sábado, 29 de novembro de 2014
"Sophie Mercer pensava que era uma bruxa.Foi por essa razão que foi enviada para Hex Hall, um reformatório para delinquentes Prodigium (bruxas, mutantes e fadas). Mas isso foi antes de ela descobrir o segredo da família, e que a sua paixão escaldante, Archer Cross, é um agente de O Olho, um grupo determinado em eliminar todos os Prodigium da face da Terra.
Afinal Sophie é um demónio, um de dois que existem no mundo - sendo o outro seu pai. O pior é que os seus poderes ameaçam as vidas de todos aqueles que ela ama. É precisamente por isso que Sophie decide ir para Londres para a Remoção, um procedimento perigoso que irá destruir os seus poderes.
Mas ao chegar Sophie faz uma descoberta terrível. Os seus novos amigos também são demónios, o que significa que alguém os anda a criar com planos para usar os seus poderes para o Mal. Entretanto O Olho está à caça de Sophie, e está a usar Archie para isso. E no meio de tudo isto Sophie ainda tem de lidar com os sentimentos que não deveria ter por Archie."
Boas leitores...
Eu a pensar que iria terminar este livro bem mais cedo, considerando que era uma leitura super comercial e fácil e para além disso pequena (nem 300 páginas tem), mas o tempo não me deixou terminar tal tarefa. Esta obra é a segunda da colecção Hex Hall e foi a última a ser publicada em português, não sei se publicarão o terceiro volume que completa a colecção.
Este volume... Bem... Não é nada de estrondoso, isso é certo, não é que as cenas-chave que ocorrem ao longo do livro fossem uma surpresa total ou muito bem descritas. Mas também não se poderia esperar muito de um livro de fantasia urbana para jovens adolescentes, principalmente num público-alvo feminino.
Acredito que haja muita gente que goste deste livro e ache que seja um máximo. Talvez por já estar um pouco farto do mesmo, e por este livro associar-se muito na minha cabeça a mistura da colecção Casa da Noite e Caçadores de Sombras entre outros acho a ideia já muito explorada e sem algo que me faça agarrar o livro e querer lê-lo o mais rápido possível pelo entusiasmo.
Mas agora quanto a minha opinião mais ou menos imparcial, tem um desenvolvimento mediano, sendo que há lá uma ou duas partes que podemos considerar cliff hangers (ou momentos de suspanse) com alguma qualidade. O final é relativamente satisfatório mas por outro lado muito previsível. No geral, pouco melhorou do último volume.
Se pudesse, comprava o terceiro volume só para saber onde é que a história acabaria. Mas não que seja a minha próxima compra imediata caso saia. Se quiserem ver a opinião do volume anterior da colecção é clicarem aqui: Crítica - Hex Hall
Boa Leitura... ;)
4/10
André
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Quanto é que lês realmente? Poucos de nós têm tanto tempo quanto o que GOSTARIAM de ter para ler, mas fazemos o melhor que pudemos por isso... Quantos livros é que lês? Quantas horas por dia?André: Quanto ao número de horas não faço a mais pálida ideia, não é que ande a cronometrar sempre que leio. Quanto ao número de livros que leio, tento sempre desafiar-me a mim mesmo para ler mais, utilizo inclusive o site Goodreads em que se pode meter o Reading Challenge para que nos superemos todos os anos. O ano passado li 86 livros, infelizmente este ano ainda só li 68, mas como o ano ainda não acabou vou tentar ficar entre os 75/80, wish me luck!
terça-feira, 25 de novembro de 2014
"Pode dizer-se que, em Dragões de Éter - Caçadores de Bruxas, Raphael Draccon parte de uma simples questão para dar vida aos seus personagens: o que aconteceu depois?O que aconteceu ao Capuchinho Vermelho depois do caçador ter matado o lobo? E ao caçador? Teriam João e Maria realmente conseguido matar a bruxa? E qual foi a reação dos seus pais quando voltaram para casa? Teve a princesa realmente coragem de beijar o príncipe que se transformou num sapo? E o que fizeram os anões depois de a Branca de Neve ter encontrado o seu príncipe?
Quem é que, depois de ler os sempre eternos contos de fadas, não se questionou a esse respeito? De uma maneira dinâmica, Dragões de Éter - Caçadores de Bruxas narra a história do que teria acontecido depois desses contos chegarem ao fim sem perder a perspetiva da eterna luta entre o bem e o mal.
O autor reúne todos estes personagens (e muitos outros) no Reino de Arzallum, muitos deles vivem em Andreanne, a capital do Reino. Arzallum fica em Nova Ether, um mundo que fora assolado pela magia negra praticada por bruxas que se desviaram do caminho do bem."
Boas leitores...
Mais uma vez fui bem enganado, e o pior foi que eu é que me enganei a mim mesmo. E isto porquê? Comprei este livro a julgar que seria um livro isolado, baratinho e com uma boa história. Só a primeira é que não se concretizou, porque este é o primeiro de uma trilogia. O problema disto tudo é que só o primeiro é que está publicado no nosso país. E suspeito que não irá haver qualquer continuação de publicação.
