quinta-feira, 28 de agosto de 2014
Há algum livro ou autor que odeies? Porquê? É a escrita? A história? A personalidade do autor? E lerias na mesma as suas obras?André: Não há nenhum livro que odeie plenamente. De certo existem obras que não gosto mesmo nada como foi o caso de Espírito das Luzes e do seu autor Octávio dos Santos. Não só pela obra que não achei nada de espantoso como pela falta de humildade e respeito que o autor teve para comigo quando viu a crítica da sua obra aqui neste blogue.
Apesar disso, como sempre achei que um ponto não faz um recta, muito provavelmente leria uma outra obra dele, na esperança que a minha opinião sobre a escrita dele sofresse algumas mudanças. No entanto a opinião que tenho sobre a personalidade do autor não muda.
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
Publicada por
André Alves
à(s)
21:54
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Saída de Emergência
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"Drizzt do'Urden está de volta. O temível elfo negro Drizzt do'Urden, o anão Bruenor, o bárbaro Wulfgar e o halfling Regis, iniciam uma demanda por Mithrall Hall, o lar dos antepassados de Bruenor.E à medida que os companheiros prosseguem o seu caminho, enfrentam novos desafios: Wulfgar começa a ultrapassar a aversão da sua tribo à magia, Regis está em fuga de um assassino implacável, o temível Artemis Enteri. E todos os sonhos de Bruenor em regastar a sua antiga pátria dependem de uma rapariga corajosa. Mas é Drizzt quem enfrenta o maior teste. Cansado da desconfiança e discriminação dos habitantes da superfície, pensa em regressar ao submundo tenebroso que o viu nascer e que abandonara anos antes.
Conseguirá o elfo negro ser aceite pelo mundo da superfície ou regressará às suas tão temidas origens?"
Olá caros leitores...
Sim, podem dizê-lo, ando a continuar colecções que ficaram paradas há muito tempo, estavam a ver que não? Pois é está aqui o segundo livro da Trilogia das Planícies Geladas com todos os volumes publicados em português, para aqueles que preferem ler nesta língua.
Quanto à história, já se passaram dois anos desde que li o livro anterior, então fui rever um pouco o que tinha acontecido, não era muito necessário, o certo é que o início da narrativa consegue colocar o leitor ao corrente do que se passa. O enredo em si não está muito forte, ainda para mais num livro semelhante a um filme de acção num mundo medieval, acontecem demasiadas coisas que acabam por perder a importância visto que conseguem sempre salvar-se nos últimos instantes.
As personagens não sofrem tantas crises de personalidade como a sinopse dá a crer, muito pelo contrário, achei que o desenvolvimento estava pobre e incompleto, pouco aprofundamento houve relativamente ao que as personagens pensavam dos seus futuros ou das mudanças à volta deles.
A única coisa que estava bem feita foi o final da história, criou suspanse suficiente para que os leitores desejem ler o próximo livro rapidamente, com todos os pormenores certos onde deveriam estar, por vezes um pouco cliché mas às vezes até cai bem.
Está razoável, não é uma grande obra-prima, se quiserem saber do livro anterior basta seguirem o link seguinte: Crítica - Fragmento de Cristal
Boa Leitura... ;)
5.5/10
André
domingo, 24 de agosto de 2014
"Is becoming a successful manga artist an achievable dream or just one big gamble?
Average student Moritaka Mashiro enjoys drawing for fun. When his classmate and aspiring writer Akito Takagi discovers his talent, he begs Moritaka to team up with him as a manga-creating duo. But what exactly does it take to make it in the manga-publishing world?
After Moritaka and Akito collaborate on a manga together, they venture to publishing house Shueisha in hopes of capturing an editor's interest. As much potential as these two rookies have, will their story impress the pros and actually get printed?"
Hello everyone!
Hoje já é domingo, a semana está prestes a começar, mas antes cá está mais uma crítica, de mais um mangá. É o segundo volume de Bakuman.
