segunda-feira, 29 de julho de 2013
"Quando a jovem arqueóloga Afdera Brooks acode ao leito de morte da sua
avó, uma excêntrica milionária, colecionadora de obras de arte, recebe
como legado as pistas para chegar a uma caixa de segurança de um banco
americano onde está guardado um antiquíssimo manuscrito.Afdera empreende uma viagem por meio mundo para desentranhar o conteúdo desse misterioso documento que culminará em Veneza, o labirinto de água.
A partir do Vaticano, o maléfico cardeal Lienart fará o impossível para que a verdade que se esconde no maltratado pergaminho nunca conheça a luz do dia."
Boas leitores...
Aqui estamos nós no final de mais um mês de Verão, e mais um mês de férias, só mais um e em breve teremos novamente críticas espaçadas por bastantes dias, infelizmente.
Por enquanto vamos tendo estas críticas mais recorrentes, desta vez dum policial, dum autor que não conhecia. É mais um livro solto, sem qualquer colecção aparente.
Como grande parte dos policiais de hoje em dia este trata de assuntos relacionados com o Vaticano e a Igreja Cristã, é um bom assunto para enriquecer. Infelizmente este assunto não teve um grande sucesso com este autor.
Apesar da escrita ser relativamente boa, excepto as alturas em que a descrição de um local demorava bastante tempo e quando ele descrevia vários locais, o autor teve um pequeno problema com a concordância temporal, na obra as coisas pareciam que ocorriam umas atrás das outras, mas quando as personagens falavam afinal tinha-se passado semanas sem que houvesse sinal dessa passagem de tempo.
De resto, o final estava um pouco previsível, o que é mau neste tipo de obras em que se espera que o suspanse se mantenha até ao final do livro. Mas as personagens estavam bem caracterizadas, mesmo não tendo um grande foco nessa parte da obra.
É um policial não muito bom, mas podem sempre comprá-lo através deste link: Wook
Boa Leitura... ;)
6/10
André
quinta-feira, 25 de julho de 2013
A minha melhor amiga está a mudar-se para o outro lado do país, de volta à Costa Este pela primeira vez após anos a viver na California, e uma das coisas que ela lamenta é o empacotar os livros. Tendo me mudado a uns anos atrás (reduzindo a minha biblioteca de 3000 volumes para 2000 e ainda acabar com cerca de 50 caixas de livros), eu simpatizo por ela.Por isso... a questão é: que tipo de experiências tiveste com os teus livros? (ou no geral se tiveres umas boas histórias de mudanças - e quem não tem?) Ter de empacotar e mudar os livros causou alguma mudança nos teus hábitos de coleccionar livros? Fez-te desejar ter tudo num e-reader? Sente-te livre para discutir.
André: Bem como eu nunca tive de enfrentar uma mudança de casa não sei bem a experiência que é, mas sim imagino o trabalhão que deve ser, e eu tenho apenas 300 livros, imagino as pessoas que chegam aos 1000 ou 3000 como a autora do btt, seriam caixas atrás de caixas. Mas tenho a certeza que para onde eu me mudar, todos os meus livros irão comigo, são uma eterna companhia.
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Publicada por
André Alves
à(s)
15:35
Etiquetas:
Editorial Bizâncio,
Páginas Desfolhadas
0
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"Os conflitos genéticos, explica muitos factos banais do nosso dia-a-dia.
Por exemplo, porque é que há tantos homens como mulheres? Será somente devido ao modo como os cromossomas sexuais X e Y se combinam? E o que dizer de outras espécies com diferentes modos de definir o sexo? Porque é que, frequentemente, também nestas espécies, a proporção de machos é semelhante à de fêmeas, e em particular durante o período fértil dos indivíduos dessas espécies?Outros factos também comuns na nossa vida requerem uma explicação. Por exemplo, porque é que, na nossa espécie, assistimos a tantos problemas durante a gravidez e nos partos? E, já agora, porque é que a poluição pode salvar a vida de bebés? Este livro aborda estes e outros temas que têm em comum o estabelecimento ou a resolução de conflitos ao nível dos genes."
Boas leitores...
No meio do calor que se sente tenho mais uma crítica para dar, para poderem desfrutar de variadas leituras. E em relação a este livro é mais um livro solto, sem colecção.
