quinta-feira, 2 de outubro de 2014
O que é que lês quando estás doente e só queres algo fácil e confortável? Ou vês televisão em vez de ler? (Assumindo que não estás a dormir uma sesta claro.)André: Normalmente não leio nada diferente de quando estou saudável. Mas curiosamente se não estiver a dormir acho que é das poucas vezes em que vejo um pouco de televisão. Se o livro já me tiver despertado o interesse aí não me importo de abdicar da TV e ler uma grande obra.
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
"Whistling Tor é um lugar de segredos, uma colina arborizada e misteriosa que alberga a fortaleza de um chefe tribal cujo nome se pronuncia na região com repulsa e amargura. Há uma maldição que paira sobre a família de Anluan e o seu povo; os bosques escondem uma força perigosa que prenuncia desgraças a cada sussurro.No entanto, a fortaleza solitária é um porto seguro para Caitrin, uma jovem escriba inquieta que foge dos seus próprios fantasmas. Apesar do temperamento de Anluan e dos misteriosos segredos guardados nos corredores escuros, este lugar há muito temido providencia o refúgio de que ela tanto precisa. À medida que o tempo passa, Caitrin aprende que há mais por detrás do atormentado jovem e dos estranhos membros do seu lar do que ela pensava. Só através do seu amor e determinação é que a maldição poderá ser desfeita e Anluan e a sua gente libertados..."
Boas pessoal!
Bem isto ultimamente anda lento quanto a novidades. Mas a ver se melhoramos! Aqui está uma nova crítica, duma autora já conhecida deste blogue, Juliet Marillier. Este livro não pertence a nenhuma colecção, é um livro isolado, felizmente que colecções inacabadas é o que não me falta.
Infelizmente a autora não me surpreendeu de maneira nenhuma com este livro. Quando o comecei a ler bastaram cinquenta páginas se tanto para perder o interesse. Porquê? Porque eu lia e a primeira coisa que me vinha à cabeça era que a história era uma versão ligeiramente do conto infantil da Disney "A Bela e o Monstro". Havia um homem deformado, uma rapariga muito interessada em livros, um castelo meio abandonado e em ruínas, vários "espíritos" que eram amigos do homem deformado e uma maldição que, curiosamente, o amor conseguiu quebrar.
Para além disso o facto de bastar uma das personagens aparecer duas vezes no início da história para perceber que era a pessoa por detrás de todos os problemas foi uma desilusão enorme. Não houve qualquer mistério nessa parte ou curiosidade em saber quem seria responsável por tudo.
Acho que a melhor parte foi mesmo as páginas finais quando há batalhas e desafios entre personagens, teve algumas coisas menos esperadas e que entusiasmaram ligeiramente o leitor, de resto foi muito monótono e pouco realista dentro da fantasia que é o livro.
Não é de todo dos melhores livros da autora, se têm uma boa imagem da escrita dela então não vos aconselho a lerem este. Esperemos que melhores leituras venham.
Boa Leitura... ;)
4/10
André
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
Okay mostrem as vossas cartas... quem leu Shakespeare (no caso de Portugal José Saramago ou Eça de Queiroz) FORA da leitura obrigatória escolar? Vês as peças de teatro? E os filmes? Amam-nos? Pensam que são sobrestimados?
