segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Publicada por
André Alves
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21:56
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"Doze narrativas entrelaçadas de eventos recorrentes, estranhas tradições e visões assombrosas.Num livro repleto de luxúria e êxtase, encontramos doze personagens distintas que viveram na região de Northampton, em Inglaterra, durante um período de seis mil anos. Na tradição de Kipling e Borges, Moore viaja pela História misturando verdade e conjectura, num romance assombroso, comovente, por vezes trágico, mas sempre empolgante."
Boas leitores...
A semana já começou e com ela comecei a ler um novo livro. Acabei então este que é um livro isolado de um autor já muito conhecido mas que ainda não tinha tido o prazer de ler nada dele.
E arrependo-me agora porque pelo menos este livro está genial de muitas maneiras. Os doze capítulos passam-se cada um numa época histórica diferente, desde 4000 anos a.c. até 1995. Sempre histórias diferentes por vezes com modos de escrita muito diferentes e maravilhosos.
Há certos capítulos em que o autor dedicou-se afincadamente para retratar aquela época e resultou duma forma muito boa. Para além de engenhosa é cativante.
Outro pormenor que acabou por resultar numa obra estrondosa foi o facto de em todos os capítulos vai havendo pequenas "lembranças" de outras histórias. Um colar com contas azuis, uma igreja circular, enfim tantas outras que mais vale lerem.
Só tive pena do último capítulo, de todos os que houve foi para mim o mais aborrecido, quando podia ter muito potencial visto tratar-se da perspectiva do próprio escrito. Metade do capítulo foi a descrição da cidade e das suas ruas e não uma história em si.
Bem é um livro de certa forma estranho e de certa forma cativante, acho que vale a pena lerem, pela experiência. Fez-me lembrar um pouco de outro livro que li: Cloud Atlas mas numa versão mais virada para o passado. Mas agora vem outro livro... Da famosa Juliet Marillier.
Boas leituras... ;)
8/10
André
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
As outras pessoas da tua família também gostam de ler? Ou estás por tua conta?
André: Neste assunto estou por minha conta. Bem tento converter muitos familiares meus à literatura, mas não os consigo convencer, infelizmente.
André: Neste assunto estou por minha conta. Bem tento converter muitos familiares meus à literatura, mas não os consigo convencer, infelizmente.
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
"The remedial assignment continues as Soul and Maka confront Dr. Franken Stein, the man behind Sid-sensei's unfortunate transformation and the strongest meister ever to graduate from Death Weapon Meister Academy. Even without a weapon, his massive soul dwarfs them all - even big shot Black Star! Can Maka rally ger strength to face Stein in battle, or will despair be her downfall?"Hello readers!
Como sempre, os mangás são lidos num instante, até me sabem a pouco, apetece-me sempre ler mais e mais. Mas não tenho por isso... Bem falemos então do segundo volume da colecção Soul Eater.
Relativamente ao primeiro volume, acho que melhorou em vários aspectos. A história continua igual ao anime por enquanto, MAS teve algumas coisas diferentes já, pequenos pormenores, o que pode indicar que quanto mais avançar mais divergente vai ficar (e o que seria melhor para obter coisas novas, mas pior porque não se mantiveram fiéis ao mangá). Se nunca viram o anime então tenho a dizer que a história é interessante e consegue ter as suas surpresas boas e más de vez em quando.
O fanservice também diminuiu, graças a deus. Mesmo assim teve ainda algumas partes desnecessárias mas como não foram em todos os capítulos até se consegue aceitar como algo normal. (Como podemos ver na capa deste volume.)
A arte, infelizmente não mudou muito, as personagens principais parecem ainda muito infantis. Já as outras personagens (que são adultos sempre) não são muito diferentes do anime.
Tenho a referir ainda que este é um mangá brilhante quanto à leveza de leitura, calhou mesmo bem por ser algo cheio de piadas e conversa leve. Não teve um grande mistério ou enredos de baralhar o leitor e isso por vezes é o que calha mesmo bem.