Esta obra é mais científica do que o que eu normalmente leio, li pela curiosidade de ter sido escrito por um professor da minha faculdade e por também estar na área de estudo que quero seguir.
Acho que para qualquer pessoa que não esteja minimamente dentro do assunto de biologia vai achar um pouco difícil a leitura, não só pela quantidade de termos esquisitos (apesar de ter um glossário no final do livro) como pela quantidade de conceitos complexos, mas se o leitor quiser experimentar está à vontade, um desafio é sempre bom.
Quanto àquelas pessoas que sabem algo do assunto, este livro proporciona umas boas informações e o modo como o autor explicita as teorias é fácil de entender (mais uma vez, para quem tenha conhecimentos básicos do assunto), para além das diversas piadas ao longo da obra.
É um livro interessante que se quiserem adquiri-lo podem fazê-lo através deste link: Wook
Boa Leitura... ;)
7/10
André
segunda-feira, 22 de julho de 2013
"«É uma verdade universalmente aceite que um zombie que consiga deitar a mão a um cérebro tem necessidade de mais cérebros»É assim que começa Orgulho e Preconceito e Zombies, uma versão alargada do bem amado romance de Jane Austen. Apresenta cenas completamente novas, com a violência capaz de esmagar ossos, ao ser introduzida a presença dos zombies. Quando a nossa história se inicia estamos na sossegada aldeia inglesa de Meryton que, como toda a Inglaterra, sofre os terríveis efeitos de uma peste misteriosa que faz os mortos ganharem vida! A destemida heroína Elizabeth Bennet está decidida a varrer a ameaça dos zombies, mas rapidamente se vê afastada desse objectivo com a chegada do altivo e arrogante Mr. Darcy. O que se segue é uma encantadora comédia de costumes e de maneiras com muitas lutas civilizadas entre os dois apaixonados e com lutas muito mais violentas, em campos de batalha ensopados de sangue. Conseguirá Elizabeth vencer os filhos de Satanás? Ou triunfar sobre os preconceitos sociais da aristocracia rural e do seu espírito de classe? Com casos de amor, corações despedaçados, lutas com espadas, canibalismo e milhares de cadáveres putrefactos, Orgulho e Preconceito e Zombies transforma uma obra-prima da literatura mundial em algo que o leitor vai querer mesmo ler."
Boas leitores
Antes de mais quero só afirmar que este foi o meu 300º livro lido, apesar de muitos deles não estarem aqui no blog, passando agora ao tema principal.
Aqui estamos nós com mais uma crítica. Esta obra é um remake de um clássico denominado Orgulho e Preconceito que nunca li, mas que após ter feito a leitura deste livro me entusiasmou para fazê-lo.
Um conceito um pouco estranho este de ter zombies, não na actualidade do século XXI mas sim em tempos mais antigos, onde não havia tecnologia praticamente nenhuma. E o certo é que esta mistura até deu um resultado bastante agradável.
A leitura do livro foi como um grande ditado português "primeiro estranha-se, depois entranha-se", foi esquisito a escrita e os conceitos da altura, mas quanto mais se lê, mais apegado se fica à história e ao enredo.
A sátira feita pelas personagens diversas como a Mrs. Bennet ou o Mr. Whickam foram algumas das coisas engraçadas ao longo do livro. E todos aqueles pequenos momentos que envolviam os zombies foram pequenas pérolas de risos encontradas ao longo do livro, excepto o assunto relativo à amiga da personagem principal.
Só achei que no final do livro deveria ter havido um pequeno apêndice onde dissesse o nome das personagens, relações de parentesco e alguns pormenores visto que no início da leitura foi um pouco confuso todos os nomes sem indicação nenhuma.
É uma boa leitura e engraçada, ainda mais para quem leu o livro que deu origem a este. Se quiserem comprar este livro façam-no aqui: Wook
Boa Leitura... ;)
7,5/10
André
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Publicada por
André Alves
à(s)
12:44
Etiquetas:
Páginas Desfolhadas,
Saída de Emergência
0
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"Numa luta entre deuses e homens, só os
verdadeiros heróis poderão fazer a diferença.Chegou o tempo há muito anunciado em que os deuses deverão partir e deixar o destino da Terra entregue aos homens. Mas nem todos os deuses aceitam fazê-lo, e um terrível conf lito entre homens e divindades é inevitável. É neste cenário que dois jovens guerreiros, Anio e Camal, percorrem a Lusitânia em busca do guardião da joia da Deusa-mãe - uma pedra capaz de aniquilar as próprias divindades. Inspirado nos povos pré-romanos da Península Ibérica, "O Veneno de Ofiúsa" é uma viagem para um tempo mágico há muito esquecido. Estás preparado para a guerra com os deuses?"
