreviver incólume?
Os companheiros das Planícies Geladas lutam contra piratas ao longo da famosa Costa da Espada, desbravam os caminhos do deserto de Calimshan e confrontam monstros de outros planos para que possam salvar o seu amigo... e a si próprios."
Boas Leitores!
Aqui estamos a acabar uma saga! Isto quase merece foguetes, visto a quantidade enorme de sagas que tenho inacabadas... Este é o terceiro e último volume da trilogia Planícies Geladas.
Por onde começar... Talvez pelo fim para ser diferente. É um livro mediano, talvez um pouco melhor do que o segundo livro da trilogia (talvez por este ser o último e portanto ter mais pontos surpreendentes ou conclusões de partes inacabadas), no entanto não é uma obra-prima que me faça dizer que é o melhor livro de sempre.
As trilogias deste autor são boas numa coisa: são leves, a escrita é leve e o enredo não é difícil de seguir. Para quem não esteja numa de ler coisas pesadas ou complexas então este é um bom livro.
Por outro lado não se pode exigir muito. O enredo não é complexo, e os acontecimentos são quase todos previsíveis (houve um ou outro que me surpreendeu e daí este volume ser melhor que o anterior).
O desenvolvimento das personagens foi bastante bipolar, no sentido em que a maior parte das personagens permaneceu igual sem que os leitores soubessem grande coisa delas mas depois o protagonista teve bastante foco nesse aspecto.
Deste autor continuo a preferir o primeiro volume da primeira trilogia que li dele, Pátria. Achei o livro brutal e gostava que houvesse mais alguma trilogia que envolvesse essa parte do mundo de Drizzt.
Como não há (pelo menos em português), ficarei-me por continuar a ler as obras que forem saindo... Se quiserem ver a opinião do livro anterior da saga basta seguirem este link: Crítica - Rios de Prata
Boa Leitura... ;)
6/10
André
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
"While Black Star and Tsubaki keep Mifune and Mosquito distracted, Sid is able to locate Arachnophobia's demon tool and put an abrupt end to their sinister plans. But though the evil organization won't be manipulating anyone's morality anytime soon, the blueprints for the dangerous tool are sealed away in Shinigami-sama's secret vault rather than destroyed. Surely Shinigami-sama would never think of constructing a demon tool himself?!"Hello readers!
Oitavo volume da saga Soul Eater aqui no blogue! Já alguém o leu? Ou melhor já alguém leu a saga toda?
Pois bem este oitavo volume foi bom e mau ao mesmo tempo... No início começou mal, e temi que fosse um mau volume no geral. Porquê? O primeiro capítulo era até a continuação do "arco" que tinham deixado no volume anterior. E como tal até tinha altas expectativas de que fosse ser bom, mas acabou de forma rápida, aliás demasiado rápida. Pareceu-me que o último capítulo do volume anterior tinha servido para agarrar os leitores e como tal este seguimento já não interessava para muito.
Mas depois as coisas começaram a melhorar. Voltaram os cenários meio macabros que achei muito bons! E como se não bastasse, os últimos dois capítulos (dos quatro que havia) também foram bons com o enredo.
O desenvolvimento das personagens não existiu. Além de que nem todos os protagonistas tiveram algum envolvimento, o que por um lado é mau. Considerando que são protagonistas deviam aparecer e falar sempre, não digo em todos os capítulos mas pelo menos nos volumes, ou seja a cada 4/5 capítulos.
A comédia, que é sempre um ponto forte nesta saga, quando não influenciada por bruto fanservice, também esteve pouco presente. Houve algum mas nada que me desatasse a rir como aconteceu já em alguns volumes.
