quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Todos nós já tivemos de ler muitas coisas diferentes na escola - algumas que gostámos, algumas que não tanto. Há algum autor que começaste a gostar quando te foi introduzido nas aulas de Português? Ou - o contrário. Há algum que odeies porque foste forçado a ler na altura? Alguma vez voltaste a tentar lê-lo outra vez?
André: Acho que quando tive de ler livros para as aulas não me vi a odiar ou adorar algum autor. Estava curioso sobre José Saramago, pela forma de escrita e pelas críticas à sociedade, mas antes de ler o Memorial do Convento li o livro Caím, também dele, pelo que fui para a aula já adaptado à escrita dele. Esse é dos únicos autores que li quando estava na escola que tenho pena de não ler mais nada dele.
André: Acho que quando tive de ler livros para as aulas não me vi a odiar ou adorar algum autor. Estava curioso sobre José Saramago, pela forma de escrita e pelas críticas à sociedade, mas antes de ler o Memorial do Convento li o livro Caím, também dele, pelo que fui para a aula já adaptado à escrita dele. Esse é dos únicos autores que li quando estava na escola que tenho pena de não ler mais nada dele.
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Publicada por
André Alves
à(s)
09:43
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Páginas Desfolhadas,
Saída de Emergência
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"O Livro de Enoque, o mais poderoso artefacto do mundo, é uma crónica dos erros de Deus e contém nas suas páginas a chave para o fim do mundo. Infelizmente acaba de ser roubado.Estamos em 1919 e a Grande Guerra chegou ao fim. Mas nas sombras da civilização as mortes apenas acabam de começar. Nestes tempos perigosos em que a linha entre ordem e caos ameaça extinguir-se, um grupo de visionários jura proteger a humanidade. São conhecidos como Arcanum.
Quando Konstantin Duvall, o fundador do Clube, morre de forma suspeita em Londres, cabe ao mais antigo membro, o famoso escritor Sir Arthur Conan Doyle, investigar o caso. Pois da biblioteca secreta do morto desapareceu o artefacto mais poderoso do mundo: o Livro de Enoque. Este é o crime que ameaça ser muito mais do que uma guerra entre seitas ou nações, mas sim a derradeira batalha entre o Céu e o Inferno.
Arcanum é um thriller brilhante e original sobre o religioso e o sobrenatural. Repleto de drama, suspense e algumas das personagens mais marcantes da história, como o mágico Houdini, o estranho escritor H. P. Lovecraft e o engenhoso Sir Arthur Conan Doyle, criador de Sherlock Holmes."
Boas leitores!
Chegámos a Setembro, lá se estão a acabar as férias para todos. Mas haverá sempre tempo para ler um pouco. Para começarmos o mês logo pelo dia 1 cá está uma nova crítica. É um livro isolado, sem colecções (graças a deus porque colecções inacabadas é o que não me falta).
Nunca tinha lido nada deste autor, o que vendo agora até é uma pena, porque ele não escreve nada mal. Foi surpreendente perceber que o livro tinha como protagonistas pessoas reais e mundialmente famosas, acho que para isso é preciso ter cuidado para se manter fiel ao que os registos afirmam e, no entanto, conseguir dar a sua personalidade para a história em si.
É como o facto do enredo passar-se em 1919, não sei de todo se está fiel à época, mas parece-me que o autor esforçou-se para isso, o que só por si vale alguns pontos.
Já o enredo esteve um pouco agridoce, estava interessante e empolgante a escrita o suficiente para ficar curioso para ler mais, mas tratar-se de sociedades secretas (o que não é mau de todo) mas depois aparecerem anjos e demónios foi um pouco exagerado e fantasioso demais para o livro que era.
Uma coisa boa foi que como este era um livro único, o autor teve de criar mistérios e resolvê-los a todos até ao final do livro, pelo que não houve grandes perguntas que ficaram sem resposta, que é algo que eu odeio que façam.
Acho que era um bom livro para ser adaptado a filme, seria algo diferente e deveras engraçado. Principalmente com as personagens que tem, o quanto me ri ao ler sobre H. P. Lovecraft quando na realidade já li os 5 livros de contos publicados em Portugal e tinha uma imagem mental dele um pouco... diferente
.
Boa Leitura... ;)
6.5/10
André
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
Há algum livro ou autor que odeies? Porquê? É a escrita? A história? A personalidade do autor? E lerias na mesma as suas obras?André: Não há nenhum livro que odeie plenamente. De certo existem obras que não gosto mesmo nada como foi o caso de Espírito das Luzes e do seu autor Octávio dos Santos. Não só pela obra que não achei nada de espantoso como pela falta de humildade e respeito que o autor teve para comigo quando viu a crítica da sua obra aqui neste blogue.
Apesar disso, como sempre achei que um ponto não faz um recta, muito provavelmente leria uma outra obra dele, na esperança que a minha opinião sobre a escrita dele sofresse algumas mudanças. No entanto a opinião que tenho sobre a personalidade do autor não muda.
