quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Booking Through Thursday - Autor

   Se tu fosses escrever um livro, que tipo de livro seria? (E se já és um escritor, que tipo de livro GOSTARIAS de escrever que ainda não tenhas escrito?)

   André: Bem, apesar de ainda não ter a obra que escrevi publicada considero-me um escritor, por isso para além da fantasia, gostava de experimentar um dia escrever algo no campo da ficção científica, nem que sejam pequenos contos.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

A Filha do Império - Raymond E. Feist & Janny Wurts

   "Mara era apenas o membro mais novo de uma família nobre. Nunca esperou que a súbita e chocante morte do irmão e do pai pudessem trazer-lhe tamanha responsabilidade. Apesar do seu sofrimento, cabe-lhe a tarefa de vestir os mantos da liderança e enfrentar as dificuldades. Mas embora inexperiente na arte política, Mara terá de recorrer a toda a sua força e coragem, inteligência e astúcia, para sobreviver no Jogo do Conselho, recuperar a honra da Casa dos Acoma e assegurar o futuro da sua família.
   Rapidamente se apercebe de que a traição e os inimigos da família quase levaram a sua Casa à aniquilação completa. Todas as esperanças estão depositadas numa única mulher: uma rapariga que terá de crescer rapidamente e aprender um jogo perigoso, onde não há tempo para errar..."

   Boas leitores...
   E outra colecção a ser iniciada, mas desta vez promete ser uma colecção estrondosa e brilhante. A Saga do Império são quatro livros publicados em português (na língua original são apenas 3).
   Para os leitores que já leram antes livros deste autor então aconselho-vos vivamente a lerem estes. Para os que não leram, deveriam ler pelo menos o duo O Mago - Aprendiz e O Mago - Mestre antes de lerem este, pois muitas vezes são feitas alusões a certos pormenores importantes, visto que este livro passa-se no mesmo cenário temporal que os livros que falei acima.
   E é exactamente por esse pormenor que se torna tão apelativo aos fãns de Raymond E. Feist, poder saber o outro lado da história, ou pelo menos como é que o outro lado da guerra se comporta e o seu modo de vida.
   E não é de todo um modo de vida simples, intrigas, estratégias, mortes e honra são palavras-chave nesta aventura. Tudo palavras muito apelativas para mim. Várias foram as vezes que me lembrei de outro livro que tinha gostado pela mesma razão, Pátria de R. A. Salvatore. Acho que me agarra de tal forma poder entender as intrigas e as jogadas de poder para subir na hierarquia e ser-se superior ou morrer a tentar.
   Um bónus neste livro é que é tudo feito por motivos de honra. Este é o ponto que falta sempre nas intrigas e o que torna apelativo neste, o facto de haver um código de honra duramente cumprido e que leva à morte imediata quem não o cumpre. Conclusão, as traições e as jogadas de sorte têm de ser muito bem calculadas.
   De resto o autor não me desiludiu com esta parceria. As personagens estão bem desenvolvidas e o enredo muito bem conseguido. Houve apenas uma parte em que a história diminui um bocado de intensidade, mas para logo voltar a subir e manter a expectativa em cima. O ambiente ao mesmo tempo meio alienígena e meio japonês é algo interessante e que dificilmente imaginaria.
   Aconselho a todos este livro. Um bom livro que vai entreter o leitor e levá-lo mais longe do que julgaria.
   Boas Leituras... ;)
8.5/10

André

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Booking Through Thursday - Capinar

   Tu alguma vez "capinas" os livros que não queres da tua biblioteca pessoal? Se sim, o que é que fazes com eles?