Não estava nem perto de ser tão bom quanto o volume anterior, mas também não foi dos piores. É esperar pelo próximo e que seja dos muito bons, porque a história para lá caminha! Se quiserem ver a opinião do volume anterior basta seguirem o link: Crítica - Soul Eater vol. 7 - Let Our Souls Drive Us
Boa Leitura... ;)
5.5/10
André
domingo, 20 de setembro de 2015
Publicada por
André Alves
à(s)
11:07
Etiquetas:
Editorial Presença,
Páginas Desfolhadas
0
comentários
"Pearnon, o Escriba, continua zelosamente a contar a história de um mundo que um dia foi seu, ao longo de incontáveis e conturbadas Eras desde a sua criação. No livro anterior, a dolorosa e sangrenta demanda que levou Aewyre Thoryn e os seus companheiros através de Allaryia, saldou-se numa pesada derrota, apesar de terem conseguido escorraçar os exércitos de Asmodeon, pois O Flagelo regressou das sombras. Agora que o pai de Aewyre morreu para salvar o próprio filho, este parte para a Cidadela da Lâmina, um inquietante local de segredos ocultos. O jovem príncipe terá de aprender a dominar a Essência da Lâmina, que partilha com Kror, ou lutar por ela com o drahreg num combate até à morte. Perigos milenares penetram insidiosamente uma vez mais em Allaryia, as tramas urdidas pel'O Flagelo começam finalmente a revelar-se e os pesadelos passados ameaçam tornar-se um perigo muito real no presente. A única esperança reside no êxito que Aewyre e os seus companheiros obtiveram nas suas missões. Mas será possível vencer entidades tão superiores às suas forças? Este é o quarto volume das Crónicas de Allaryia, um mundo fabuloso e mágico, genial criação de Filipe Faria."Olá pessoal!
Já cá faltava uma nova opinião, não era? Este blogue tem andado pacato, início de aulas e tal, confusão de hábitos novos. Mas aqui está e isso é que interessa! Como diz na sinopse este é o quarto livro das Crónicas de Allaryia dos sete que existem e que compõem a saga.
Quanto à minha opinião é composta em parte por aquilo que já disse antes, nas opiniões dos livros anteriores desta saga. O livro tem uma grande capacidade de ser um excelente livro. Um enredo bom, um desenvolvimento das personagens aceitável e pitadas de mistério, suspanse, batalhas, romance entre outros.
Mas peca pela mesma razão de sempre, a descrição exaustiva, principalmente nas batalhas. Os parágrafos chegam a ter página e meia se não mais. Como leitor isto torna-se cansativo principalmente por chegar a meio do parágrafo e já não perceber bem o que está a acontecer, o que resulta em ter de ler novamente. Acho que quando se trata de duelos, batalhas, guerras deve haver boas descrições, mas em pequenos parágrafos, torna mais fluído mas calmo e não fluído do género "tudo está a acontecer neste momento e não consigo encontrar-me aqui".
Tirando este ponto acho que o enredo está a crescer e a tornar-se muito bom e espero que os próximos volumes desenvolvam ainda mais para atingir um clímax espectacular. A estratégia de espalhar as personagens e envolve-las em diferentes enredos também foi inteligente, faz com que o leitor não se canse das mesmas personagens e acabe por ansiar por determinado enredo.
Duvido que a escrita do autor mude, mas espero que pelo menos a qualidade do livro não diminua nos próximos volumes. Se quiserem saber mais sobre esta saga, podem ver a opinião do livro anterior por este link: Crítica - Marés Negras
Boa Leitura... ;)
7/10
André
terça-feira, 8 de setembro de 2015
Publicada por
André Alves
à(s)
22:05
Etiquetas:
Editorial Presença,
Páginas Desfolhadas
0
comentários
"Angelópolis é a sequela de Angelologia, um sucesso à escala global que marcou a auspiciosa estreia da autora no universo da ficção e que foi também um bestseller do New York Times. Uma vez mais, voltamos a entrar num mundo onde se cruzam, com brilhantismo e sofisticação, história, mitologia e os universos bíblico e fantástico. A batalha entre os humanos e os seus maiores inimigos - os Nefilins - intensifica-se, atingindo proporções aterradoras, um inferno de perigos e paixões desmesuradas. Verlaine é agora um caçador de anjos de elite que trabalha para a Sociedade Angelológica, e que se empenha a fundo em capturá-los e eliminá-los. E quando Evangeline, a mulher que ama e cujo segredo prometeu guardar, é raptada diante dos seus olhos por uma das criaturas mais procuradas pela Sociedade há mais de um século, tem início uma perseguição que leva Verlaine e os seus colegas angelologistas até aos palácios de São Petersburgo, à Sibéria e às costas do Mar Negro, onde os aguardam a verdade sobre as origens de Evangeline e forças terríficas, capazes de ameaçar o futuro de toda a humanidade."Boas Leitores...
