quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Tens algum equivalente literário das músicas de natal para colocar-te no humor da época natalícia? Algum livro que faças questão de ler nesta altura do ano?
André: Eu se calhar até teria alguns livros assim... Se não tivesse uma quantidade enorme de livros para ler como actualmente tenho, para além de que estes livros que estão para ser lidos vão entrando em lista de espera conforme vão chegando, para poder ler todos no seu devido tempo, por isso... Não, para humores natalícios bastam-me as músicas.
André: Eu se calhar até teria alguns livros assim... Se não tivesse uma quantidade enorme de livros para ler como actualmente tenho, para além de que estes livros que estão para ser lidos vão entrando em lista de espera conforme vão chegando, para poder ler todos no seu devido tempo, por isso... Não, para humores natalícios bastam-me as músicas.
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Publicada por
André Alves
à(s)
18:14
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Páginas Desfolhadas,
Saída de Emergência
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"Terre d’Ange é um lugar de beleza sem igual. Diz-se que os anjos deram
com a terra e a acharam boa… e que a raça resultante do amor entre anjos
e humanos se rege por uma simples regra: ama à tua vontade.Phèdre nó Delaunay foi vendida para a servidão em criança. O seu contrato foi comprado por um fidalgo, o primeiro a reconhecê-la como alguém atingido pelo Dardo de Kushiel, eleita para toda a vida experimentar a dor e o prazer como uma coisa só. Ele adestrou Phèdre nas artes palacianas e nos talentos de alcova — e, acima de tudo, na habilidade de observar, recordar e analisar.
Quando tropeçou numa trama que ameaçava os próprios alicerces da sua pátria, ela abriu mão de tudo o que lhe era mais querido para salvá-la. Sobreviveu, e viveu para que outros contassem a sua história, e se eles embelezaram o conto com tecido de mítico esplendor, não ficaram muito aquém da realidade. As mãos dos deuses pousam pesadamente sobre a fronte de Phèdre, e ainda não deram a sua missão por terminada. Embora a jovem rainha que jaz sentada no trono seja bem amada pelo povo, há quem creia que outro deveria usar a coroa… e aqueles que escaparam à ira dos poderosos ainda não acabaram as suas tramas de poder e vingança."
Boas leitores...
Aqui estou com uma crítica que deveria vir com um pequeno calorzinho para aquecer nestes dias gelados de Outono, mas enfim, imaginemos o calor. Entretanto informo-vos que este livro é o terceiro duma colecção de seis, dos quais todos estão disponíveis para comprarem se quiserem.
Quanto à obra, continua a história de Phèdre com mais intrigas e suspeitas, aventuras e confusões. Iniciando o livro de forma engraçada e conflituosa, a autora escreve de maneira a sentir o desgosto e a incerteza que a personagem sente ao ser manipulada por dois deuses e amar um discípulo de um terceiro deus.
O enredo torna-se mais entusiasmante com imensas páginas de comédia e suspanse na segunda metade do livro. Entre esta segunda metade e o que está para trás ficam só algumas partes para recordar no meio de uma intriga com imensos pormenores e que por vezes faria uma pessoa querer esquecer.
O que quero dizer com esta crítica é que está um misto de coisas boas e más, tem as partes cómicas e as partes boas de intriga e suspanse, mas por vezes tem páginas de raciocínio das personagens que levam a um adormecimento do leitor, o que é um ponto mau na escrita.
Enfim para quem já começou a ler a série, aconselho a continuarem, é o que vou fazer, talvez me surpreenda bastante nos próximos livros, afinal o final deste deixou algumas coisas em suspenso, veremos como continua.
Se quiserem aproveitar e ler a crítica do livro anterior da colecção podem chegar lá clicando no link seguinte: Crítica - A Marca de Kushiel
Para comprarem este livro basta clicarem neste link, ajudam assim o blogue: Wook
Boa Leitura... ;)
7/10
André
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Para além de livros, qual é a tua coisa favorita de ler? Jornais? Revistas? Blogues? Fanfiction? Websites específicos?André: Não sei se os mangás contam como livros, mas se contam então o que gosto mais de ler tirando livros é blogues literários ou então revistas de literatura fantástica, como a Revista Bang! da saída de emergência. Ou seja coisas relativas a outros livros é o que gosto de ler, excluo os jornais e as revistas porque o que aí aparece são sempre assuntos reais com desastres e políticas e coisas do género que poderia ver pela televisão.
