quinta-feira, 11 de junho de 2015

Booking Through Thursday - Revistas

   A que revistas é que subscreves? Pessoais? Profissionais?
   Ou pegas apenas/mais os periódicos dos teus quiosques?
   Como é que te sentes acerca das edições digitais versus as impressas?
   Guardas as cópias antigas depois de lê-las? Ou rapidamente as reciclas?

   André: Só há uma revista que subscrevo, é a Revista Bang! da editora Saída de Emergência, que infelizmente não tem uma edição mais regular do que de 3 ou 4 meses. Prefiro as edições impressas, até porque depois guardo-as nas minhas estantes quando acabo de as ler.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Booking Through Thursday - Formatura

   Maio e Junho... a época de formatura.
   Se fosses dar um livro como um presente de graduação a alguma pessoa ansiosa para se lançar no mundo... O que é que seria?

   André: Ui, escolha difícil... Mas se calhar daria o livro que acabei de ler, Legend, para mostrar que mesmo que as batalhas pareçam impossíveis de serem ganhas, e mesmo que vejamos o inimigo em proporções de 500 para 1 de nós, teremos sempre de lutar, e manter a nossa posição no mundo.

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Legend - David Gemmel

   "Druss, Captain of the Ax, is the stuff of legends. Tales of his battles are told throughout the land, and the stories expand with each telling. But Druss himself grows older, until finally, the warrior turns his back on glory and retreats to his mountain lair. There he awaits his old enemy: death.
   But far below, the barbarian Nadir hordes are on the march. All that stands between them and the Drenai people is a mighty six-walled fortress, Dros Delnoch - a great citadel that seems destined to fall. If it dows, the Nadir will sweep inexorably across the land, killing all who oppose them.
   Reluctantly Druss agrees to come down from his mountaintop to lead this last, hopeless fight. Lost causes mean nothing to him - he has fought in such battles a thousand times in a thousand lands. And he is a hero to inspire a new generation of warriors. He is Druss the Legend."

   Hello readers!
   Outro livro em inglês, pensam vocês? Pois é, este foi aconselhado por um amigo meu, e ainda bem que o fez porque não fiquei nada desiludido. Este é o primeiro de uma saga com 11 livros, denominada The Drenai Saga, infelizmente poucos são os publicados em português, e daí ter optado por obter a colecção logo em inglês.
   É do campo da fantasia, no entanto pouco de fantasia tem (mas existe!). No entanto, isso não me deixou nada desiludido. Toda a obra baseia-se numa única batalha, de uma guerra maior do que o leitor imagina. Mas essa mesma batalha é preparada, posta em acção e terminada de forma magnífica e num ritmo fluído sem que nos apercebamos dessas mudanças.
   Além disso a evolução das personagens foi algo que me agradou, algumas das personagens principais têm um ligeiro desenvolvimento, mas não em demasia que fiquemos a pensar que aquilo é só sobre aqueles protagonistas.
   Só tive pena do final, as últimas páginas mesmo, onde o autor não conseguiu manter a história um pouco fria e dura e teve de dar a sua parte de final feliz. Durante toda a batalha, em que os exércitos marchavam sobre as muralhas, o exército invasor alcançando uma muralha de cada vez era deveras angustiante, levando-nos a pensar numa batalha totalmente impossível, mas sempre com a ínfima esperança que houvesse uma reviravolta. Este foi um sentimento muito bom de se ter durante a leitura.
   Fiquei curioso para ler mais... Mas não sei quando é que isso vai acontecer. Logo veremos!
   Boas Leituras... ;)
8.5/10

André

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Booking Through Thursday - Livros em Filmes

   Que livro gostarias de ver tornar-se um filme?

(Sim, com o conhecimento de que seria tudo aquilo que esperavas que fosse, fazendo justiça à história, às personagens, à visão do autor e por aí fora. Não um horror muito mal feito.)

   André: Tantos, tantos... Primeiro acho que pedia para fazerem um remake do Eragon e seguintes da saga, já que agora seriam bem feitos. Logo de seguida se pudesse ser, em vez de formato filme, mas sim de série (visto que uma colecção com 14 livros seria difícil por em filmes, a não ser que fossem 14) seria a saga Wheel of Time. E ao mesmo tempo mais filmes com O Homem Pintado e O Nome do Vento. Seriam épicos! Passava o tempo todo no cinema a ver filmes excelentes!

domingo, 24 de maio de 2015

Soul Eater vol. 6 - Let My Heart Come in Touch With Your Soul - Atsushi Ohkubo

   "Death the Kid and Black Star race after Free and Eruka, ready to do whatever it takes to stop the Black Blood before it is used to revive the slumbering First Kishin.
   Meanwhile, Maka has allowed herself to slip into madness in an effort to reach Crona's troubled soul. In addition to being horribly embarrassing, her actions carry a great risk. If Maka can't find Crona fast, she too will be consumed by madness!"