É engraçado ver há quanto tempo foi que li a obra anterior desta colecção e o quanto mudou desde lá. Não só o blogue ganhou imensos seguidores como as próprias críticas tornaram-se mais construtivas e elaboradas. Tal como a forma de olhar para os livros.
Vamos falar então deste aqui, o segundo desta colecção de número ainda indeterminado. Em poucas palavras: é mau.
Comecemos pelo enredo, diferiu bastante do livro anterior, fiquei sem perceber para que lado é que a autora se queria virar, se ficção, se bíblia, se policial, se fantástico. Entre tanta coisa perdeu-se tudo num misto de incoerência.
Seguindo para as personagens, num livro de trezentas e tal páginas não houve desenvolvimento nenhum das personagens, só andavam de um lado para o outro a fazer aquilo que tinham de fazer.
No entanto, acho que o pior de tudo no livro foi a escrita. Não me lembro se era assim no primeiro livro, mas aqui neste estava péssima, houve imensas vezes que me perdi e não porque a escrita era demasiado elaborada, era porque pura e simplesmente as acções eram atiradas para o leitor sem qualquer anteceder. As coisas aconteciam e só se pensava "então mas o que está a acontecer?". Uma obra que me fez lembrar não pelo género mas pelo desastre quanto à escrita foi o último livro da trilogia Os Jogos da Fome. Confuso até mais não.
Os únicos pontos que esta obra leva é pela originalidade de tema, em vez de ser vampiros ou fadas ou lobisomens, o tema central são anjos. E outros pontos pela tentativa de juntar lados científicos com bíblicos para serem explicados todos numa única teoria unificadora.
Mas estas duas coisas não compensam de todo o livro, não vos aconselho a lerem, só se estiverem numa de acabar a colecção (mas esta não está ainda acabada). Se quiserem ver como os tempos mudam e a crítica do volume anterior (e como a saga mudou) sigam o link: Crítica - Angelologia
Boas Leituras... ;)
2.5/10
André
terça-feira, 1 de setembro de 2015
"Is becoming a successful manga artist an achievable dream or just one big gamble?Average student Moritaka Mashiro enjoys drawing for fun. When his classmate and aspiring writer Akito Takagi discovers his talent, he begs Moritaka to team up with him as a manga-creating duo. But what exactly does it take to make it in the manga-publishing world?
Drama swirls around the manga creators as they try to move forward after being canceled from Shonen Jump. Moritaka and Akito work hard on a new comedy story pitch while Aoki and Nakai struggle with some personal issues. But when Kaya uncovers Akito's meetings with Aoki and Iwase, things might never be the same."
Hello readers!
Oitavo volume! Aqui está mais um dos vinte que compõem a saga Bakuman. Estou praticamente a metade da saga!
Até agora diria que Bakuman é uma saga bastante estável, sem grandes pontos fortes que me falam ficar super entusiasmado mas também sem grandes pontos fracos que me façam detestar a série. Como eles dizem em vários capítulos, é como se fosse um mangá de comédia, mais estável na pontuação.
Infelizmente este volume desiludiu-me um pouco. Porquê? Digamos que a primeira palavra do terceiro parágrafo da sinopse descreve o volume... "Drama". Sim, este volume foi muito à base de drama entre casais. Não avançou praticamente nada no enredo principal que é a publicação de séries de mangás e a sua transição para anime.
Por mim não faz mal haver a parte de desenvolvimento do romance e dos desarranjos que existem nos casais, mas acho que deveria ter sido acompanhado com grande parte do enredo principal. Deu-me a sensação que era mais o oposto, o enredo principal serem os casais e o secundário os mangás.
