domingo, 22 de fevereiro de 2015

The Shadow Rising - Robert Jordan

   "There is a world of light and shadow, where good and evil wage eternal war. It is the world of the Wheel of Time, the greatest fantasy epic ever written.
   The Stone of Tear, invulnerable fortress of legend, has fallen. The Children of the Dragon have risen to the call of prophecy and march to the aid of the Light. Callandor, the Sword That Is Not a Sword, is held by Rand al'Thor, the man proclaimed as the Dragon Reborn.
   But stil the shadows lengthen and still the Forsaken grow in strength. If he is to fight them, Rand must master the male half of the True Source, a power that drives men to madness, a power that may save or damn the world."

   Hello readers!
   Voltei finalmente com uma nova crítica! Após semanas e semanas sem novidades, aqui está algo novo. Este é o quarto volume de catorze da grande saga The Wheel of Time.
   Aconteceu uma coisa engraçada na leitura desta obra. Eu já a tinha lido em português, sendo que este foi o último livro que ainda foi publicado em português, e apesar de ter sido já há bastantes anos ainda me lembrava vagamente de algumas coisas que iriam acontecer. Não esperava era chegar a certo ponto e não me lembrar mesmo de nada da história e chegar a pensar "Será que isto também estava nos livros em português?".
   Como um livro de cerca de 1000 páginas há sempre muita coisa a acontecer. Claro que há partes espectaculares que nos agarram ao livro e faz-nos querer ler sempre um pouco mais, como o primeiro capítulo
, outras em que pensamos "Vá lá, avança com isso.", principalmente quando o autor decide por em suspenso uma personagem e passar a outra que está num conflito diferente num local distante daquele. É um ponto positivo, significa que estava a interessar-me bem pela personagem.
   Acho que a única coisa menos boa que achei neste livro foi mesmo haver certas partes entre os grandes acontecimentos que poderiam ter sido dispensados. Mas se calhar fazem sentido no futuro. Uma colecção de catorze livros pode estar a criar ainda mais mistérios no quarto que eu não faça ideia. Pelo menos fiquei com mais perguntas por responder do que as que tinha quando iniciei a leitura.
   Não manteve totalmente a qualidade da colecção mas não diminuiu assim tanto. Se quiserem saber mais sobre os livros anteriores podem seguir o seguinte link: Crítica - The Dragon Reborn
   Boas Leituras... ;)
8.5/10

André

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Booking Through Thursday - Colecções

   Preferes ler colecções que são todas obras do mesmo autor? Ou colecções de diferentes escritores? Consistência ou variedade?

   André: Acho que nunca li uma colecção que fosse escrita por diferentes autores. Bem estou agora nessa aventura com a saga Wheel of Time visto que o autor da série morreu e a mesma foi posteriormente continuada por um outro autor conhecido, Brandon Sanderson (que em breve vou ler algo dele!). Tirando esta saga, todas as outras foram sempre consistentes, vamos lá ver qual será a diferença.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Booking Through Thursday - Histórias de Amor

   Não, não, eu não estou a perguntar se gostam de romances... O que eu quero saber é o que é que há nas histórias que vocês amam? São as histórias por si mesmas? As pessoas? Os plot twists?

   André: Adoro um bom livro que tenha os plot twists certos, que sejam lógicos e inesperados. Mas claro que só isto sem uma construção de personagens ou uma boa história não é nada. Mas o meu factor favorito são os plot twists definitivamente. Estar a ler e de repente ser-se surpreendido no virar de uma página.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Booking Through Thursday - Leitura de Tempo Frio

   Quando o tempo está frio e ventoso, preferes ler algo igualmente invernoso? Ou algo que te leva o mais longe possível da neve?

   André: Acho que estas perguntas estão a tornar-se um pouco redundantes, mas talvez seja devido às minhas respostas. Não escolho o que leio conforme a meteorologia, leio o livro que estiver a ler independentemente do tempo. E quando o acabo sigo para o próximo sem pensar muito em qual dará mais vantagens em ser lido durante determinado tempo.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

A Espada e a Chama - Stephen Lawhead

   "Quentin reina agora como Rei Dragão, e é confrontado com a investida mais violenta de todas: o insidioso ataque do mal que cresce dentro de si mesmo.
   Como um jovem acólito do deus Ariel, ele empreendera alegremente uma viagem que o afastaria dos velhos deuses, levando-o ao encontro do Altíssimo.
   Desta vez já não é apenas a sua vida, ou a sobrevivência do reino que se encontram em jogo. Nimrood tem em seu poder, como refém, o filho de Quentin. O Rei Dragãi perdeu a sua espada e perdeu o seu rumo. Irá também trair o seu voto solene com o Altíssimo?"