André: Sim já li livros de José Saramago fora da leitura obrigatória, li o livro Caím. Quanto a Eça de Queiroz não li mais nada dele. Já vi a peça de teatro de Os Maias, já filmes nem por isso. Quanto a serem sobrestimados, não acho. Foram bons autores, José Saramago ganhou o Nobel da Literatura o que não é para todos portanto, acho que merecem a fama. (E se falarmos de Shakespeare acho o mesmo, apesar de nunca ter lido uma obra inteira dele)
André: Sim já li livros de José Saramago fora da leitura obrigatória, li o livro Caím. Quanto a Eça de Queiroz não li mais nada dele. Já vi a peça de teatro de Os Maias, já filmes nem por isso. Quanto a serem sobrestimados, não acho. Foram bons autores, José Saramago ganhou o Nobel da Literatura o que não é para todos portanto, acho que merecem a fama. (E se falarmos de Shakespeare acho o mesmo, apesar de nunca ter lido uma obra inteira dele)
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Publicada por
André Alves
à(s)
21:56
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"Doze narrativas entrelaçadas de eventos recorrentes, estranhas tradições e visões assombrosas.Num livro repleto de luxúria e êxtase, encontramos doze personagens distintas que viveram na região de Northampton, em Inglaterra, durante um período de seis mil anos. Na tradição de Kipling e Borges, Moore viaja pela História misturando verdade e conjectura, num romance assombroso, comovente, por vezes trágico, mas sempre empolgante."
Boas leitores...
A semana já começou e com ela comecei a ler um novo livro. Acabei então este que é um livro isolado de um autor já muito conhecido mas que ainda não tinha tido o prazer de ler nada dele.
E arrependo-me agora porque pelo menos este livro está genial de muitas maneiras. Os doze capítulos passam-se cada um numa época histórica diferente, desde 4000 anos a.c. até 1995. Sempre histórias diferentes por vezes com modos de escrita muito diferentes e maravilhosos.
Há certos capítulos em que o autor dedicou-se afincadamente para retratar aquela época e resultou duma forma muito boa. Para além de engenhosa é cativante.
Outro pormenor que acabou por resultar numa obra estrondosa foi o facto de em todos os capítulos vai havendo pequenas "lembranças" de outras histórias. Um colar com contas azuis, uma igreja circular, enfim tantas outras que mais vale lerem.
Só tive pena do último capítulo, de todos os que houve foi para mim o mais aborrecido, quando podia ter muito potencial visto tratar-se da perspectiva do próprio escrito. Metade do capítulo foi a descrição da cidade e das suas ruas e não uma história em si.
Bem é um livro de certa forma estranho e de certa forma cativante, acho que vale a pena lerem, pela experiência. Fez-me lembrar um pouco de outro livro que li: Cloud Atlas mas numa versão mais virada para o passado. Mas agora vem outro livro... Da famosa Juliet Marillier.
Boas leituras... ;)
8/10
André
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
As outras pessoas da tua família também gostam de ler? Ou estás por tua conta?
André: Neste assunto estou por minha conta. Bem tento converter muitos familiares meus à literatura, mas não os consigo convencer, infelizmente.
André: Neste assunto estou por minha conta. Bem tento converter muitos familiares meus à literatura, mas não os consigo convencer, infelizmente.
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
"The remedial assignment continues as Soul and Maka confront Dr. Franken Stein, the man behind Sid-sensei's unfortunate transformation and the strongest meister ever to graduate from Death Weapon Meister Academy. Even without a weapon, his massive soul dwarfs them all - even big shot Black Star! Can Maka rally ger strength to face Stein in battle, or will despair be her downfall?"Hello readers!
Como sempre, os mangás são lidos num instante, até me sabem a pouco, apetece-me sempre ler mais e mais. Mas não tenho por isso... Bem falemos então do segundo volume da colecção Soul Eater.
Relativamente ao primeiro volume, acho que melhorou em vários aspectos. A história continua igual ao anime por enquanto, MAS teve algumas coisas diferentes já, pequenos pormenores, o que pode indicar que quanto mais avançar mais divergente vai ficar (e o que seria melhor para obter coisas novas, mas pior porque não se mantiveram fiéis ao mangá). Se nunca viram o anime então tenho a dizer que a história é interessante e consegue ter as suas surpresas boas e más de vez em quando.
O fanservice também diminuiu, graças a deus. Mesmo assim teve ainda algumas partes desnecessárias mas como não foram em todos os capítulos até se consegue aceitar como algo normal. (Como podemos ver na capa deste volume.)
A arte, infelizmente não mudou muito, as personagens principais parecem ainda muito infantis. Já as outras personagens (que são adultos sempre) não são muito diferentes do anime.
