domingo, 20 de janeiro de 2013

Os Filhos do Flagelo - Filipe Faria


   "Allaryia, o mundo distante e fantástico, povoado de seres extraordinários, que ficámos a conhecer em A Manopla de Karasthan, abre-se de novo diante dos nossos olhos com a publicação do segundo volume das suas crónicas - Os Filhos do Flagelo. A demanda de Aewyre e dos seus companheiros prossegue, na tentativa de chegar a Asmodeon e levantar o véu de mistério que envolve o desaparecimento de Aezrel Thoryn, mas muitas são as adversidades que têm de enfrentar a caminho do seu destino. Separados, os companheiros mais que nunca dependem uns dos outros para sobreviverem às provações que se lhe depararão:
   Quenestil e Babaki, que partiram em busca de Slayra e dos seus captores, e o resto do grupo, que segue para as inóspitas estepes de Karatai em perseguição de Kror, o enigmático drahreg que partilha com o jovem Thoryn a Essência da Lâmina, um segredo milenar dos guerreiros de Allaryia. A saída de Ancalach, a Espada dos Reis, do reino de Ul-Thoryn, fez despertar de um longo torpor os Filhos da Sombra, começando a libertar a sua pérfida influência maligna. Insidiosamente, a coberto das sombras, nos obscuros espaços das trevas, o Mal vai estendendo os seus múltiplos e mortíferos tentáculos, antecipando o abraço letal, e tornando, a cada momento, mais visíveis os contornos tenebrosos das suas reais intenções. Há um perigo oculto do qual as gentes de Allaryia ainda não se aperceberam e Pearnon, o escriba, pressente-o sem o poder transmitir. A determinação e a força de armas de Aewyre e seus companheiros serão certamente postas à prova nos tempos vindouros..."

   Olá minha gente leitora...
   Espero que se estejam a aguentar bem na vida, com imensas leituras, que eu cá me vou safando. Tenho agora uma nova crítica do seguimento de uma das colecções que tão em aberto por cá (que não são poucas), desta vez é As Crónicas de Allaryia.
   Tenho de vos informar que desta vez o livro está melhor, se calhar o autor amadureceu a escrita um pouco mais durante o intervalo entre os livros, o certo é que está melhor e mais bem escrito.
   Começando pelo enredo que não parece um livro do género "5 amigos que têm muitas aventuras pelo caminho" mas mais um grupo de viajantes com um objectivo e que têm de lidar com o que a vida dá pelo caminho.
   Há que dizer também que o autor deixou-me curioso acerca de um ou dois assuntos, mas isso deixo que vocês leiam o livro para me entenderem.
   O desenrolar da história está a agradar-me como já disse, só espero é que não comece a enrolar muito porque enfim, são 8 livros na colecção, se eles demoram 7 para chegarem ao sítio suposto e depois no último acontece tudo vou ficar bastante desiludido, mas logo se verá.
   Para verem a crítica que fiz ao livro anterior basta seguirem o link seguinte: Crítica - A Manopla de Karasthan. Se quiserem aproveitar para comprar este livro também podem fazê-lo aqui: Wook
   Boa Leitura... ;)
7,5/10

André

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Booking Through Thursday - Inverno

   É o profundo inverno aqui onde vivo... Que livros é que gostas de ler quando está a nevar e tudo branco? Que livros é que lês para evocar um verdadeiro sentimento de inverno (bom ou mau)?

   André: Bem como já disse imensas vezes eu não vou muito pelo tipo de livros que vou ler conforme me apetece, eu tenho uma "pilha" de livros para ler e vou lendo-os conforme eles vão chegando, por vezes alguns calham nas épocas certas outros nem por isso... xD

sábado, 12 de janeiro de 2013

Chocky, O Amigo Invisível - John Wyndham

   "A família Grove já se tinha confrontado com o caso de uma amiga imaginária da pequena Polly, a filha mais nova do casal. Tinha sido um período atribulado mas, assim como viera, fora também esquecido. Porém, quando já não seria de esperar, é Mathew, o filho de onze anos, que começa a ter estranhos diálogos com um personagem aparentemente imaginário. A princípio, os pais tentam não se preocupar mas, à medida que o tempo passa, torna-se evidente que, longe de ser imaginário, aquele "amigo" tem características claramente alienígenas. A situação assume proporções tais que Mathew acaba por ficar exposto à atenção dos meios de comunicação e, mesmo, dos sombrios lobbies governamentais. Do genial autor de O Dia das Trífides, este livro foi editado pela primeira vez em 1968."