   Hello readers!
   Vamos a uma nova opinião antes de mais uma semana tortuosa começar? Pois bem, temos um novo mangá no blogue. O sexto volume de Soul Eater dos vinte e cinco que existem.
   É neste volume que se dá por terminado este arco que começou no volume anterior (acho eu, pelo menos pareceu-me que teve um fim e que agora seria outra etapa). E se eu disse na minha opinião sobre a obra The Fires of Heaven de Robert Jordan que o início da loucura estava a ficar muito bem descrita, aqui a loucura já se apossou das personagens (e pelos vistos ando a ler muitas coisas diferentes relacionadas com loucura, será que significa algo?).
   É uma maneira totalmente diferente de se ver a loucura. Descrita por várias palavras ou por poucas imagens. O certo é que o autor deste mangá teve a capacidade para introduzi-la em dois capítulos diferentes dos quatro que compõem este volume. Esta parte era bastante impressionável no anime e aqui não ficou atrás, assustadora, arrepiante e inquietante!
   Outro ponto positivo foi que o desastre que os protagonistas tentavam evitar acabou por concretizar-se. Não é como na maior parte dos livros que no fim acabam sempre por salvar tudo. Aqui o mal aconteceu e libertou-se, agora terão de lidar com isso nos próximos volumes.
   Mas como nem tudo está bom neste mangá, claro que o autor teve de introduzir fanservice. Estava a ficar muito bom o volume, mas no último capítulo lá tiveram de aparecer imagens em que o fanservice estava ali espetado à força toda. Estragou por completo, até porque não trouxeram informações novas para a história.
   Mas agora estou curioso para o próximo volume... Como será? Para verem a opinião do volume anterior basta seguirem este link: Crítica - Soul Eater vol.5 - While Our Soul Lasts till the Limit
   Boas Leituras... ;)
8,5/10

André

The Fires of Heaven - Robert Jordan

   "There is a world of light and shadow, where good and evil wage eternal war. It is the world of the Wheel of Time, the greatest fantasy epic ever written.
   The bonds and wards that hold the Great Lord of the Dark are slowly failing, but still his fragile prison holds. The Forsaken, immortal servants of the Shadow, weave their snares and tighten their grip upon the realms of men, sure in the knowledge that their master will soon break free...
   Rand al'Thor, the Dragon Reborn, knows that he must strike at the Enemy, but his forces are divided by treachery and by ambition. Even the Aes Sedai, ancient guardians of the Light, are riven by civil war.
   Betrayed by his allies, pursued by his enemies and beset by the madness that comes to the male wielders of the One Power, Rand rides out to meet his foe.
   And the Fires of Heaven scour the world."

   Hello readers!
   Três semanas se passaram sem qualquer sinal de vida por este blogue, não foi? Acredito que deva ter sido uma seca, mas já cá está uma nova opinião (e quem sabe se as próximas não vão ser mais rápidas?). Já devem estar fartos de saber que este é outro livro de Robert Jordan e da sua famosa coleção The Wheel of Time dos quais há 14 livros sendo este o quinto. Em Portugal infelizmente só temos publicado até ao 4º volume.
   Isso significa que este foi o primeiro livro da saga que eu li em inglês e que ainda não sabia o que aconteceria, logo as minhas expectativas estavam muito em alta. Ansioso por todos aqueles enredos e plot-twists e desenvolvimento de personagens.
   Não aconteceu. Esta obra foi muito mais parada que as outras. Senti que em 70% do livro estava só a vê-los a viajar de um lado para o outro a visitar sítios diferentes, poucas eram as vezes que havia algum desenvolvimento sério para a história.
   A não ser o fim, claro. Esse foi intenso cheio de batalhas, desenvolvimento no enredo, um único plot-twist, mas foram apenas cem páginas em praticamente 900. Espero mesmo que o próximo livro da coleção não seja assim e que desenvolva muito mais.
   Além disso neste livro não entrou sequer uma personagem o que achei um pouco triste. Não era a personagem que mais adorava, no entanto nas obras anteriores sabia-se sempre um pouco de todos, e neste essa personagem não apareceu nunca. O que sugere que o autor não sabia o que fazer com ela então basicamente meteu em pausa durante um livro.
   Um pormenor que começa a ter cada vez mais relevância e que está a ficar muito bem caracterizado é a loucura de Rand al'Thor, os leitores começam a sentir o desespero e a aflição de se começar a ficar louco e sem saber a sua verdadeira identidade. Pontos positivos por isto!
   Mas enfim, este desceu um pouco na pontuação relativamente aos outros, esperemos que o próximo volte a subir! Se quiserem ver a opinião do anterior, basta passarem por este link: Crítica - The Shadow Rising
   Boas Leituras... ;)
7/10

André

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Booking Through Thursday - Poesia

   Parece que eu estou sempre a perguntar sobre livros em si... mas então e a poesia? Também lês? Escreves? Gostas? Não gostas? Preferes as letras das músicas? (Porque todos nós podemos concordar que existe uma relação entre poemas e letras de música, certo?)

   André: Não tenho muito costume de ler poesia, apesar de gostar do estilo e de muitos autores por aí. Como tal, não, não escrevo poesia, porque se calhar nunca dei uma grande tentativa a isso, quiçá um dia. Quanto às letras das músicas, normalmente o que me prende a uma música é mais a letra do que o ritmo ou o som, portanto sim, para mim são muito importantes.