Tenho a referir ainda que este é um mangá brilhante quanto à leveza de leitura, calhou mesmo bem por ser algo cheio de piadas e conversa leve. Não teve um grande mistério ou enredos de baralhar o leitor e isso por vezes é o que calha mesmo bem.
Se têm curiosidade em ler esta colecção tenho a dizer-vos que aconselho, o primeiro volume até que nem está mau, mas este melhorou um pouco, vamos ver se os próximos fazem o mesmo. Se quiserem saber mais do primeiro volume sigam o link: Crítica - Soul Eater Vol.1 - Listen to the Beat of the Soul
Boa Leitura... ;)
7/10
André
domingo, 14 de setembro de 2014
Publicada por
André Alves
à(s)
21:17
Etiquetas:
Editorial Presença,
Páginas Desfolhadas
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"Nova incursão na fervilhante Allaryia, neste terceiro volume das suas crónicas, contadas pelo fiel escriba, Pearnon. Reencontramos Aewyre e os seus companheiros na cidade de Val-Oryth em Tanarch, a um passo do seu destino último: Asmodeon. Aí, Aewyre espera poder por fim descortinar o destino de seu pai Aezrel, o desaparecido campeão de Allaryia. O jovem príncipe e seus companheiros aprofundaram entretanto os laços de amizade que os unem, mas não sem duros sacrifícios, dos quais resultaram feridas profundas que dificilmente sararão. Velhos inimigos regressam para atormentar o grupo, e nas sombras da própria Val-Oryth residem perigosos adversários que os companheiros desconhecem e que os submeterão a rudes provações.Não muito longe de Tanarch, as Marés Negras sobem uma vez mais, trazendo consigo memórias de um passado sombrio e pressagiando tempos conturbados para Allaryia e todos os seus habitantes. O mistério adensa-se, a adrenalina sobre e Filipe Faria conquista cada vez mais adeptos entusiastas.
Mais um romance de fantasia épica fascinante e absorvente, do autor dos títulos A Manopla de Karasthan e Os Filhos do Flagelo, ambos publicados na colecção «Via Láctea»."
Boas a todos os leitores...
Já estava com saudades de publicar aqui uma nova crítica, parece que se passaram semanas, tudo devido a este livro. Aqui temos o terceiro de sete livros desta colecção a que chamam Crónicas de Allaryia, de um autor português (que temos de publicitar sempre).
E qual a minha opinião sobre esta obra? Tenho vários pontos a tratar. Posso começar pela escrita. A escrita deste autor é extremamente rica quanto a vocabulário e expressões. O trabalho que ele teve em "inventar" uma nova língua que não passava do português arcaico foi um "golpe" de génio.
No entanto, a escrita dele tem uma falha que quase se tornou mortal para mim. É demasiado descritiva e acrescentado ao facto da escrita ser demasiado longa (parágrafos muito grandes) tem um efeito sinergético que acaba com a vontade do leitor em muitas partes.
O certo é que o enredo compensa em parte isto, visto que está muito bom e envolvente com surpresas, mistério e batalhas suficientes para agradarem o típico fã de fantasia épica. Houve alguns capítulos um pouco desnecessários a meu ver, normalmente capítulos que não envolviam as personagens principais.
Já o final do livro foi muito repentino e arrebatador, passo a explicar. O livro tem uma batalha final que já é o culminar de duas batalhas anteriores, pelo que a escrita sobre batalhas, duelos e assuntos relacionados já está muito explorado ao ponto de cansar, mas depois como ocorrem acontecimentos chave para a história o autor é agarrado uma vez mais àquela confusão de parágrafos gigantescos e suspanse imenso até que acabe o capítulo.
É interessante mas não uma grande obra-prima, com pena minha porque a história tinha capacidade para isso. Veremos como são os próximos volumes. Entretanto se quiserem saber da opinião ao livro anterior da colecção, sigam o link: Crítica - Os Filhos do Flagelo
Boas Leituras... ;)
5.5/10
André
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