   André: Bem, pergunta simples: eu nunca me livro dos meus livros, se os li, ficam comigo, quer tenha gostado quer não. Para além de ficarem sempre bem muitos livros em estantes, são sempre uma recordação do que se deve ( ou NÃO) ler.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Na Casa do Rei Dragão - Stephen Lawhead

   "Um guerreiro mortalmente ferido cai desfalecido no pórtico do templo onde Quentin servia como acólito do deus Ariel. Agora, o jovem Quentin tem de fazer a sua escolha; entre uma vida tranquila e confortável e um caminho desconhecido carregado de perigos. Em companhia de um punhado de amigos leais, Quentin parte para uma aventura que irá mudar o seu destino e arrasté-lo para um conflito mortal com Jasper, o usurpador, e o sinistro necromante Nimrood."

   Boas Leitores...
   Nova opinião aqui no blogue, de uma nova trilogia (mais uma). Felizmente estão todos publicados cá em Portugal e baratinhos até!
   Quanto a este primeiro volume o que tenho a dizer... Não muito. É estranho porque o livro parece cair mais numa categoria infanto-juvenil, no entanto a escrita não está assim tão adaptada para essa faixa etária, mas para leitores mais velhos tem imensas incongruências que não passariam despercebidas facilmente.
   O enredo é simples, idade média, reis em batalhas, inimigos a querer o trono, um grande vilão, um rapaz vindo de um sítio inóspito que se torna numa espécie de "escolhido", etc... Como percebem não é nada de novo nem para mim nem para a maior parte dos leitores.
   Se adicionarmos ao que disse acima algumas inconsistências que não direi a bem dos spoilers o livro perde grande parte do seu interesse e torna-se uma leitura monótona, apesar de pequena (não chega às 400 páginas o livro).
   As personagens poderiam ser melhor desenvolvidas. Só o protagonista é que teve um bom desenvolvimento. Outra parte que achei interessante foi a parte mitológica e espiritual da obra, foi uma perspectiva diferente e que acabou por ficar bem feita.
   Em breve lerei a continuação, aí veremos se melhorou e se posso aconselhar-vos a lê-los, ou se a pontuação diminuiu.
   Boas Leituras... ;)
4/10

André

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Soul Eater Vol.4 - Let Us Have Mercy On The Crying Soul - Atsushi Ohkubo

   "Maka and Soul meet with Doctor Stein for an intensive tutoring session. Though Stein warns that they may not be able to resonate if they fail to complete the training, Maka insists, desperate to become stronger so that Soul is never hurt again. But Soul's strange nightmares have made him reluctant to seek power, and his unwillingness to share his fears only frustrates his partner. With their soul wavelengths pulling apart, will the pair manage to come together when danger emerges on their next mission?"

   Hey guys!
   A primeira crítica do ano não demorou muito a chegar, veremos se isto é um bom presságio para o resto do ano. Aqui temos o quarto volume de Soul Eater de pelo menos vinte e cinco (mas o 24º e o 25º ainda não estão disponíveis em inglês).
   Hoje começo por falar na arte, que tem vindo a melhorar desde o 1º volume onde achava as personagens muito infantis. Até pode ser só ilusão minha mas acho que já estão mais semelhantes ao anime (excepto numa ou outra página onde desenham com mais pormenor e aí as personagens ficam só esquisitas).
   Quanto ao desenvolvimento da história neste volume, em cinco capítulos quatro deles foram decisivos para a continuação da história e um foi um capítulo de comédia basicamente (e que serviu bem o propósito porque era das cenas que me lembrava melhor do anime e adorei ler essa parte). O positivo deste mangá é que os capítulos que desenvolvem a história não são longos nem enrolam muito, são normalmente pequenas histórias de dois capítulos que acabam a saber-se bem mais do que antes.
   Neste volume o enredo já não se centra tanto num único par principal, agora todas as personagens têm os seus momentos de "fama", o que é positivo para quem prefere umas a outras.
   O fanservice também foi quase inexistente, bom sinal para quem não acha piada nenhuma a esse tipo de estratégia.
   Um dos únicos problemas neste mangá, é que depois de lê-lo, sabe-me sempre a pouco. Gostava sempre de ler mais um pouquinho, mas acho que isso é inevitável se algo que se lê é bom e gostamos.
   Um mangá brilhante e que estou desejoso de chegar a partes onde o anime não chegou, para saber de mais coisas emocionantes. Se quiserem ver a opinião do volume anterior basta clicarem no seguinte link: Crítica - Soul Eater vol.3 - Rip off the Pitch-Black Soul
   Boa Leitura... ;)
8/10