   Boas pessoal...
   Não se passou muito tempo desde a última vez que cá estive e ainda bem, isso significa que está cá mais uma crítica.
   É um livro solitário, com um público-alvo mais juvenil, pequeno e no entanto muito bem escrito e com uma história bastante boa.
   Começando pela história do livro está interessante e é pena não ter mais desenvolvimento, parecia que por vezes a escrita tinha traços do terror Lovecraftiano, uma coisa que adoro imenso, tinha ficção à mistura e falava duma coisa bastante interessante que são os amigos imaginários. E quanto à escrita também era uma coisa simples (tinha que ser para o público-alvo que é não é?).
   É um livro bom para leitores nos teen years lerem. E para quem mais quiser claro, afinal há sempre pessoas que dizem "tudo o que vier parar à estante é livro". Se quiserem aproveitar e comprar o livro podem fazê-lo aqui: Wook
   Boa Leitura... ;)
7/10

André

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Os Leões de Al-Rassan - Guy Gavriel Kay

   "Inspirado na História da Península Ibérica, Os Leões de Al-Rassan é uma épica e comovente história sobre amor, lealdades divididas e aquilo que acontece aos homens e mulheres quando crenças apaixonadas conspiram para refazer - ou destruir - o mundo.
   Lar de três culturas muito diferentes, Al-Rassan é uma terra de beleza sedutora e história violenta. A paz entre Jaditas, Asharitas e Kindates é precária e frágil, mas é precisamente a sombra que separa os povos que acaba por unir três personagens extraordinárias: o orgulhoso Ammar ibn Khairan - poeta, diplomata e soldado, o corajoso Rodrigo Belmonte - famoso líder militar, e a bela e sensual Jehane bet Ishak - física brilhante. Três figuras cuja vida se irá cruzar devido a uma série de eventos marcantes que levam Al-Rassan ao limiar da guerra."

   Boas pessoal...
   Mais uma vez este mês aqui estou para colocar uma nova crítica, dum livro que não tem seguimento nem livros anteriores nem nada.
   Este livro é especialmente dedicado a Portugal e Espanha visto que é um conto ficcional que é de certa forma uma analogia à História da formação destes países, da luta contra os mouros e por aí fora.
   O certo é que estava um pouco ceptico no início do livro visto que aquilo ia parecer-me mais um livro de história do que ficção, e o início é verdade que não me agradou muito, não por essa razão mas porque a escrita inicial parece que foi feita apenas para o autor. Há demasiadas coisas que não são explicadas e que são naturais daquele mundo. Pequenas coisas como personagens, religiões, posições sociais deviam ser minimamente explicadas para o leitor entender a história do início.
   A sorte foi que mais tarde consegui apanhar o rumo à coisa e entender a história, que para aí a meio é que se torna um pouco interessante. Foi pena que o final da história tenha sido escrito a correr e a saltar meses e meses quando houve imensas partes do livro que foram desnecessárias a meu ver, mas enfim.
   É um livro que para mim está lá no meio, não o posso considerar bom, mas também não é um livro mau. É uma escolha vossa lerem ou não, mas se quiserem comprar o livro façam-no aqui: Wook
   Boa Leitura... ;)
5/10

André

Booking Through Thursday - Prendas

   Hoje é o aniversário do meu pai, o que me faz questionar... Gostas de dar livros como presente?
   Normalmente estou dividido. Eu amo dar e partilhar livros, mas pode ser difícil. O presentado pode ser difícil de agradar, ou tu não sabes o que é que eles lêm (ou o que é que pensam dos livros que leram). Até pessoas que amam ler e amam ter livros pode ser difícil de presenteá-los com livros... Por isso, isso faz-te parar e aproximar-te das gravatas, DVD's ou swet-tshirt's... Tudo MENOS um livro na altura de dar o presente? Como te sentes por receber livros? És esquisito ou fácil de agradar? (para o registo, já me foi dito que sou muito difícil de arranjar um livro, apesar de eu leu quase tudo... Vá-se lá entender.)

