quinta-feira, 14 de junho de 2012
Publicada por
André Alves
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22:11
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Saída de Emergência
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"Os ventos do mal sopram sobre Midkemia. Legiões negras ergueram--se
para esmagar O Reino das Ilhas, e escravizá-lo sob o poder de terríveis
magias. A batalha final entre a Ordem e o Caos está prestes a começar
nas ruínas de uma cidade chamada Sethanon. Agora Pug, o mestre
conhecido por Milamber, terá à sua frente a incrível e perigosa demanda
de viajar até ao amanhecer do tempo e lidar com um antigo e temível
inimigo. Apenas dele dependerá o destino de mil mundos.Enquanto o Príncipe Arutha e os seus companheiros reúnem as suas hostes para a batalha final contra um ancestral e misterioso demónio, o temido necromante Macros, o Negro, libertou mais uma vez a sua magia negra. O destino dos dois mundos será decidido numa luta titânica sob as muralhas de Sethanon, quando são restaurados os laços entre Kelewan e Midkemia.
O formidável e derradeiro volume da Guerra da Brecha, clássica trilogia heróica de fantasia de Raymond E. Feist, iniciada com O Mago."
Olá pessoal...
Aqui estou para uma crítica de um livro fantástico (tal como toda a colecção).
Trata-se do quarto e último livro da tetralogia chamada "The Riftwar Saga", começada com O Mago - Aprendiz e terminada com este...
Este livro é tão bom quanto os outros, têm a mesma qualidade de escrita e de história, apesar de ter partes um pouco mais filosóficas e "estranhas" no sentido de um pouco difíceis de imaginar, mas absolutamente incentivantes a continuar a leitura. Não se perdeu nada quanto à escrita das batalhas, o autor continua excelente nesse ponto, não conseguia parar de ler enquanto a batalha ou o cerco não acabassem.
Adoro a forma de escrita que nos deixa sempre à espera e com uma fome voraz de leitura, a querer saber de certas personagens. Acho essa estratégia de mudar de personagens ao longo da história da qualidade de George R. R. Martin, também muito bom.
Para além disso a evolução das personagens e o caminho que estas percorrem deixam-nos sempre
É um livro muito aconselhado à leitura, tal como toda a colecção. Se quiserem saber mais sigam o link: Crítica - O Mago - Espinho de Prata
Se quiserem comprar: Wook
Boa Leitura... ;)
9/10
André
Algum tempo atrás, entrevistei os meus leitores para variar e a minha
questão final era, "Que pergunta é que NÃO FIZ no BTT que gostarias que
eu perguntasse?" obtive grandes respostas e vou colocar algumas de
tempos a tempos para vos perguntar, como agora a Sally perguntou:"Alguma vez compraste um livro, começaste a lê-lo e apercebeste-te que já o tinhas lido? Se sim, até quando o leste? (Acreditas que isto me aconteceu pela primeira vez esta semana?!"
E continuaste a lê-lo?
André: Nunca me aconteceu tal coisa, mas já li livros repetidos, mas apenas aqueles que tinha extrema vontade e que adorava..
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Publicada por
André Alves
à(s)
11:15
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Saída de Emergência
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"Depois de ter mudado o destino do reino, o Assassino mais famoso da sua era exilou-se para longe de tudo e de todos. Mas o destino é caprichoso e quando o herdeiro dos Seis Ducados desaparece misteriosamente, só há um homem capaz de o encontrar. Estará o reino preparado para o regresso de um Assassino cujos poderes malditos evocam temor e fascínio?Atreva-se a entrar num mundo de perfídia e traição que George R. R. Martin apelidou de "genial". Atreva-se a acompanhar um herói que a crítica considerou "único". O Regresso do Assassino é o regresso da grande fantasia épica. Se está à espera de mais do mesmo, este livro não é para si. Caso contrário... bem-vindo a uma aventura que nunca irá esquecer!"
Boas leitores, bem-vindos a Junho...
Uma semana depois do mês começar aqui estou eu, mais tarde do que cedo, mas mesmo assim pronto a colocar mais uma crítica aqui no blog.
Este livro surpreendeu-me logo desde que o peguei, primeiro pelo markting que o livro faz ao por o nome do autor que parece "Robin Hood" em letras gigantes e o nome do livro em letras de um terço do tamanho do nome do autor. Depois quando descubro que Robin Hobb nem é o verdadeiro nome de um autor mas sim um pseudónimo para Margaret Ogden fiquei ainda mais surpreso.
No entanto apesar de estas coisas iniciais peguei no livro com bastante interesse e fiquei feliz, é um livro muito bom com uma história inebriante, apesar de ter umas características que me faziam pensar se não seriam de outro livro que já tivesse lido, e com momentos muito emotivos.
Só houve dois pequeninos problemas, um era o nome das personagens, davam-me cabo da cabeça, Visionário, Respeitador, Cavalaria, Mãos, não pareciam nomes e confundiam-me, só me lembrava que eram personagens pelo nome estar com a primeira letra maiúscula, se não... O outro problema foi a história do passado que circundava a história principal, o leitor só conseguia obter detalhes a partir de suposições ou por poucas coisas que se dizia, mas isso deve-se ao facto dessa história ser contada noutra colecção do mesmo autor/autora.