A história continua com as personagens principais a perseguirem o seu sonho e a tentarem atingir os objectivos que colocam a eles mesmos. Em relação a estes nove capítulos houve tanto partes boas e entusiasmantes onde ficava agarrado para ver o que ia acontecer como houve outras vezes que eu lia e ficava um pouco duvidoso da história, com um pouco de inconsistência, mas enfim.
A arte continua muito boa, este mangá tem definitivamente uma vertente excelente que Death Note não tinha, as piadas e os momentos engraçados. Death Note foi sempre um mangá muito dark que não permitia piadas do género que existem nestes, onde as personagens sofrem fazendo o leitor rir, ou dizem piadas sem sentido, mas as próprias expressões deles permitem um ambiente muito mais leve.
E outra coisa que achei interessante foi a quantidade fiel de pormenores relativamente ao processo de um mangá ser escolhido e processado, a explicação dos questionários e da fama de um mangá é tudo muito interessante, e não foi explicado de forma a que o leitor morresse de tédio antes, foi de certa forma interactivo.
Acho que está bom, não tão bom como o primeiro, mas quase lá, vamos lá ver o que vem nos próximos volumes... Para verem a crítica ao primeiro volume, basta irem pelo seguinte link: Crítica - Bakuman vol.1 - Dreams and Reality
Boa Leitura... ;)
Average student Moritaka Mashiro enjoys drawing for fun. When his classmate and aspiring writer Akito Takagi discovers his talent, he begs Moritaka to team up with him as a manga-creating duo. But what exactly does it take to make it in the manga-publishing world?
After Moritaka and Akito collaborate on a manga together, they venture to publishing house Shueisha in hopes of capturing an editor's interest. As much potential as these two rookies have, will their story impress the pros and actually get printed?"
Hello everyone!
Hoje já é domingo, a semana está prestes a começar, mas antes cá está mais uma crítica, de mais um mangá. É o segundo volume de Bakuman.
A história continua com as personagens principais a perseguirem o seu sonho e a tentarem atingir os objectivos que colocam a eles mesmos. Em relação a estes nove capítulos houve tanto partes boas e entusiasmantes onde ficava agarrado para ver o que ia acontecer como houve outras vezes que eu lia e ficava um pouco duvidoso da história, com um pouco de inconsistência, mas enfim.
A arte continua muito boa, este mangá tem definitivamente uma vertente excelente que Death Note não tinha, as piadas e os momentos engraçados. Death Note foi sempre um mangá muito dark que não permitia piadas do género que existem nestes, onde as personagens sofrem fazendo o leitor rir, ou dizem piadas sem sentido, mas as próprias expressões deles permitem um ambiente muito mais leve.
E outra coisa que achei interessante foi a quantidade fiel de pormenores relativamente ao processo de um mangá ser escolhido e processado, a explicação dos questionários e da fama de um mangá é tudo muito interessante, e não foi explicado de forma a que o leitor morresse de tédio antes, foi de certa forma interactivo.
Acho que está bom, não tão bom como o primeiro, mas quase lá, vamos lá ver o que vem nos próximos volumes... Para verem a crítica ao primeiro volume, basta irem pelo seguinte link: Crítica - Bakuman vol.1 - Dreams and Reality
Boa Leitura... ;)
7,5/10
André
sábado, 23 de agosto de 2014
"Imardin é uma cidade escura e de intrigas políticas, onde aqueles que detêm a magia detêm o poder. Dentro dessa ordem estabelecida errou uma jovem menina de rua com extraordinários dons mágicos.Depois de adoptada pela Guilda dos Mágicos, a sua vida mudou para sempre - mas para melhor ou para pior? Sonea sabia que iria enfrentar um momento difícil na sua formação dentro da Guilda, mas não fazia ideia da animosidade que iria encontrar por parte dos seus companheiros noviços. Filhos e filhas das famílias mais poderosas do reino, eles parecem determinados a vê-la falhar a qualquer custo. Mas, ao aceitar a protecção do Senhor da Guilda, Sonea pode ter abraçado um destino ainda mais temível, pois o Senhor Akkarin guarda um segredo muito mais negro do que as suas vestes de mago."