Não me importava muito se o livro não me tivesse interessado, mas o pior é que me interessou. E tudo por um pormenor que fez toda a diferença: A escrita. Foi a escrita totalmente diferente do que leio que me capturou e me fez querer ler mais. Era como se estivesse mesmo uma pessoa a ler para mim, todos os dias uma voz não só a narrar mas a dar a sua opinião sobre aquele mundo, e por vezes opiniões bem sarcásticas!
Se não fosse por isso acho que acharia o livro entre o médio e o bom, mas a escrita subiu na minha fasquia. A história apesar de estar boa acho que não é uma ideia totalmente original, tanto que me fez lembrar um livro do autor Filipe Faria. O pressuposto de alterar as histórias dos contos infantis que todos conhecem e dar um "e depois?" já não é algo novo neste mundo. Apesar das personagens terem o seu quê de actualidade e época medieval misturado, fazendo com que as histórias deixassem de ser tão semelhantes com as originais.
A forma como acabou também foi inesperada, houve bastantes momentos épicos que fiquei espantado, tal como o desfecho sem problemas do autor. E a revelação de quem é que era o narrador, não esperava que o autor fizesse isso logo no final do primeiro livro.
Um livro que me espantou de muitas formas e que aconselho a lerem!
Boas Leituras... ;)
8/10
André
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Se pudesses mudar o final de qualquer livro que já tenhas lido, qual seria e como mudarias?
André: Normalmente não tenho nada contra os finais, são como são, o autor fê-lo assim por alguma razão. Mas o certo é que fiquei um pouco desapontado com o final do livro Herança, mas não mudaria porque não sei como poderia mudar aquele final. A batalha final foi (para muitos) desapontante e entendo, mas entendo que o autor criou algo que seria impossível de destruir de qualquer outra forma. E entendo que a esperança de todos os leitores era que o amor juntasse tudo, mas pronto, nem sempre é assim a vida. Portanto apesar de ter ficado desapontado, acho que não mudaria nada.
André: Normalmente não tenho nada contra os finais, são como são, o autor fê-lo assim por alguma razão. Mas o certo é que fiquei um pouco desapontado com o final do livro Herança, mas não mudaria porque não sei como poderia mudar aquele final. A batalha final foi (para muitos) desapontante e entendo, mas entendo que o autor criou algo que seria impossível de destruir de qualquer outra forma. E entendo que a esperança de todos os leitores era que o amor juntasse tudo, mas pronto, nem sempre é assim a vida. Portanto apesar de ter ficado desapontado, acho que não mudaria nada.
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Publicada por
André Alves
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22:40
Etiquetas:
Editorial Presença,
Páginas Desfolhadas
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comentários
"Lief, Barda e Jasmim já conseguiram recuperar três das sete pedras preciosas do Cinto Mágico de Deltora - o topázio, o rubi e a opala -, ficando assim mais perto de derrotar o tirânico Senhor das Trevas. Mas os servos do inimigo estão por toda a parte, determinados em impedir a sua missão. E se alguns são facilmente reconhecíveis, outros há que mantêm bem oculta a sua temível lealdade...Depois de a custo terem escapado com vida da Cidade dos Ratos, os três amigos encontram-se agora na árida planície que a rodeia, sem recursos pois perderam todos os seus mantimentos. E a opala deu a Lief uma visão terrível do seu próximo destino: as Areias Movediças..."
Olá pessoal!
Mais uma opinião aqui para o blogue. Desta vez é o quarto volume da Saga de Deltora.
Acho que continuei com a mesma opinião que no volume anterior. Apesar de ser uma obra pequena que não chega às 170 páginas, achei que foi uma completa fantochada que aconteceu para encher chouriços como costumam dizer.
Não só o local para onde tinham de se dirigir e que deu o nome ao livro foi suprimido a umas míseras 20 páginas se tanto, tudo o resto foi empatado sem qualquer sentido. Poderiam dizer que foi para introduzir uma nova personagem, mas o certo é que existiam formas mais simples e que dariam mais páginas para desenvolver o enredo final.
De resto sendo um livro infanto-juvenil acho que tem algumas partes que deveria ter. Não sei se os infanto-juvenis actuais gostariam de ler algo como isto considerando que tem partes demasiado óbvias e no meu tempo gostava de algum mistério e algo que me desse em que pensar. Uma história envolvente que me agarrasse e me fizesse querer continuar até acabar não só aquele livro mas toda a colecção.
Diminuiu de qualidade, sim de certeza, e não sei se vai melhorar muito mais. Acho que os "dias de ouro" desta colecção já passaram. Se quiserem saber mais sobre esta saga, basta seguirem o link seguinte: Crítica - A Cidade dos Ratos
Boa Leitura... ;)
4/10
André
domingo, 16 de novembro de 2014
"Tsubaki and Black Star set off on their most difficult mission yet: a battle with the Uncanny Sword Masamune. But this fight holds personal significance for Tsubaki - their target is her older brother. Jealous of her inherited talents, Masamune is holding nothing back. Usually docile and complacent, Tsubaki must find the strength to overtake the Uncanny Sword before she too is sucked into the darkness."Hello people all around the world!