Se têm curiosidade em ler esta colecção tenho a dizer-vos que aconselho, o primeiro volume até que nem está mau, mas este melhorou um pouco, vamos ver se os próximos fazem o mesmo. Se quiserem saber mais do primeiro volume sigam o link: Crítica - Soul Eater Vol.1 - Listen to the Beat of the Soul
Boa Leitura... ;)
7/10
André
domingo, 14 de setembro de 2014
Publicada por
André Alves
à(s)
21:17
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Editorial Presença,
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"Nova incursão na fervilhante Allaryia, neste terceiro volume das suas crónicas, contadas pelo fiel escriba, Pearnon. Reencontramos Aewyre e os seus companheiros na cidade de Val-Oryth em Tanarch, a um passo do seu destino último: Asmodeon. Aí, Aewyre espera poder por fim descortinar o destino de seu pai Aezrel, o desaparecido campeão de Allaryia. O jovem príncipe e seus companheiros aprofundaram entretanto os laços de amizade que os unem, mas não sem duros sacrifícios, dos quais resultaram feridas profundas que dificilmente sararão. Velhos inimigos regressam para atormentar o grupo, e nas sombras da própria Val-Oryth residem perigosos adversários que os companheiros desconhecem e que os submeterão a rudes provações.Não muito longe de Tanarch, as Marés Negras sobem uma vez mais, trazendo consigo memórias de um passado sombrio e pressagiando tempos conturbados para Allaryia e todos os seus habitantes. O mistério adensa-se, a adrenalina sobre e Filipe Faria conquista cada vez mais adeptos entusiastas.
Mais um romance de fantasia épica fascinante e absorvente, do autor dos títulos A Manopla de Karasthan e Os Filhos do Flagelo, ambos publicados na colecção «Via Láctea»."
Boas a todos os leitores...
Já estava com saudades de publicar aqui uma nova crítica, parece que se passaram semanas, tudo devido a este livro. Aqui temos o terceiro de sete livros desta colecção a que chamam Crónicas de Allaryia, de um autor português (que temos de publicitar sempre).
E qual a minha opinião sobre esta obra? Tenho vários pontos a tratar. Posso começar pela escrita. A escrita deste autor é extremamente rica quanto a vocabulário e expressões. O trabalho que ele teve em "inventar" uma nova língua que não passava do português arcaico foi um "golpe" de génio.
No entanto, a escrita dele tem uma falha que quase se tornou mortal para mim. É demasiado descritiva e acrescentado ao facto da escrita ser demasiado longa (parágrafos muito grandes) tem um efeito sinergético que acaba com a vontade do leitor em muitas partes.
O certo é que o enredo compensa em parte isto, visto que está muito bom e envolvente com surpresas, mistério e batalhas suficientes para agradarem o típico fã de fantasia épica. Houve alguns capítulos um pouco desnecessários a meu ver, normalmente capítulos que não envolviam as personagens principais.
Já o final do livro foi muito repentino e arrebatador, passo a explicar. O livro tem uma batalha final que já é o culminar de duas batalhas anteriores, pelo que a escrita sobre batalhas, duelos e assuntos relacionados já está muito explorado ao ponto de cansar, mas depois como ocorrem acontecimentos chave para a história o autor é agarrado uma vez mais àquela confusão de parágrafos gigantescos e suspanse imenso até que acabe o capítulo.
É interessante mas não uma grande obra-prima, com pena minha porque a história tinha capacidade para isso. Veremos como são os próximos volumes. Entretanto se quiserem saber da opinião ao livro anterior da colecção, sigam o link: Crítica - Os Filhos do Flagelo
Boas Leituras... ;)
5.5/10
André
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Se um amigo teu pede-te para recomendares um livro mesmo bom - boa escrita, boas personagens, boa história - mas sem qualquer outras qualificações... o que é que recomendarias?
André: Iria depender muito da pessoa, mas talvez Eragon, O Homem Pintado ou O Nome do Vento entre tantos outros para quem gosta de fantasia. Mas algo mais sério também recomendava com facilidade, O Perfume por exemplo é uma dessas recomendações. Se pudesse ser algo em inglês, era a saga Wheel of Time. Tantas opções, e ainda procuro as próximas obras-primas que possa ler e recomendar.