Boas leitores...
Mais livros de magia! Este é o segundo de uma trilogia denominada A Trilogia do Mágico Negro cujos livros estão todos publicados em português.
O primeiro livro esteve muito bom, com imensas coisas que prometiam uma colecção estrondosa... Infelizmente este segundo volume perdeu muito do seu encanto. Ao que parece a autora decidiu enveredar por um caminho demasiado comercial.
O típico high school com os famosos e o bullying foram um tema constante nesta obra, e a suposta pobreza e revolta dos cidadãos foi completamente esquecida neste livro, o que foi um facto muito triste.
Por outro lado a autora escolheu outros assuntos com bastante "fogo" ético como a homossexualidade e a sua aceitação na sociedade, e por isso dou-lhe uns poucos pontinhos, muita da escrita hoje em dia não tem grandes metáforas ou grandes linhas de pensamento por detrás, são simples histórias sem fundo.
E outro ponto extra que dou é à batalha quase final que houve, foi muito bem escrita, agarrei-me ao livro nessa parte e enquanto lia o meu coração saltava de expectativa para ver o que aconteceria, nem todos os livros têm esta capacidade.
A história conseguiu desenrolar-se um pouco mas espero que tenha uma boa continuação no último volume da trilogia, tal como uma boa conclusão. Até lá podem aproveitar e ir cuscar a crítica do primeiro livro da colecção: Crítica - A Guilda dos Mágicos
Boa Leitura... ;)
5,5/10
André
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Lês livros de mistério? Se sim, porquê? São os mistérios em si que te são apelativos? O resolver o puzzle? Os assassínios? Ou porque é que não os lês? O que é que não te atrai?
André: Leio alguns livros de mistério/policiais, mas não muitos. Talvez porque acho que acabam sempre por cair no mesmo padrão. Só algumas boas novidades é que são capazes de me surpreender. Não tornam o assassino tão óbvio ou então fazem o oposto, tornam todas as personagens tão suspeitas que o leitor deixa de ter certeza se é aquela que ele pensava ser o assassino.
André: Leio alguns livros de mistério/policiais, mas não muitos. Talvez porque acho que acabam sempre por cair no mesmo padrão. Só algumas boas novidades é que são capazes de me surpreender. Não tornam o assassino tão óbvio ou então fazem o oposto, tornam todas as personagens tão suspeitas que o leitor deixa de ter certeza se é aquela que ele pensava ser o assassino.
domingo, 17 de agosto de 2014
Publicada por
André Alves
à(s)
19:27
Etiquetas:
Páginas Desfolhadas,
Saída de Emergência
0
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"O maior supercolisionador do mundo, encerrado numa montanha no Arizona, foi construido para revelar os segredos do momento da criação: o próprio Big Bang. O Torus é a máquina mais cara jamais criada pela Humanidade, gerida pelo computador mais poderoso do mundo, uma invenção do cientista Nobel, North Hazelius.Será o Torus capaz de divulgar os mistérios da criação do universo? Ou irá, de acordo com algumas previsões, sugar a Terra para um buraco negro? Poderá também ser uma tentativa satânica, como alguns televangelistas clamam, de desafiar o Deus Todo-Poderoso no próprio trono divino?
Sob a liderança de Hazelius, doze cientistas são enviados à montanha remota para ativar a máquina, e aquilo que descobrirem deverá ser mantido secreto a todo o custo. Wyman Ford, ex-monge e agente da CIA, tem a missão de descobrir o segredo, um segredo que irá destruir o mundo... ou salvá-lo. A contagem descrescente começou..."
Boas leitores...
Aqui estou com uma nova crítica de um autor novo, do qual ainda tenho um outro livro para ler dele. Esta obra pertence a uma colecção, aliás é o segundo, no entanto não é daquelas colecções que importe a ordem de leitura, bastante semelhante aos livros de Dan Brown. Mesmo personagem principal, histórias diferentes.