Parece que foi há uma eternidade que li algum mangá principalmente Soul Eater (se formos a ver já se passaram dois meses portanto...). Este é então o terceiro volume da saga.
Tenho sempre imensa pena devido aos volumes terem poucos capítulos, sinto sempre vontade de ler mais e mais. É certo que os capítulos são maiores do que nos outros mangás que li, mas mesmo assim, poderiam ter mais um ou dois por volume.
Neste volume estamos um pouco mais centrados em duas personagens, Tsubaki e Black Star e vemos um pouco do seu passado. Achei deveras interessante e cheio de acção. Consegue captar a atenção do leitor e fazer com que queira ler mais e saber mais dos próximos capítulos.
Não estava tão intenso como no anime, mas acho que isso será sempre um pouco assim, uma coisa é ver o anime e outra é o mangá. Mas mesmo assim achei relativamente bom.
Outra coisa boa é que não houve quase fanservice nenhum, melhorou nesse aspecto, achava um pouco decadente terem de recorrer a isso para obterem leitores. Agora pelos vistos já não o fazem tanto.
Quanto à arte, que nos primeiros dois volumes achava um pouco infantil demais, e muito diferente do anime, agora acho que já está um pouco melhor. Pelo menos algumas personagens pareceram-me diferentes dos primeiros volumes e mais parecidas com o anime (que era a minha preferência).
Estou a achar esta saga boa, e está a crescer pouco a pouco. Esperemos que a certa altura não caia pela pontuação abaixo. Aceitarei se tiver algumas oscilações, é normal não se conseguir manter excelente sempre. Mas logo veremos, se quiserem ler sobre o volume anterior, basta clicarem no seguinte link: Crítica - Soul Eater vol.2 - The Jet-Black Soul, Walk With Me
Boa Leitura... ;)
7.5/10
André
André
sábado, 15 de novembro de 2014
"Ignatius Perrish passou a noite embriagado e a fazer coisas terríveis.Na manhã seguinte acordou com uma ressaca tremenda, uma dor de cabeça violenta... e um par de cornos a sair-lhe das têmporas.
No início Ig pensou que os cornos eram uma alucinação, fruto de uma mente danificada pela furia e pelo desgosto. Passara um ano inteiro num purgatório solitário e privado depois da morte da sua amada, Merrin Williams, violada e assassinada em circunstâncias inexplicáveis. Um colapso mental teria sido a coisa mais natural do mundo. Mas nada havia de natural nos cornos, que eram bem reais.
Em tempos, o íntegro Ig usufruíra da vida dos bem-aventurados: nascido numa família privilegiada, segundo filho de um músico de renome e o irmão mais novo de uma estrela televisiva em ascensão, Ig tinha estabilidade, dinheiro e um lugar na comunidade. Ele tinha tudo isto e ainda mais: Merrin e um amor assente em fantasias partilhadas, audácia e a improvável magia do Verão.
Mas a morte de Merrin destruiu tudo. O único suspeito do crime, Ig nunca foi acusado ou julgado. Mas também nunca foi ilibado. No tribunal de opinião pública de Gideo, New Hampshire, Ig é e será sempre culpado. Nada que ele possa dizer ou fazer importa. Todos o abandonaram e parece que o próprio Deus também. Todos com excepção do demónio que está dentro de si...
E, agora, Ig está possuído por um poder novo e terrível que condiz com o seu novo look assustador - um talento macabro que tenciona usar para descobrir o monstro que matou Merrin e que destruiu a sua vida. Ser bom e rezar para que tudo corresse bem não o levou a lado nenhum. Chegou a altura de pôr em prática uma pequena vingança... Chegou a altura de o Diabo clamar o que lhe é devido..."
Boas leitores!
Bem que tento ler mais rápido mas parece que o mundo impede-me de fazê-lo, interpondo entre mim e a leitura mil e uma tarefas diferentes. Mas lá consegui terminar este livro, que digo com alegria que é um livro isolado, sem qualquer colecção, de um novo autor.
A adaptação cinematográfica deste livro estreou há relativamente pouco tempo cá em Portugal e ainda não a vi, mas após ler o livro fiquei curioso em saber como estará feito, quão fiel será ao livro.
Uma palavra para descrever esta obra: estranha. Mas acho que é daquela estranheza que segue o ditado "Primeiro estranha-se, depois entranha-se". Inicialmente achava aquilo um pouco como se tivesse andado a tomar substâncias ilícitas, mas ao fim de alguns capítulos já achava interessante e uma ideia engraçada.
Gostei do esquema de escrita, passar-se no presente e depois a certa altura conhecer-se parte do passado que desencadeou tudo mas sempre na perspectiva de uma pessoa diferente e que contribuiu para a causa.
Só tive um pouco de pena pelo final estar um pouco dramatizado demais para o que o livro era. Acho que estava muito cru e natural a escrita e a história e depois tornou-se apenas algo comercial que terminou de forma a que todos ficassem felizes.
Agora só em resta ver o filme e ver se a adaptação está boa. Quanto a vocês, aconselho-vos a lerem, é algo... diferente!
Boa Leitura... ;)
6.5/10
André
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