Olá pessoal
Não passou muito tempo desde a última vez que cá estive o que é bom sinal quer dizer que estão muitas criticas fresquinhas a chegar e talvez sejam daqueles livros que vocês estão na dúvida se hão de ler ou não e talvez isto vos ajude a decidir.
Este livro, de um autor português, não pertence a nenhuma colecção, acho eu, e é de fantasia como dá para supor pelo título do livro.
É um livro pequeno, que dá para ler bastante bem e que tem uma história no início um pouquinho confusa mas que se torna aos poucos e poucos interessante.
Não sei bem o que era suposto acontecer a seguir a este livro, mas o certo é que apesar de não haver continuação, o final desta obra deixa certas pistas de que haveria uma continuação, por certo deve ter sido cancelado por falta de vendas ou algo do género, infelizmente.
Tenho ainda de felicitar o autor porque para além de ser português a história é como se representasse quase a história da nossa península o que é uma ideia muito boa.
De resto não há muito mais que se possa dizer, se quiserem comprar o livro podem fazê-lo aqui: Wook
Boa Leitura... ;)
6,5/10
André
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Publicada por
André Alves
à(s)
15:16
Etiquetas:
Páginas Desfolhadas,
Publicações Europa-América
0
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"O Hobbit é a história das aventuras de um grupo de anões que vão à procura de um tesouro guardado por um terrível dragão.São relutantemente acompanhados por Bilbo Baggins, um hobbit apreciador do conforto e vida calma. Encontros com elfos, gnomos e aranhas gigantes, conversas com o dragão, Smaug, o Magnífico, e a presença involuntária na Batalha dos Cinco Exércitos são algumas das experiências por que Bilbo passará.
O Hobbit é não só uma história maravilhosa como o prelúdio a O Senhor dos Anéis."
Boas leitores...
Após esta brevíssima sinopse, vamos para mais uma crítica, e de um autor que já não lia nada há bastante tempo. Mas já que estreou há relativamente pouco tempo o filme baseado neste livro, decidi lê-lo antes de sair a continuação.
Este livro como diz na sinopse é a prequela da trilogia famosa de O Senhor dos Anéis e não deixa nada a desejar. O modo de escrita empregue neste livro foi de certa forma engraçado e esquisito, o narrador parece que está a contar uma história ao leitor em vez de ser este a entender a história, o que por um lado dá aquele ar de conto de fadas à fogueira mas por outro lado faz-nos imaginar mais como se estivéssemos mesmo lá.
A história é interessante porque dá-nos bastantes pormenores que não foram explicados no início da trilogia.
É um livro interessante de se ler e que proporciona uns bons momentos de leitura, para além de ser de um dos maiores escritores de fantasia de sempre. Podem comprar o livro através deste link: Wook
Boa Leitura... ;)
7/10
André
Os teus hábitos de leitura mudam no Verão? Levas os livros para fora mais vezes? Aconchegaste no ar condicionado? Lês livros fofos em vez de sérios? Estás demasiado ocupada a brincar no sol ou a jardinar ou o que quer que seja para leres?
André: Eu no Verão acho que tenho a tendência para ler mais, como tenho mais tempo aproveito-o para ler. E sim tendo a levar os livros para a rua mais vezes, como não há perigo de se estragarem com chuva ou algo do género. Quanto ao tipo de livros, é o que calhar, não leio mais de uma coisa ou de outra pela estação do ano.
André: Eu no Verão acho que tenho a tendência para ler mais, como tenho mais tempo aproveito-o para ler. E sim tendo a levar os livros para a rua mais vezes, como não há perigo de se estragarem com chuva ou algo do género. Quanto ao tipo de livros, é o que calhar, não leio mais de uma coisa ou de outra pela estação do ano.
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