E ainda bem que falo de Dan Brown, porque achei este livro tremendamente semelhante no género. O "miolo" do livro poderia ter sido tirado de Dan Brown, claro que há vários aspectos característicos deste autor e não de Dan Brown.
A introdução foi uma delas, foi terrível, demasiado complicada, com demasiadas personagens a aparecer, vários nomes desnecessários e o tratar as personagens tanto pelo nome próprio como pelo apelido só serviu para baralhar ainda mais. Demorei quase cinquenta páginas para conseguir pegar no fio da história e segui-lo.
Outro aspecto foi a descrição de coisas por vezes desnecessárias, dava por mim às vezes a dispersar na leitura devido a uma descrição comprida de algo irrelevante.
Em compensação o livro teve bastante profundidade, com muita filosofia à mistura, algo que não esperava, cheguei a ler imenso numa noite da forma como aquilo me estava a interessar. O autor conseguiu por-me a suspeitar de todas as personagens quando as apresentava, sem nunca dar pistas sobre quem poderia ter cometido o dito crime.
O fim foi de certa forma agridoce. Tomou proporções que não esperava de forma nenhuma, fiquei a olhar boquiaberto para as páginas enquanto as coisas se passavam. A parte não tão doce foi descobrir quem era o óbvio culpado. Foi um facto previsível que comecei a suspeitar desde cedo.
Foi interessante ler algo deste autor, esperarei para ler algo mais. Se quiserem experimentar algo diferente, tentem isto! A capa é melhor do que a que aqui está, ela é reflectora daí que o scan que fiz dela não é dos melhores.
Boa Leitura... ;)
7/10
André
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
"A vida de Rose Hathaway nunca mais será a mesma... O recente ataque à Academia São Vladimir devastou por completo o mundo dos Moroi. Muitos morreram e os poucos que foram levados com vida pelos Strigoi esperam um destino ainda pior... Porém, apenas uma vítima importa: Dimitri Belikov. Rose vai ter de escolher entre cumprir a sua promessa e proteger Lissa - a sua melhor amiga e a última das princesas Dragomir - ou abandonar a Academia e dar caça ao homem que ama.Deverá Rose ir até ao fim do mundo para encontrar Dimitri e cumprir a promessa que ele lhe suplicou que fizesse? Terá ela força para destruir Dimitri ou irá sacrificar-se pela oportunidade de um amor eterno?"
Boas leitores...
Mais um livro terminado mas nem por isso uma colecção terminada. Esta tem até agora seis livros, dos quais só até este, que é o quarto, é que estão publicados em português, e não faço a mínima ideia se a editora irá publicar os dois restantes.
Mas falemos deste. O anterior da colecção já o tinha lido há mais de 3 anos por isso os acontecimentos já não estavam completamente nítidos na minha cabeça, pelo que tive de ir pesquisar um pouco a história antes de começar. Mas assim que me lembrei das coisas a leitura foi fácil de seguir. A escrita da autora não é nada complicada, e pudera visto que o público-alvo destes livros é gente jovem, de preferência feminina.
Apesar disso houve partes do enredo que achei interessantes e não estava à espera, já outros... Advinhei antes mesmo de começar a ler o livro, o que é triste. Tal como as personagens não terem um grande aprofundamento e estarem por vezes discordantes.
E além disso o enredo podia ter ficado tão mais complexo se a autora adicionasse alguns pormenores da Sibéria que é onde a parte principal ocorre, ficaria talvez bem melhor. Mas não a autora decidiu recorrer a algo seguro e comercial para poder vender e continuar a agarrar as leitoras aficcionadas.
Não é nada de especial, aliás eu continuo a ler esta colecção por lealdade às colecções (mesmo apesar delas não ficarem completamente editadas em português), mas se quiserem ver a crítica do livro anterior basta irem por este link: Crítica - O Beijo das Sombras
Boas Leituras... ;)
5.5/10
André
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