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Publicada por
André Alves
à(s)
21:50
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Mangás Devorados,
Shonen Jump Advanced
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"Light Yagami is an ace student with great prospects - and he's bored out of his mind. But all that changes when he finds the Death Note,
a notebook dropped by a rogue Shinigami death god. Any human whose name
is written in the notebbok dies, and now Light has vowed to use the
power of the Death Note to rid the world of evil. But when criminals
begin dropping dead, the authorities send the legendary Detective L to
track down the killer. With L hot on his heels, will Light lose sight of
his noble goal... or his life?Zero
After a high-speed chase, Light and the task force apprehend the newest Kira. Light regains his Death Note and his memories, and the depths of his cunning are revealed as the plans he carefully put in place before going into confinement are slowly unveiled. His masterful manipulation of both humans and Shinigami lead him to the strongest position he's yet enjoyed. But the glow of his victory is marred when a new threat appears. Can Light withstand a surprise attack on two fronts?"
Hello leitores...
Aqui estou mais uma vez hoje desta vez pa dar-vos a crítica de mais um mangá, lógico que esta crítica veio rápido um livro daqueles é fácil de ler, apesar deste ter dado um pouco mais de trabalho.
Passo a explicar, neste volume a história dá uma reviravolta estrondosa, e finalmente, visto que os últimos volumes tinham sido um pouco parados, e desta vez ganha um ritmo cada vez mais acelerado e cheio de emoção chegando a um climáx espantoso.
No entanto, de tanta reviravolta que dá, e ao saber todos os planos da personagem principal, tive de reler um pouco estes mesmos planos para ver se conseguia entender a enormidade de tal acção. Demorou um pouco mas entendi todos os pormenores (acho eu).
A única coisa que diminuiu um pouco a intensidade deste volume foi que perto do final o volume foi perdendo um pouco a potência de agarrar o leitor, pelo menos para mim, não que tenha sido um fim previsto mas esperava algo mais estrondoso vindo da situação em questão, e não apenas aquilo que aconteceu. Sei que esta conversa é um pouco confusa, mas estou a tentar não spoilar ninguém.
Se quiserem saber mais do volume anterior podem fazê-lo seguindo este link: Crítica - Death Note vol.6 - Give-and-Take
Para comprarem este volume, podem comprá-lo aqui: Wook
Boa Leitura... ;)
7/10
André
Publicada por
André Alves
à(s)
17:59
Etiquetas:
Páginas Desfolhadas,
Saída de Emergência
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"Para trás ficaram Terre d’Ange e as intrigas palacianas, a Corte das Flores
da Noite, os amados Delaunay e Alcuin, os amigos, patronos e tudo o que
para Phèdre evoca a palavra "casa"… Para trás ficaram também a herdade
e a familiaridade da sua ternura tosca, a gentileza das suas mulheres e a
beleza das suas cantigas…Diante de Phèdre abre-se agora a incógnita de um destino de cativeiro às mãos do cruel Waldemar Selig, no ambiente hostil da sua herdade e das suas gentes… O desvendar da ameaça que paira sobre Terre d’Ange, dos planos de um poderoso comandante e dos traidores d’Angelines.
Pela pena de Phèdre, afrontamos o Mais Amargo Inverno através da vastidão skáldica. O retorno a Terre d’Ange e a oportunidade de salvar tudo o que lhe é mais querido.
Traição, guerra, desafio, imolação, amor e redenção. Logrará Phèdre fazer jus à Marca de Kushiel e concretizar esse sonho tão ansiado?"
Boas leitores...
Aqui estou a retomar a leitura duma colecção que estava estagnada há demasiado tempo, li o primeiro volume desta colecção em 2011 e agora voltei a pegar nela, vou ler alguns livros nos próximos tempos. Esta colecção tem 6 volumes, dos quais alguns encontrarão à venda na maior parte das lojas mas o último ou os dois últimos encontrarão apenas na página da editora.
Quanto ao livro, o facto de ter estado parado tanto tempo deu uma desvantagem porque tive de recordar bem quem era quem e o que é que tinha acontecido no primeiro livro, mas assim que arranquei foi sempre a andar.
