quinta-feira, 27 de junho de 2013

Os Melhores Contos de H. P. Lovecraft Volume 5 - Howard Phillips Lovecraft

   "O mestre do horror clássico está de volta com contos que ajudaram a moldar a definição de horror na literatura. Com tradução do Prof. José Manuel Lopes, este é mais um volume que ficará para a história do género em Portugal. Este volume inclui os seguintes contos:
Contos:
A Pequena Garrafa; A Gruta Secreta ou a Aventura de John Lee
O Ministério no Cemitério ou »A Vingança do Homem Morto», Uma História de Detectives
O Navio Misterioso ; A Criatura na caverna
O Alquimista

Outros Contos:
O Túmilo ; Dagon
Doce Ermengarde ou O Coração de Uma Rapariga do Campo
Uma Reminiscência do Dr. Samuel Johnson
Memória ; O Velho Bugs
A Transição de Juan Romero ; A Rua
Celephaïs ; Os Outros Deuses
Herbert West, O Reanimador
Hypnos ; Ar Frio
O Povo Antiquíssimo
A História do Necronomicon
A Cor Vinda do Espaço
Ibid ; O Clérigo Maldito

Fragmentos:
Estrela Polar ; Azathoth
O Descendente ; A Criatura ao Luar
O Livro

Contos em Colaboração:
A Poesia e os Deuses com Anna Helen Crofts
O Caos Rastejante com Winfred Virginia Jackson
O Horror no Museu com Hazel Heald
O Desafio do Além com C. L. Moore, A. Merritt, Robert E. Howard e Frank Belknap Long"


   Boas leitores...
   Mais uma vez neste mês preenchido estou cá para entregar uma nova crítica. Esta é do último volume da colecção de Os Melhores Contos de H. P. Lovecraft que contava com 5 volumes.
   Este volume não me desiludiu uma vez mais apesar da grande probabilidade de o fazer com a quantidade de contos que estavam nesta obra.
   Houve contos que para mim, não fizeram quase sentido nenhum e foram bastante abstractos, o que já é um pouco normal ao ler Lovecraft. Mas houve ainda uns outros que me fizeram agarrar ao livro como se não houvesse amanhã, fizeram-me lê-los deitado na cama a saber de coisas terrificantes e assustadoras ao ponto de me ir deitar e ficar a pensar naquilo, o que é extremamente bom, raramente me deixo ficar assim, é preciso o tipo de escrita ser bastante envolvente para isso acontecer, e realmente foi o que aconteceu desta vez.
   Ou seja apesar da quantidade de contos desnecessária, visto que há contos de uma página que não chegam a criar nenhuma ligação com o leitor, há outros, que por acaso são quase sempre os mais longos que criam uma extensa ligação com o leitor aprisionando-o.
   É uma excelente experiência que aconselho a todos. Se quiserem comprar o livro podem fazê-lo aqui: Wook. Podem ainda ver a crítica feita ao volume anterior desta colecção seguindo o próximo link: Crítica - Os Melhores Contos de H. P. Lovecraft Volume 4
   Boa Leitura... ;)
7/10

André 

Booking Through Thursday - Leitura de Verão

   Inspirado por uma conversa com um colega de trabalho no outro dia:
   É altura para uma leitura de Verão, por isso... a pergunta de hoje? Qual é a pior coisa que fizeste ao teu material de leitura? Areia para as páginas na praia? Deixaste cair na piscina? Capas sujas com protector?
   E, se nunca fizeste nenhum dano à leitura de Verão... Alguma vez danificaste algum livro/revista/papel? Deixaste cair na banheira? Usaste para matar um bicho? Entornaste café?

   André: Nunca danifiquei os meus livros com nenhuma destas coisas. No entanto já me aconteceu uma vez ter guiões de estudo feitos por mim e estar a estudar ao sol e de repente começar a sangrar do nariz, deixando cair algumas gotas de sangue nas folhas, sujando-as completamente, mas pronto, não foi nenhum livro nem documentos importantes, depois substitui as folhas por isso...

domingo, 23 de junho de 2013

Broceliande - Jean-Louis Fetjaine

   "Século VI.
   As terras da Bretanha são assoladas por guerras e discórdias religiosas. Os exércitos bretões tentam unir-se para combater os invasores saxónicos, pictos e gaélicos.
   Apanhado nesta tormenta de violências, acusado de feitiçaria e banido pelos homens, Merlim só pensa numa coisa: descobrir o segredo da sua ascendência. Convencido de pertencer ao povo dos elfos, dirige-se para a grande floresta de Broceliande. Acompanhado pelo monge Blaise, atravessa o mar e chega à Pequena-Bretanha. Mas, muito depressa, é surpreendido pelo seu passado humano…
   No reino dos Escotos do Dal Riada, nasceu o príncipe Artur. A rainha Guendoloena, convencida de que a vida do filho corria perigo, envia o seu servo pedir a ajuda do seu verdadeiro pai… Merlim.
   Epopeia encantadora, fresco histórico, Broceliande conduz-nos até aos alvores da Idade Média, onde coabitam o maravilhoso e a perversidade dos tempos sinistros. De Merlim, conhecíamos o mito. Jean Louis Fetjaine devolve-lhe aqui toda a sua dimensão histórica e humana."