André: Iria depender muito da pessoa, mas talvez Eragon, O Homem Pintado ou O Nome do Vento entre tantos outros para quem gosta de fantasia. Mas algo mais sério também recomendava com facilidade, O Perfume por exemplo é uma dessas recomendações. Se pudesse ser algo em inglês, era a saga Wheel of Time. Tantas opções, e ainda procuro as próximas obras-primas que possa ler e recomendar.
sábado, 6 de setembro de 2014
"Sonea percorreu um longo caminho desde que era apenas uma criança pobre, detentora de um incrível poder por explorar. Conquistou o respeito, ainda que amargo, dos seus colegas noviços e um lugar na Guilda dos Mágicos. Mas há muita coisa que gostaria de nunca ter descoberto - aquilo que testemunhou, por exemplo, na câmara subterrânea do misterioso Senhor Akkarin... e o conhecimento de que a Guilda era observada de perto por um antigo e temível inimigo.Ainda assim, não ousará ignorar as terríveis verdades que o Supremo Lorde partilhará com ela, mesmo temendo que possa ser um truque, um esquema de modo a poder usar os seus fantásticos poderes para realizar os seus mais obscuros objectivos. Pois Sonea sabe que o seu futuo está nas mãos de Akkarin e que só na escuridão conseguirá atingir a verdadeira grandeza... se sobreviver."
Boas Leitores...
Estou a acabar uma colecção! Sim é verdade, menos uma coisa em aberto que deixo pelo blogue. Esta trilogia fica oficialmente terminada com esta crítica.
E como terminou então este trio? Nada mal, conseguiu recuperar do segundo livro. A história deixou de ser tão comercial como estava e passou a ter uma vertente de mistério, aventura e acção muito maior do que tinha antes.
Houve certos pormenores um pouco discordantes a meu ver, a protagonista alterou a sua opinião depressa de mais, num assunto que para ela era o mais absoluto dos horrores, pensamentos que ela nunca teria apareceram ao fim de poucas páginas de lhe ser apresentado um problema.
A batalha final (sim porque nestes livros tem de haver sempre uma batalha final) esteve particularmente boa na parte de armadilhas e estratégia, porque o último confronto não foi tão satisfatório como podia ter sido, com a quantidade e qualidade das coisas que tinham acontecido antes, a autora deveria ter melhorado esta parte.
Quanto ao epílogo... Era mais ou menos o que esperava, agradando-me assim, e chegando a surpreender-me e a tirar um mini-riso da boca. Foi um fecho da trilogia agradável mas não perfeito.
Caso queiram saber mais desta colecção, cliquem no link seguinte e ele levar-vos-á ao volume anterior: Crítica - A Iniciação
Boa Leitura... ;)
7/10
André
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Todos nós já tivemos de ler muitas coisas diferentes na escola - algumas que gostámos, algumas que não tanto. Há algum autor que começaste a gostar quando te foi introduzido nas aulas de Português? Ou - o contrário. Há algum que odeies porque foste forçado a ler na altura? Alguma vez voltaste a tentar lê-lo outra vez?
André: Acho que quando tive de ler livros para as aulas não me vi a odiar ou adorar algum autor. Estava curioso sobre José Saramago, pela forma de escrita e pelas críticas à sociedade, mas antes de ler o Memorial do Convento li o livro Caím, também dele, pelo que fui para a aula já adaptado à escrita dele. Esse é dos únicos autores que li quando estava na escola que tenho pena de não ler mais nada dele.
André: Acho que quando tive de ler livros para as aulas não me vi a odiar ou adorar algum autor. Estava curioso sobre José Saramago, pela forma de escrita e pelas críticas à sociedade, mas antes de ler o Memorial do Convento li o livro Caím, também dele, pelo que fui para a aula já adaptado à escrita dele. Esse é dos únicos autores que li quando estava na escola que tenho pena de não ler mais nada dele.
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