O facto do livro não ser muito custoso de ler ajuda, apesar de ter uma escrita por vezes um pouco complexa, não foram poucas as vezes que parei para pensar no que determinada palavra significaria. Quanto à história desenvolveu-se agradavelmente bem e no fim do livro pareceu-me até mesmo às últimas páginas que a história iria acabar por ali (o que me intrigava visto que havia ainda quatro livros pela frente), mas houve uma pequena reviravolta que deu pano para mangas para os próximos livros.
As personagens estavam muito bem caracterizadas, tal como as emoções que passavam, e quanto às suas relações vamos ver como correm os próximos livros para poder falar disso.
Entretanto se quiserem saber mais do primeiro livro da colecção, podem fazê-lo seguindo este link: Crítica - O Dardo de Kushiel
Se já tiverem lido o primeiro e quiserem comprar o 2º volume, estão à vontade para fazerem-no por este site: Wook
Boa Leitura... ;)
7/10
André
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Qual foi a coisa mais louca que fizeste enquanto lias? Passear o cão? Escovar os dentes? Cozinhar o jantar? Apanhar com ondas numa praia?E... quais foram as repercussões? Voltarias a fazê-lo?
André: Nunca cometi umas grandes loucuras enquanto lia, gosto demasiado de ver os meus livros sãos e salvos sem mazelas para cometer esse tipo de loucuras... Acho que a pior coisa que pôde acontecer enquanto lia, era estar a andar, e as únicas consequências que daí adviam era quase cair.
terça-feira, 12 de novembro de 2013
"«Procura e encontrarás.»É com o eco destas palavras na cabeça que Robert Langdon, o reputado simbologista de Harvard, acorda numa cama de hospital sem se conseguir lembrar de onde está ou como ali chegou. Também não sabe explicar a origem de certo objeto macabro encontrado escondido entre os seus pertences.
Uma ameaça contra a sua vida irá lançar Langdon e uma jovem médica, Sienna Brooks, numa corrida alucinante pela cidade de Florença. A única coisa que os pode salvar das garras dos desconhecidos que os perseguem é o conhecimento que Langdon tem das passagens ocultas e dos segredos antigos que se escondem por detrás das fachadas históricas.
Tendo como guia apenas alguns versos do Inferno, a obra-prima de Dante, épica e negra, veem-se obrigados a decifrar uma sequência de códigos encerrados em alguns dos artefactos mais célebres da Renascença - esculturas, quadros, edifícios -, de modo a poderem encontrar a solução de um enigma que pode, ou não, ajudá-los a salvar o mundo de uma ameaça terrível…
Passado num cenário extraordinário, inspirado por um dos mais funestos clássicos da literatura, Inferno é o romance mais emocionante e provocador que Dan Brown já escreveu, uma corrida contra o tempo de cortar a respiração, que vai prender o leitor desde a primeira página e não o largará até que feche o livro no final."
Boas leitores...!
Mais uma crítica para este mês, e desta vez dum livro que esteve até há relativamente pouco tempo na ribalta como um livro muito vendido, mas também é sempre assim com livros de Dan Brown.
Esta obra, como tantas outras dele tem como personagem principal o professor Langdon como puderam ver na sinopse e como todas as obras é um policial. No entanto, este foi um dos melhores policiais dele que eu já li, passo a explicar.
Primeiro teve como tema central um livro que já li, A Divina Comédia de Dante que podem encontrar a crítica deste livro aqui no blogue. E teve ainda um outro tema central que é a sobrepopulação do planeta, o que envolve em parte a minha área de estudo (biologia) por isso agradou-me logo de início. Depois com a emoção do policial, das perseguições e por aí adiante fez-me ler mais intensamente.
Curiosamente, diferente do que esperava o livro não acabou "às mil maravilhas" com todas as pessoas felizes por terem travado o fim do mundo nos últimos segundos como acontece na maior parte dos policiais. Neste livro o desastre aconteceu (SPOILER) e agravou imenso tudo, o que mudou o padrão do que era um policial comum, agradando-me muito.
A única coisa que talvez tenha a apontar do livro é a constante descrição de tudo, o autor descreve muitas vezes os monumentos por onde a personagem passa e como são e quando foram construídas e etc. Apesar de ser interessante saber desses sítios, por vezes era dispensável a descrição e podia passar logo à acção, mas pronto não podemos ter tudo.
É um livro que aconselho a lerem, se quiserem comprá-lo podem fazê-lo aqui: Wook
Boa Leitura... ;)
8/10
André
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