   Hallo pessoal...
   Este mês está definitivamente a ser deveras produtivo, está cheio de críticas de variados livros. Aqui vai mais uma, também do fim de uma colecção.
   Esta colecção era só composta por dois volumes, e tinha o nome de O Caminho de Merlim, sendo este o último volume.
   Em relação ao primeiro volume acho que não ouve assim tantas diferenças, o que de certa forma é mau. O livro continuou a cingir-se demasiado nos pormenores e nas descrições o que tornava a leitura um pouco aborrecida, principalmente quando apareciam descrições de uma página inteira.
   Desta vez o livro esteve um pouco mais inclinado para o fantasioso em vez do histórico, ao contrário do primeiro livro apesar de neste livro o assunto principal, que supostamente é o caminho de Merlim, não ser muito focado, principalmente no segundo terço do livro. Tornou um pouco confuso as várias coisas que aconteciam na ilha que parecia que não tinham mesmo nada em comum com o que se passava com a personagem principal.
   Está mais ou menos, este livro, um pouquinho melhor em relação ao primeiro mas não muito melhor. Se quiserem comprar o livro, podem fazê-lo aqui: Wook
   Para lerem a crítica ao volume anterior podem seguir este link: Crítica - O Caminho de Merlim
   Boa Leitura... ;)
5/10

André

sexta-feira, 21 de junho de 2013

A Primeira Nascente - P. D. Baccalario

   "De cem em cem anos, a humanidade é posta à prova. De cem em cem anos, quatro jovens têm de participar num grande desafio. Outros cem anos passaram e os jovens já foram escolhidos. Depois de Roma, de Nova Iorque e de Paris, o desafio continua em Xangai, a cidade da Água.
   19 de Setembro, Xangai. Faltam dois dias para o ajuste de contas, quando o Pacto entre Homem e Natureza for renovado. Mas muitas são as coisas ainda por esclarecer.
   Electra, Mistral e Sheng estão sentados à mesa, uma mesa de cristal que parece flutuar no meio das nuvens, no hotel mais alto do mundo. Viajaram com nomes falsos, para não levantar suspeitas. Mas uma coisa não corre bem: ao apelo falta Harvey. Tem o telemóvel desligado e não mandou uma mensagem sequer. E, no entanto, devia ter aterrado na China há horas... Precisamente naquele momento, Harvey está de facto dentro de um carro com vidros escurecidos, não muito longe do hotel. Ao volante está um chinês com uma tatuagem na nuca, com um ar que nada tem de amigável: Nik Knife. O carro pára diante do arranha-céus de Heremit Devil, o grande inimigo. O homem quer descobrir onde está escondido o quarto objecto. Custe o que custar..."

   Olá mais uma vez...
   Aqui estou eu, outra vez que estes últimos dias tenho posto cá críticas diariamente. Mas pronto vai acalmar por agora que este é o último livro da colecção Century e portanto não terei de colocar mais nenhum livro deles aqui à pressa.
   Então quanto a este último livro continua com coisas boas como o entusiasmo da escrita, a caracterização das personagens, principalmente do vilão da história, e o mistério de toda a saga.
   Por outro lado houve uma pequena parte que acho que foi um pouco para enrolar a história, mas não foi nada de preocupante nem que exasperasse o leitor.
   O final da colecção foi bastante bom, para livros infanto-juvenis. E tem toda uma moral por detrás da história que não poderia deixar de ter. No entanto, gostaria que o autor tivesse escrito um pouco mais sobre o que aconteceu a seguir do fim. Como um capítulo do género "cinquenta anos depois", mas pronto, isto é só parte da minha curiosidade ao vir acima.
   Este acho que foi o único livro que falhou na parte das imagens a meio do livro, no sentido de não ter colocado lá imagens de locais "chave" nesta obra. Houve imagens desnecessárias que poderiam ter sido substituídas por ilustrações dos últimos sítios visitados pelas quatro personagens principais.
   De resto foi uma colecção engraçada de se ler. Se quiserem comprar este último volume da colecção podem fazê-lo aqui: Wook
   Para verem a crítica ao livro anterior da colecção podem clicar no seguinte link: Crítica - A Cidade do Vento
   Boa Leitura... ;)
7/10

André

A Cidade do Vento - P. D. Baccalario

   "19 de Junho, Paris. No sexto andar de um edifício da Rue de l’Abreuvoir, Mistral observa as abelhas que esvoaçam em torno da janela do seu quarto. Do outro lado da rua, um homem com o cabelo branco e um olhar glacial observa-a. É Jacob Mahler, a última pessoa no mundo que Mistral queria ver.
   Por sorte não está sozinha: Sheng, Electra e Harvey acabam de chegar a Paris.
   Os quatro amigos andam à procura do misterioso véu de Ísis, escondido algures no coração da cidade. Mas a pérfida Mademoiselle Cybelle já lhes lançou aos calcanhares todos os seus informadores...
   Faltam apenas dois dias para o solstício de Verão e Sheng, Electra, Harvey e Mistral já não podem fingir ignorá-lo: são eles os escolhidos para renovar o Pacto entre o Homem e a Natureza.
   E o tempo está mesmo a esgotar-se."

