sábado, 2 de agosto de 2014
Publicada por
André Alves
à(s)
18:16
Etiquetas:
Editorial Presença,
Páginas Desfolhadas
0
comentários
"Nós avisamos masPreferiste arriscar
Agora alguém
Vai ter de pagar"
Boas uma vez mais leitores...
Após uma sinopse tão descritiva sobre este livro (ou talvez não, visto que ela está supostamente tapada por um bilhete colocado indevidamente) está aqui a crítica do segundo livro de cinco da colecção As Crónicas de Spiderwick.
Esta obra já mudou um pouco de estilo, teve muito mais acção e mistério que o anterior. Agora a história acaba por se desenrolar e apresentar novas personagens e um enredo maior do que o que os leitores julgavam.
O ambiente e os cenários continuam muito bons, tal como as ilustrações que ajudam o leitor a criar imagens mentais de criaturas por vezes horripilantes. Acho uma excelente ideia estes livros infanto-juvenis terem ilustrações assim. Podem acabar por introduzir de certa forma pessoas na leitura por não ser um livro muito pesado e ter imagens.
De resto não há muito a dizer sobre este livro (ou eu já não me lembro de muito para dizer visto que já li o livro há imensos anos), o melhor mesmo é lerem-no se estiverem curiosos. Para saberem mais da colecção, basta clicarem no link seguinte: Crítica - O Livro Fantástico
Boas Leituras... ;)
7/10
André
Publicada por
André Alves
à(s)
15:26
Etiquetas:
Editorial Presença,
Páginas Desfolhadas
0
comentários
"Fecha o livroDeixa-o de lado
Abri-lo será
Muito arriscado"
Boas leitores!
Como prometido vou começar a colocar umas pequenas críticas à colecção As Crónicas de Spiderwick visto que andei a ler a mais recente saga e ainda não tinha posto esta. Já a li há bastante tempo, no entanto acho que poderei providenciar umas críticas mais ou menos fiáveis.
Os livros agora têm uma capa diferente, as minhas ainda são as originais (e na minha opinião mais giras) e são cinco pequenos livros de cento e poucas páginas cheios de ilustrações.
Lembro-me perfeitamente que peguei neste livro e li a sinopse (ou melhor li a quadra que tem atrás porque a sinopse em si está tapada por isso) e fiquei bué entusiasmado em ler isso, afinal sempre ouvi dizer "o fruto proibido é o mais apetecido" e como jovem que era quis logo ler.
Não me arrependo nada. Para a idade que tinha era um livro muito bom, as ilustrações não cansavam tanto a leitura e portanto o livro era capaz de ser lido numa hora.
Quanto à história acho que está original, afinal que miúdo não deseja encontrar um mundo desconhecido cheio de criaturas mágicas e perigosas? Que jovem não deseja ter uma aventura como esta? E como as personagens são jovens também, os leitores podem rever-se a eles mesmos lá dentro do mundo de Spiderwick.
É um bom livro, que muitos deveriam ler, para ter perspectivas diferentes do que o filme proporcionou (que foi uma má adaptação cinematográfica).
Boas Leituras... ;)
6,5/10
André
Publicada por
André Alves
à(s)
12:15
Etiquetas:
Editorial Presença,
Páginas Desfolhadas
0
comentários
"Por falar em saltar da frigideira para o fogo!Eu estava a ficar convencido que a anormal da minha meia-irmã e aquele seu disparatado guia de campo iam mesmo arruinar a minha vida. Mas agora acho é que vão arruinar a Flórida inteira, também! Pronto! Talvez seja injusto. Se calhar todos estes estúpidos gigantes teriam acordado de qualquer maneira, mas se não fosse ela e aquele livro, eu estaria agora em casa a jogar consola e este seria O Problema Gigantesco de qualquer outra pessoa!"
Boas leitores...
Este foi o último livro completo que li durante as férias que tirei. É o segundo do que supostamente seria a trilogia de As Novas Crónicas de Spiderwick mas até agora só estão publicados os dois primeiros e não faço ideia se tencionam publicar o último em português.
Quanto a este livro o início é um pouco esquisito porque parece quase que o que as personagens passaram na obra anterior foi um sonho. Só após alguma leitura é que a acção retoma de onde o livro anterior tinha ficado.
Foi uma continuação boa mesmo assim, um pouco menos comercial, acho. O desenrolar da história com uma boa escrita para os jovens e ao ver que afinal nem tudo é o que parece dá aos leitores aquela sensação de torcer pelas personagens para que consigam vencer nos desafios que têm.
Quanto ao final desta história foi um pouco previsível considerando que já tinha havido imensas pistas ao longo de todo o livro, mas para quem não percebe as pistas acho que até pode ficar admirado com a surpresa final.
Gostaria apenas de poder ler o último livro desta colecção para saber como acaba, são bons livros infanto-juvenis, mas isso terá de ficar para depois. Se quiserem saber mais da crítica do livro anterior a este podem fazê-lo carregando no seguinte link: Crítica - A Canção da Ninfa
Boas Leituras... ;)
6/10
André
"Maka is a weapon meister, determined to turn her partner, a living scythe named Soul Eater, into a powerful death scythe - the ultimate weapon of Death himself!Charged with the task of reaping tainted souls, Maka and her fellow meisters strive to master their weapons as they face off against the bizarre and dangerous minions of the underworld. But the meisters' own personal quirks may prove a bigger obstacle than any sultry enchantress!"
Hello readers!
Mais um mangá de uma colecção diferente para o blogue! Desta vez é a colecção Soul Eater que ainda tem volumes a ser publicados!