   André: Bem por vezes gosto imenso de dar livros mas só às pessoas que adoram ler como eu, ou seja são poucas, de resto se as pessoas não têm grandes hábitos de leitura então não ofereço livros... Quanto a mim, adoro receber livros, e até nem sou muito esquisito e difícil de agradar, até porque em ocasiões que recebo livros a minha mãe utiliza a minha lista de livros para ir buscar por ela e por todas as pessoas que me querem oferecer livros, ou seja recebo sempre livros que quero...

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

O Punhal do Soberano - Robin Hobb

   "A Saga do Assassino continua...
   Fitz mal escapou com vida à sua primeira missão como assassino ao serviço do rei. Regressa a Torre do Cervo, enquanto recupera do veneno que o deixou às portas da morte, mas a convalescença é lenta e o rapaz afunda-se na amargura e dor. O seu único refúgio será a Manha, a antiga magia de comunhão com os animais, que deve manter em segredo a todo o custo.
   Enquanto recupera, o reino dos Seis Ducados atravessa tempos difíceis com os ataques sanguinários dos Navios Vermelhos. A guerra é inevitável e preparam-se frotas de combate para enfrentar o inimigo, mas o rei Sagaz não viverá por muito mais tempo.
   Sem os talentos de Fitz, o reino poderá não sobreviver. Estará o assassino real à altura das profecias do Bobo que indicam que o rapaz irá mudar o mundo?"

   Boas leitores, um bom ano!
   Aqui começamos nós o ano de 2013 ao 3º dia do ano com uma crítica fresquinha e dum livro bastante interessante.
   É a continuação de A Saga do Assassino composta por 4 volumes se não me engano, neste caso este é o segundo volume e a história continua imensamente atraente.
   A autora consegue perfeitamente transpor emoções ao leitor, tal como consegue criar emoções a favor ou contra uma personagem o que é uma boa qualidade. O enredo da história continua misterioso, surpreendente, e emocionante com o avançar da guerra contra os Navios Vermelhos. É também muito bom o facto da autora não deixar nenhum fio solto na história.
   Senti um pouco de pena pois ao ler este livro apercebi-me que já sabia coisas que iriam acontecer devido a ter lido o livro O Regresso do Assassino que é uma outra colecção que se passa após a guerra dos Navios Vermelhos, mas enfim isso é culpa minha e não do livro.
   É no final um livro que aconselho a ler, até agora os dois volumes têm-me entusiasmado imenso, veremos os seguintes. Para verem a crítica ao livro anterior basta carregarem aqui: Crítica - Aprendiz de Assassino. Se quiserem comprar este livro basta seguirem o link a seguir: Wook
   Boa Leitura e mais uma vez, bom ano... ;)
9/10

André

Booking Through Thursday - Resoluções

   Algumas resoluções de leitura para este novo ano? Ler mais? (Ler menos?) Ler melhores livros? Livros maiores? Mais séries? Mais livros relaxantes?
   Ahh e se quiseres, sente-te livre para falar de quaisquer outras resoluções que possas ter... Ou que escolheste NÃO ter.

   André: A minha resolução de leitura para este ano é a mesma do ano passado, ler 55 livros, no entanto se vir que o objectivo está a correr bem talvez modifique para os 60... :P Quanto ao tipo de livros não tenho preferência, tudo o que vier parar às minhas mãos é lido. Já agora boa sorte para todos vocês este ano e que leiam imensos livros. :)