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
Publicada por
André Alves
à(s)
21:54
Etiquetas:
Páginas Desfolhadas,
Saída de Emergência
0
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"Drizzt do'Urden está de volta. O temível elfo negro Drizzt do'Urden, o anão Bruenor, o bárbaro Wulfgar e o halfling Regis, iniciam uma demanda por Mithrall Hall, o lar dos antepassados de Bruenor.E à medida que os companheiros prosseguem o seu caminho, enfrentam novos desafios: Wulfgar começa a ultrapassar a aversão da sua tribo à magia, Regis está em fuga de um assassino implacável, o temível Artemis Enteri. E todos os sonhos de Bruenor em regastar a sua antiga pátria dependem de uma rapariga corajosa. Mas é Drizzt quem enfrenta o maior teste. Cansado da desconfiança e discriminação dos habitantes da superfície, pensa em regressar ao submundo tenebroso que o viu nascer e que abandonara anos antes.
Conseguirá o elfo negro ser aceite pelo mundo da superfície ou regressará às suas tão temidas origens?"
Olá caros leitores...
Sim, podem dizê-lo, ando a continuar colecções que ficaram paradas há muito tempo, estavam a ver que não? Pois é está aqui o segundo livro da Trilogia das Planícies Geladas com todos os volumes publicados em português, para aqueles que preferem ler nesta língua.
Quanto à história, já se passaram dois anos desde que li o livro anterior, então fui rever um pouco o que tinha acontecido, não era muito necessário, o certo é que o início da narrativa consegue colocar o leitor ao corrente do que se passa. O enredo em si não está muito forte, ainda para mais num livro semelhante a um filme de acção num mundo medieval, acontecem demasiadas coisas que acabam por perder a importância visto que conseguem sempre salvar-se nos últimos instantes.
As personagens não sofrem tantas crises de personalidade como a sinopse dá a crer, muito pelo contrário, achei que o desenvolvimento estava pobre e incompleto, pouco aprofundamento houve relativamente ao que as personagens pensavam dos seus futuros ou das mudanças à volta deles.
A única coisa que estava bem feita foi o final da história, criou suspanse suficiente para que os leitores desejem ler o próximo livro rapidamente, com todos os pormenores certos onde deveriam estar, por vezes um pouco cliché mas às vezes até cai bem.
Está razoável, não é uma grande obra-prima, se quiserem saber do livro anterior basta seguirem o link seguinte: Crítica - Fragmento de Cristal
Boa Leitura... ;)
5.5/10
André
domingo, 24 de agosto de 2014
"Is becoming a successful manga artist an achievable dream or just one big gamble?
Average student Moritaka Mashiro enjoys drawing for fun. When his classmate and aspiring writer Akito Takagi discovers his talent, he begs Moritaka to team up with him as a manga-creating duo. But what exactly does it take to make it in the manga-publishing world?
After Moritaka and Akito collaborate on a manga together, they venture to publishing house Shueisha in hopes of capturing an editor's interest. As much potential as these two rookies have, will their story impress the pros and actually get printed?"
Hello everyone!
Hoje já é domingo, a semana está prestes a começar, mas antes cá está mais uma crítica, de mais um mangá. É o segundo volume de Bakuman.
A história continua com as personagens principais a perseguirem o seu sonho e a tentarem atingir os objectivos que colocam a eles mesmos. Em relação a estes nove capítulos houve tanto partes boas e entusiasmantes onde ficava agarrado para ver o que ia acontecer como houve outras vezes que eu lia e ficava um pouco duvidoso da história, com um pouco de inconsistência, mas enfim.
A arte continua muito boa, este mangá tem definitivamente uma vertente excelente que Death Note não tinha, as piadas e os momentos engraçados. Death Note foi sempre um mangá muito dark que não permitia piadas do género que existem nestes, onde as personagens sofrem fazendo o leitor rir, ou dizem piadas sem sentido, mas as próprias expressões deles permitem um ambiente muito mais leve.
E outra coisa que achei interessante foi a quantidade fiel de pormenores relativamente ao processo de um mangá ser escolhido e processado, a explicação dos questionários e da fama de um mangá é tudo muito interessante, e não foi explicado de forma a que o leitor morresse de tédio antes, foi de certa forma interactivo.
Acho que está bom, não tão bom como o primeiro, mas quase lá, vamos lá ver o que vem nos próximos volumes... Para verem a crítica ao primeiro volume, basta irem pelo seguinte link: Crítica - Bakuman vol.1 - Dreams and Reality
Boa Leitura... ;)
Average student Moritaka Mashiro enjoys drawing for fun. When his classmate and aspiring writer Akito Takagi discovers his talent, he begs Moritaka to team up with him as a manga-creating duo. But what exactly does it take to make it in the manga-publishing world?