André

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Booking Through Thursday - 2014

   Qual foi o teu livro (ou livros) favorito de 2014? Que leitura realmente captou a tua atenção? Faíscou o teu interesse? Mudou o teu mundo? Fez-te rir?

   André: Acho que no ano de 2014 os livros que me surpreenderam mesmo muito foram poucos, podia contá-los pelos dedos de uma mão. Apenas 3 tiveram essa característica, The Dragon Reborn, Jóia Perdida e O Perfume. Mas o certo é que valeram imenso a pena, foram leituras espectaculares que tanto me fizeram rir como ler de forma voraz como se não houvesse amanhã. Esperemos que 2015 traga ainda mais livros desses.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Desculpa, Mas Quero Casar Contigo - Federico Moccia

   "Alex e Niki, mais apaixonados do que nunca, regressam do farol na Ilha Azul, onde passaram dias inesquecíveis.
   Niki reencontra as amigas, mas o seu grupo - as Ondas - vai deparar-se com grandes mudanças que irão pôr à prova a sua amizade.
   Alex retorna a sua antiga vida e os seus velhos amigos. Flavio, Enrico e Pedro passaram de maridos tranquilos e seguros a ter de enfrentar muitas dificuldades que têm vindo a abalar os seus casamentos.
   E todas estas pessoas - homens e mulheres de diferentes idades -, cada uma à sua maneira, vão reflectir sobre o amor. O amor existe? A crise dos sete anos será mesmo verdade? Aqueles que dizem que o amor não pode durar mais de três anos têm razão? E a pergunta mais difícil: O amor pode durar para sempre?
   É então que Alex decide arriscar e pedir Niki em casamento..."

   Boas leitores...
   Antes de começar a escrever sobre o livro deixem-me desejar-vos umas boas entradas no ano que aí vem e que 2015 seja um ano brilhante em leituras, não só para mim, mas também para todos vós!
   Agora sim, livros. Outro do autor italiano Federico Moccia, sim parece que ando a ler muitos livros dele, mas agora vai parar e vou direccionar-me para outros livros. Este é a continuação de uma primeira obra, que no final da crítica vai estar um link da opinião que tive sobre esse livro que podem espreitar à vontade.
   Já se tinham passado quatro belos anos desde que li o livro anterior pelo que a história já estava meia difusa na minha cabeça, lembrava-me vagamente do romance e dos pontos-chave da história. O que bastou porque facilmente consegui recordar-me das coisas, com grande ajuda da escrita simples do autor (apesar de de vez em quando ter uns parágrafos um pouco grandes que podiam ser divididos em mais, mas isso é um problema geral da escrita dele, já reparei).
   Relativamente a enredo, nada de especial, continua a ser um livro equivalente a um "filme de domingo à tarde" (apesar de cá em Portugal já não passarem muitos infelizmente). Uma comédia romântica quase, onde sabemos que tudo acaba por acabar bem.
   O interessante foi Federico Moccia ter ao mesmo tempo conseguido introduzir diversas histórias diferentes mas que no fundo se relacionam sempre com a mesma coisa, o amor. Vários pontos de vista que gerariam por certo imensa discussão, mas isso deixo ao vosso critério.
   Para o género, é um romance bem actual, sempre com imensas referências a músicas, marcas e outras coisas do século XXI, e que está razoável. Se quiserem saber mais sobre o livro anterior, sigam este link: Crítica - Desculpa, Mas Vou Chamar-te Amor
   Boas Leituras e boa passagem-de-ano! ;)
5.5/10

André