   Boas ávidos bibliófilos!
   Aqui está o penúltimo livro da colecção Century que se passa desta vez na cidade de Paris.
   Neste livro as coisas não mudaram muito em relação aos outros dois o que por um lado é bom, porque manteve um bom nível de escrita e um bom nível de acção ao longo do livro, mas por outro lado é mau, porque manteve basicamente o mesmo plano, a mesma base do livro, o que corta um pouco o entusiasmo do leitor.
    O final do livro é que teve mais alguma surpresa que o normal quando acontece um desastre. Cria aquele género de curiosidade em que o leitor pensa "tenho de ir comprar o próximo livro!", o que não me aconteceu a mim visto que só passado à volta de dois anos é que estou a ler o último livro da colecção e por essa razão aposto que muitos pormenores já os perdi e portanto estas críticas também não são de muita fiabilidade, mas é o que se arranja.
   A crítica do último livro será mais constructiva, garanto-vos. Se entretanto quiserem comprar este livro basta seguir este link: Wook
   Se quiserem saber a crítica aos volumes anteriores da colecção vão seguindo este link: Crítica - A Estrela de Pedra
   Boa Leitura... ;)
7/10

André

quinta-feira, 20 de junho de 2013

A Estrela de Pedra - P. D. Baccalario

   "Quatro amigos, quatro cidades do mundo, quatro elementos da Natureza e mistérios muito antigos que os unem a todos. Conseguirão Electra, Sheng, Mistral e Harvey resolver os enigmas, apesar das forças negras que se lhes opõem, e salvar o planeta? Para isso, terão de aceitar o desafio de CENTURY!
   16 de Março. Nova Iorque está praticamente gelada. Harvey, Mistral, Electra e Sheng estão no hall do Hotel Mandarim Oriental, de novo reunidos. Escolhem uma mesa meio escondida, junto à enorme vidraça que dá para o Central Park. No meio da mesa está o antigo mapa de madeira que encontraram em Roma. Cada um deles tem um pião na mão. Estão prontos a lançá-lo.
   Só assim poderão desvendar o mistério que os rodeia e decidir o que vão fazer primeiro: tentar descobrir porque anda o malvado proprietário do Lúcifer a segui-los. Recuperar o quinto pião, que foi roubado à vista de todos. Ou, mais difícil do que tudo, encontrar a Estrela de Pedra.
   Sabem, no entanto, que, façam o que fizerem, têm de o fazer muito rapidamente. E que já não podem voltar atrás."

   Boas mais uma vez pessoal...
   Passado um dia, aqui me encontro outra vez, para agora dar a crítica do segundo livro da colecção Century.
   Desta vez o livro passa-se em Nova Iorque e para além de continuar com o mesmo entusiasmo que o outro livro, com um certo mistério ao longo de toda a obra, houve uma melhoria em relação ao outro: as personagens estão mais bem personalizadas, entendemos melhor como se sentem as personagens e os seus sentimentos.
   A escrita do leitor apesar de ser feita para jovens é bastante empolgante e fácil de se ler o que cria o bichinho de "vou ler só mais uma página".
   Uma vantagem que não sei se disse na crítica ao primeiro livro é que a meio destes livros encontram-se imagens e desenhos de pormenores do livro que, para além de aguçar a curiosidade do leitor foi graças a isto que descobri um monumento que gostaria de visitar, as quatro estátuas do museu Índio. Parecem ser uma daquelas coisas a ver antes de morrer, e foi graças a este livro que as descobri.
   É uma colecção interessante de se ler e que se quiserem comprar este livro podem fazê-lo aqui: Wook
   Se para alem disso quiserem ler a crítica ao livro anterior, podem fazê-lo aqui: Crítica - O Anel de Fogo
   Boa Leitura... ;)
7/10

André

Booking Through Thursday - Elenco de Pesadelos

   E o contrário, onde os actores foram mal escolhidos para personagens que conheceste nas primeiras páginas de um livro? Culpas os actores ou os escritores ou pessoas relacionadas com o filme pelo falhanço? Quem escolherias para esse papel?

   André: Sim por vezes os actores são mal escolhidos, não sei de quem é a culpa, possivelmente dos directores dos filmes que deviam tentar reproduzir fielmente o livro. Tenho dois exemplos, no filme Eragon, o actor principal para mim nunca criou uma ligação que eu pudesse dizer "ahhh sim aquele é o Eragon!" para além de que no livro ele era moreno e no filme, loiro.
   Outro caso foi no filme Juntos ao Luar em que ocorreu o mesmo, a rapariga no livro era morena e no filme foi aparecer loira. Deve ser algum complexo que os criadores dos filmes têm com as pessoas morenas mas enfim... Ahahahah
   Mas se me perguntarem também quem escolheria para esses papéis não vos saberia responder, precisava de ter uma grande lista de pessoas, ou então no caso da rapariga, mudava-lhe a cor do cabelo... Ela fez o papel bem até.