   Boas leitores!
   Uma nova opinião a aparecer! E para além disso, uma que termina uma trilogia, ou seja menos uma coisa inacabada (entre as muitas que aqui andam).
   Então vamos lá, o que dizer deste livro? Inicialmente não era nada de especial, tal como os dois livros anteriores. Mas a certa altura, o rumo da história mudou e começou a tornar-se mais sombria e desesperante, o que ganhou a minha curiosidade por muitas páginas, visto que era uma lufada de novidade que aparecia na obra.
   Mas quando o livro atingia o final, o clímax, com a típica batalha final a parte sombria e desesperante que estava a gostar desfez-se num instante e de forma ridícula sem qualquer lógica. Basicamente voltou à mesma lenga-lenga que antes, um grande aborrecimento.
   E em que consistia esta parte mais sombria perguntam-me vocês? Era não só na alteração da história para o desastre que os leitores não esperavam mas também a caracterização da personagem principal que teve um desenvolvimento cada vez mais dark. Acho que foi bem conseguido... Para depois ser destruído ridiculamente.
   Após ter lido este livro achei que o segundo foi estranho porque basicamente foi empatar a história, porque não contribuiu praticamente nada para o terceiro volume.
   Para alem disso acho que houve imensas questões que ficaram sem serem respondidas, e outras que embora respondidas foi como se fosse das respostas mais vagas do mundo, ou simplesmente respostas para fechar buracos na história, mas que não cumpriram totalmente essa missão.
   Mais uma vez acho que toda esta trilogia talvez esteja bem sucedida para jovens leitores, mas para aqueles que já leram muito é só algo banal. Exceptuando algumas partes deste último volume. Se quiserem saber mais da colecção, sigam o link seguinte: Crítica - Os Guerreiros de Nin
   Boa Leitura... ;)
5.5/10

André

sábado, 24 de janeiro de 2015

Bakuman vol.5 - Yearbook and Photobook - Tsugumi Ohba & Takeshi Obata

   "Is becoming a successful manga artist an achievable dream or just one big gamble?
   Average student Moritaka Mashiro enjoys drawing for fun. When his classmate and aspiring writer Akito Takagi discovers his talent, he begs Moritaka to team up with him as a manga-creating duo. But what exactly does it take to make it in the manga-publishing world?
   Big changes are in store now that Moritaka and Akito have their very own series in Shonen Jump. Hanging out with their favorite manga creators, hiring assistants, keeping track of the weekly reader surveys - life as a professional manga artist is tough! Can these two survive the pressure?"

   Hello readers!!
   Aqui está outro mangá, o quinto da colecção Bakuman. É a segunda colecção que inicio de mangás e não me desilude até agora.
   Tal como todas as colecções longas (e às vezes até acontece com as curtas também) tem os seus altos e baixos, mas se conseguir manter-se num bom nível e por vezes melhorar acho que é uma série de sucesso.
   As minhas expectativas no volume anterior eram grandes, esperava que este tivesse tantos momentos espectaculares como o outro ou que conseguisse de alguma forma manter a expectativa no ar. De certa forma conseguiu, de outra nem tanto.
   O entusiasmo da seriação e as pontuações dos questionários dos leitores são pormenores que estão sempre presentes neste mangá e que trazem quer felicidade quer angústia às personagens e aos leitores. Saber se um capítulo fictício fica com uma pontuação mais alta ou mais baixa que outros é como se estivéssemos a ver algo criado por nós a ser avaliado.
   A parte negativa foi menor e reteve-se mais à estética do que a outra coisa. Houve várias páginas que estavam repletas de falas com imenso texto, e onde a imagem central era quase inexistente. Se fosse falas de uma única personagem talvez fosse mais compreensível, agora numa onde há uma certa profusão de pessoas os diversos balões podem tornar-se confusos para quem lê.
   Não sei se referi alguma vez este pormenor mas nesta colecção muitas vezes há referências a outros mangás como One Piece, Death Note entre outras, e neste houve até várias referências às diversas revistas da Jump, é sempre engraçado esse tipo de pormenores.
   Não tendo mais nada a falar, acho que o próximo volume vai aumentar o suspanse pelo que me lembro do anime, mas até lá, toca a ler mais livros! Se quiserem ver a opinião do volume anterior basta clicarem aqui: Crítica - Bakuman vol.4 - Phone Call and The Night Before
   Boa Leitura... ;)
6.5/10

André

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Os Guerreiros de Nin - Stephen Lawhead

   "A ascensão da Estrela do Lobo, arauto de Nin, lançou uma sombra de terror sobre o reino do Rei Dragão. A cada noite que passa, a Estrela do Lobo fica maior e mais ameaçadora, aumentando o poder maléfico de Nin. Mais uma vez, é Quentin quem tem o destino do reino nas mãos. A última esperança de salvação reside numa espada: Zhaligkeer, a Brilhante. Mas o segredo do «lanthanil», o metal vivo com quem tem de ser forjada, perdeu-se há muito na noite dos séculos..."

   Boas leitores...
   Demorou um bocado a cá chegar mas finalmente há alguma novidade no blogue! Desta vez é a continuação de uma trilogia, A Saga do Rei Dragão, este é o segundo volume dos três publicados cá em Portugal.
   Que obra magnífica que li... Ou talvez não. O certo é que se me perguntarem daqui a um ano de que fala o livro é muito provável que não vos possa dizer grande parte dos pormenores. O que significa que o livro não é estrondosamente bom que me marque a memória para todo o sempre, mas também não é terrivelmente mau que faça o mesmo efeito. É só sem graça.
   Já é um enredo muito comum, com um molde explorado até mais não. As variações são coisas que já não surpreendem um leitor experiente (talvez uma pessoa que tenha começado recentemente a ler goste disto).
   O objecto sagrado, a profecia um pouco previsível, e uma batalha bastante confusa em que os números dos exércitos estão um pouco baralhados na luta final são alguns pormenores que definem esta obra e não num bom sentido.
   O que é que posso dar de bom acerca deste livro? Não muito, mas não que o livro seja só mau. Tem as suas falhas que não são compensadas por pontos muito bons. Mas para o público-alvo a que está dirigido talvez goste, os jovens normalmente são aficionados por histórias deste género.
   Se quiserem ver a opinião do livro anterior basta clicarem no seguinte link: Crítica - Na Casa do Rei Dragão
   Boa Leitura... ;)
4/10

André