Comecei a ler este mangá porque gostei imenso do anime, pelo que tudo o que li aqui já eu sabia o que acontecia e não foi uma grande novidade para mim. No entanto adorei voltar a rever o início, tem sempre imensa piada e estimula a curiosidade do leitor para saber mais sobre o que acontece nesta história.
A única coisa que fiquei um pouco desiludido foi com a arte. Algumas personagens como a Maka ou o Soul Eater parecem demasiado crianças para o assunto de que o mangá se trata. Nesse aspecto preferi o anime, onde eles estão mais velhos e portanto parece que têm a maturidade certa (apesar de todas as piadas a que são sujeitos na mesma).
Outro pequeno aspecto que por vezes achei desnecessário foi o fanservice. Completamente exagerado e óbvio. Se o fanservice for feito de forma discreta uma vez por outra ainda se compreende. Agora todos os capítulos terem esse tipo de pormenores começa a perder a credibilidade que o leitor tanto deseja ao ponto de se tornar desnecessário.
Este mangá poderia ter tido muito melhor pontuação, porque tem potencial para tal, mas pecou nalguns aspectos. Esperemos que os próximos melhorem.
Boas Leituras... ;)
6,5/10
André
quinta-feira, 31 de julho de 2014
Se eu pudesse dar um muito bom livro, novíssimo do teu autor favorito (vivo ou morto) AGORA MESMO, o que é que estarias disposto a fazer por isso?André: Não sei a resposta a esta pergunta. Grandes colecções que li e achei brutais como Eragon ou Harry Potter os autores estão a escrever novos livros sobre o mesmo mundo e acho que estão a cometer um grande erro que é "dar continuação a algo que devia estar terminado". Quando termina, termina, não devemos remoer no mesmo assunto, provavelmente acabarão por tornar-se comerciais, mas irei ler na mesma. Por isso não sei mesmo o que poderia dar. Talvez muito, faria muita coisa, mas só na altura saberia onde iriam os meus limites.
Publicada por
André Alves
à(s)
19:38
Etiquetas:
Editorial Presença,
Páginas Desfolhadas
2
comentários
"Esta estranha história passa-se no século XVIII e é fruto de um
extraordinário trabalho de reconstituição histórica que consegue captar
plenamente os ambientes da época tal como as mentalidades. O
protagonista é um artesão especializado no ofício de perfumista, e essa
arte constitui para ele - nascido no meio dos nauseabundos odores de um
mercado de rua - uma alquímica busca do Absoluto. O perfume supremo será
para ele uma forma de alcançar o Belo e, nessa demanda nada o detém,
nem mesmo os crimes mais hediondos, que fazem dele um ser monstruoso aos
nossos olhos. Jean-Baptiste Grenouille possui no entanto uma incorrupta
pureza que exerce um forte fascínio sobre o leitor. O Perfume,
publicado em 1985, de um autor então quase desconhecido, foi considerado
um dos mais importantes romances da década e nunca mais deixou de ser
reeditado desde então, totalizando os 4 milhões de exemplares vendi dos,
só na Alemanha, e 15 milhões em países estrangeiros. Foi traduzido em
42 línguas. Este fenómeno transformou-o num dos mais importantes livros
de culto de sempre. Em 2006, O Perfume passa a ser uma longa-metragem inspirada no romance de Patrick Süskind."Boas leitores...
Agora de férias já começam a aparecer as críticas dos livros que tenho lido. Este comecei mesmo antes de ir para férias e foi uma leitura genial. É um livro solto que me foi aconselhado e que ainda bem que o fizeram!
Tudo começou pela escrita diferente, com uma extrema importância para a vertente odorífera que estranhei ao início, a quantidade de descrição dos cheiros era algo estranho e que não estava habituado, mas tudo fazia sentido considerando o nome do livro e o fio por onde a história segue.
E que história! Inicialmente não entendi o porquê do subtítulo do livro "A História de um Assassino" mas foi uma explosão de pensamentos enquanto lia a obra e ia desvendando cada vez mais pormenores. Até que atingiu o climáx desejado no final e tem um fim excelente.
O crescimento da personagem e de tudo o que a rodeia está muito bem delineado, não há perdas de personalidade para que o leitor fique a questionar-se o porquê de repentina mudança.
O único ponto não muito a favor do livro, mas que também não me incomodou por aí além era o tamanho dos parágrafos, por vezes passavam de uma página e isso parecendo que não acaba por cansar o leitor ao fim de muitas páginas, ou até mesmo de perder o fio à meada a certa altura.
De resto é um livro que aconselho vivamente a lerem, tal como fizeram comigo! Nunca esperei que fosse ter uma surpresa tão agradável como esta. Wook
Se quiserem comprá-lo podem aproveitar e fazê-lo por este link:
Boa Leitura... ;)
9,5/10
André
quinta-feira, 24 de julho de 2014
Tipo diferente de leitura... O que é que pensas sobre cartas? Ainda envias cartas a alguém? Ou recebes? Ou apenas envias e-mail's e mensagens? Sentes falta dos dias quando as pessoas costumavam escrever cartas?
André: Eu sempre achei as cartas algo muito giro, original e romântico. Principalmente se forem depois seladas com cera e lacre, dá aquele ar de místico e antigo. Infelizmente não envio cartas a ninguém, e nem as recebo, mas gostava imenso de ter alguém a quem escrever assim.
André: Eu sempre achei as cartas algo muito giro, original e romântico. Principalmente se forem depois seladas com cera e lacre, dá aquele ar de místico e antigo. Infelizmente não envio cartas a ninguém, e nem as recebo, mas gostava imenso de ter alguém a quem escrever assim.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