Gostava também que os mangás que são desenvolvidos dentro desta saga fossem mais explorados. No anime isso acontecia, eles davam nem que fosse um minuto inteiro sobre a história do outro mangá. Aqui é apenas uma página que representa a capa e não se sabe muito mais.
Enfim espero que os próximos volumes foquem-se um pouco mais no assunto que me levou a ler o mangá. Mas pensando bem se são 20 volumes e eu só vou no oitavo, deve haver ainda muita palha lá para o meio... Veremos.
Para quem está interessado na saga podem ver a minha opinião do volume anterior seguindo este link: Crítica - Bakuman vol.7 - Gag and Serious
Boa Leitura... ;)
4.5/10
André
domingo, 30 de agosto de 2015
Publicada por
André Alves
à(s)
17:06
Etiquetas:
Páginas Desfolhadas,
Saída de Emergência
0
comentários
"Ninguém conhece os meandros do Jogo do Conselho melhor do que Mara dos Acoma. Através de sangrentas manobras políticas, ela tornou-se uma poderosa força no Império; porém, rodeada de mortíferos rivais, se Mara quiser sobreviver, tem de ser a melhor.Como se isso não bastasse, Mara tem de combater batalhas em duas frentes: no viveiro de intriga e traição que é a corte dos Tsurani, e no seu coração, onde a paixão por um escravo bárbaro do mundo inimigo de Midkemia a leva a questionar os princípios que regem a sua vida.
A Serva do Império é o segundo volume da magnífica saga épica de Feist e Wurts - uma das colaborações mais bem-sucedidas de todos os tempos no estilo fantástico."
Boas leitores!
Desde que li o primeiro volume desta colecção que estava desejoso de poder ler mais... Pois bem, já li o segundo volume e ainda bem que o fiz. Este é então o segundo de quatro livros que existem em português. Em inglês a colecção é apenas uma trilogia. Cá em Portugal o 2º livro foi dividido em dois.
E já que falo nisto acho que pela primeira vez achei por bem terem dividido o livro. Sei que provavelmente foi por razões de lucro e não de conveniência ao leitor. Mas este livro apesar de muito bom tornar-se-ia demasiado denso se estivesse com outro livro da mesma grossura, ou quase, englobado.
Então e porque é que continuo a querer ler mais desta saga? Porque até agora está feito um cenário brilhante. A intriga continua sem perder qualquer ritmo, não houve nenhuma incoerência e o enredo só fica melhor!
Disse na opinião do primeiro livro que ler o duo O Mago - Aprendiz e Mestre ajudava a entender a história no início, mas com este livro achei simplesmente espectacular o facto de um dos grandes acontecimentos do O Mago - Mestre aparecer neste livro numa perspectiva diferente, soube tãããão bem ler isso!
Só houve um momento na minha leitura que julguei que estava tudo perdido para este duo de escritores. Foi quando foi apresentado o "bárbaro" de que falam na sinopse. Pensei mesmo que a história fosse tomar um rumo comercial e romantizado até dizer chega. Mas não aconteceu, apesar de haver um certo romance a história não se torna só nisso, ganha talvez mais camadas! E ainda bem! Se não conhecesse a saga e fosse ler esta sinopse diria que este livro se tratava de outro igual a tantos que já li, mas não! É completamente diferente.
E é por isso que darei uma pontuação adequada! Se quiserem ver a opinião do volume anterior, basta seguirem o link: Crítica - A Filha do Império
Boas Leituras... ;)
9/10
André
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
Gostas de ler livros sobre lugares longe de ti? Guias de viagem, memórias, o que quer que seja? Lugares onde já estiveste? Ou lugares a que tu nunca foste?André: Acho que depende um pouco do mood, normalmente é sempre sítios onde nunca estive, mas mais para os mundos fantásticos ou planetas completamente diferentes. Mas assim de vez em quando ao ler algo e de repente deparo-me com locais onde já estive e que reconheço os pormenores que o autor ou autora me descrevem é sempre fantástico. Principalmente quando é a cidade onde sempre viveste, o orgulho aparece sempre por pelo menos a cidade ser reconhecida não só por ti mas por mais pessoas algures no mundo.
Subscrever:
Mensagens (Atom)