After Moritaka and Akito collaborate on a manga together, they venture to publishing house Shueisha in hopes of capturing an editor's interest. As much potential as these two rookies have, will their story impress the pros and actually get printed?"
Hello everyone!
Hoje já é domingo, a semana está prestes a começar, mas antes cá está mais uma crítica, de mais um mangá. É o segundo volume de Bakuman.
A história continua com as personagens principais a perseguirem o seu sonho e a tentarem atingir os objectivos que colocam a eles mesmos. Em relação a estes nove capítulos houve tanto partes boas e entusiasmantes onde ficava agarrado para ver o que ia acontecer como houve outras vezes que eu lia e ficava um pouco duvidoso da história, com um pouco de inconsistência, mas enfim.
A arte continua muito boa, este mangá tem definitivamente uma vertente excelente que Death Note não tinha, as piadas e os momentos engraçados. Death Note foi sempre um mangá muito dark que não permitia piadas do género que existem nestes, onde as personagens sofrem fazendo o leitor rir, ou dizem piadas sem sentido, mas as próprias expressões deles permitem um ambiente muito mais leve.
E outra coisa que achei interessante foi a quantidade fiel de pormenores relativamente ao processo de um mangá ser escolhido e processado, a explicação dos questionários e da fama de um mangá é tudo muito interessante, e não foi explicado de forma a que o leitor morresse de tédio antes, foi de certa forma interactivo.
Acho que está bom, não tão bom como o primeiro, mas quase lá, vamos lá ver o que vem nos próximos volumes... Para verem a crítica ao primeiro volume, basta irem pelo seguinte link: Crítica - Bakuman vol.1 - Dreams and Reality
Boa Leitura... ;)
7,5/10
André
sábado, 23 de agosto de 2014
"Imardin é uma cidade escura e de intrigas políticas, onde aqueles que detêm a magia detêm o poder. Dentro dessa ordem estabelecida errou uma jovem menina de rua com extraordinários dons mágicos.Depois de adoptada pela Guilda dos Mágicos, a sua vida mudou para sempre - mas para melhor ou para pior? Sonea sabia que iria enfrentar um momento difícil na sua formação dentro da Guilda, mas não fazia ideia da animosidade que iria encontrar por parte dos seus companheiros noviços. Filhos e filhas das famílias mais poderosas do reino, eles parecem determinados a vê-la falhar a qualquer custo. Mas, ao aceitar a protecção do Senhor da Guilda, Sonea pode ter abraçado um destino ainda mais temível, pois o Senhor Akkarin guarda um segredo muito mais negro do que as suas vestes de mago."
Boas leitores...
Mais livros de magia! Este é o segundo de uma trilogia denominada A Trilogia do Mágico Negro cujos livros estão todos publicados em português.
O primeiro livro esteve muito bom, com imensas coisas que prometiam uma colecção estrondosa... Infelizmente este segundo volume perdeu muito do seu encanto. Ao que parece a autora decidiu enveredar por um caminho demasiado comercial.
O típico high school com os famosos e o bullying foram um tema constante nesta obra, e a suposta pobreza e revolta dos cidadãos foi completamente esquecida neste livro, o que foi um facto muito triste.
Por outro lado a autora escolheu outros assuntos com bastante "fogo" ético como a homossexualidade e a sua aceitação na sociedade, e por isso dou-lhe uns poucos pontinhos, muita da escrita hoje em dia não tem grandes metáforas ou grandes linhas de pensamento por detrás, são simples histórias sem fundo.
E outro ponto extra que dou é à batalha quase final que houve, foi muito bem escrita, agarrei-me ao livro nessa parte e enquanto lia o meu coração saltava de expectativa para ver o que aconteceria, nem todos os livros têm esta capacidade.
A história conseguiu desenrolar-se um pouco mas espero que tenha uma boa continuação no último volume da trilogia, tal como uma boa conclusão. Até lá podem aproveitar e ir cuscar a crítica do primeiro livro da colecção: Crítica - A Guilda dos Mágicos
Boa Leitura... ;)
5,5/10
André
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Lês livros de mistério? Se sim, porquê? São os mistérios em si que te são apelativos? O resolver o puzzle? Os assassínios? Ou porque é que não os lês? O que é que não te atrai?
André: Leio alguns livros de mistério/policiais, mas não muitos. Talvez porque acho que acabam sempre por cair no mesmo padrão. Só algumas boas novidades é que são capazes de me surpreender. Não tornam o assassino tão óbvio ou então fazem o oposto, tornam todas as personagens tão suspeitas que o leitor deixa de ter certeza se é aquela que ele pensava ser o assassino.
André: Leio alguns livros de mistério/policiais, mas não muitos. Talvez porque acho que acabam sempre por cair no mesmo padrão. Só algumas boas novidades é que são capazes de me surpreender. Não tornam o assassino tão óbvio ou então fazem o oposto, tornam todas as personagens tão suspeitas que o leitor deixa de ter certeza se é aquela que ele pensava ser o assassino.
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