É um bom livro aconselhado a quem quer uma nova história ou mesmo para quem não quer... Se quiserem comprar o livro: Wook
Boa Leitura... ;)
7,5/10
André
Algum tempo atrás, entrevistei os meus leitores para variar e a minha
questão final era, "Que pergunta é que NÃO FIZ no BTT que gostarias que
eu perguntasse?" obtive grandes respostas e vou colocar algumas de
tempos a tempos para vos perguntar, como agora o Mervih perguntou:"Personagens secundárias favoritas? (repara no plural)"
André: Se eu não tivesse lido este último livro não teria uma resposta, mas agora que li O Regresso do Assassino deixem-me dizer que decididamente adorei um gato que lá aparece chamado Funcho ele é simplesmente demais, de morrer a rir, tem uma personalidade excelente...
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Publicada por
André Alves
à(s)
13:23
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"Depois de no primeiro volume Katniss se oferecer para substituir a irmã
mais nova nos Jogos da Fome, que têm como lema «matar ou morrer», contra
todas as expectativas, não só Katniss Everdeen venceu os Jogos da Fome,
como pela primeira vez na história desta competição dois tributos
conseguiram sair da arena com vida. Os dois jovens Katniss e Peeta
tornaram-se agora os rostos de uma rebelião que nunca esteve nos seus
planos. E o Capitólio não olhará a meios para se vingar… O segundo volume da trilogia Os Jogos da Fome mantém um ritmo
constante de adrenalina numa obra que promete tornar-se uma das leituras
mais viciantes do ano."Bonjour monsieurs et madames..
E no último dia do mês ainda consigo colocar mais uma crítica, e desta vez dum livro absolutamente estrondoso e brutal!
O segundo volume de Os Jogos da Fome é extremamente arrebatador, engole-nos por completo em mistério, surpresa e indignação. Já não lia nenhum livro em que à medida que fosse lendo libertava expressões de "ó meu deus" ou então "whaaaat?" bem alto. Este livro fez-me ler até bem tarde e tornou-me viciado na colecção.
A história do primeiro para o segundo livro da trilogia está fantástica a forma como a autora espanta os leitores de formas cada vez melhores e cria uma própria emoção no autor de surpresa, revolta e tudo o mais. Enquanto lia só me apetecia gritar pela revolução de Panem. A autora consegue interligar todos os pormenores ao longo do livro, coisas que acontecem no início tornam-se claras nos últimos capítulos, que devorei vorazmente.
É um livro que todos deveriam ler, é aconselhado a toda a gente. Para saberem mais sobre a colecção, com saber mais digo ver a crítica do livro anterior, sigam o link: Crítica - Os Jogos da Fome
Se quiserem ler esta obra de arte e comprá-la basta clicarem: Wook
Boa Leitura... ;)
10/10
André
Algum tempo atrás, entrevistei os meus leitores para variar e a minha
questão final era, "Que pergunta é que NÃO FIZ no BTT que gostarias que
eu perguntasse?" obtive grandes respostas e vou colocar algumas de
tempos a tempos para vos perguntar, como agora a Cathy De Los Santos perguntou:"Se tu pudesses escrever um livro de que é que seria, e porquê? (Apesar de, claro, alguns já terem)"
André: Realmente, eu estou a escrever um livro, chama-se Viagem ao Teu Encontro e digamos que é sobre a persistência de conseguirmos algo e de como o destino nos trai quando a pessoa perfeita para nós morre. E não revelo muito mais a nãos ser que tem muitas peripécias... Se calhar, ainda requisitarei a vossa paciência para alguns serem leitores-beta dele, mas para isso primeiro terei de acabá-lo.
terça-feira, 29 de maio de 2012
"Estamos no ano 2033. O mundo foi reduzido a
escombros. A humanidade foi quase extinta. Mas alguns
milhares de pessoas sobreviveram, sem saberem, no
entanto, se serão os únicos habitantes da Terra. Vivem no
Metro de Moscovo, o maior abrigo contra ataques aéreos
no planeta. É o último refúgio da humanidade. È um
mundo sem amanhã, sem espaço para sonhos, planos ou
esperanças. Aí o sentimento deu lugar ao instinto - e o
mais importante é a sobrevivência. A qualquer preço.VDNKh é uma estação habitada, que se situa na extremidade norte da linha e ainda é considerada segura. Mas há uma nova e terrível ameaça. Artyom, um jovem que vive nessa estação, é incumbido de penetrar no coração do Metro e de viajar até à lendária estação conhecida por Pólis. O objectivo é alertar todos os habitantes do Metro para o perigo que se avizinha e, assim, obter apoios para a defesa da VDNKh. O futuro da sua estação está agora nas mãos de Artyom, tal como o futuro do Metro e da humanidade.
Metro 2033 foi um êxito esmagador em toda a Europa, revelando um mundo claustrofóbico onde falta a esperança e o desespero domina."
Olá seguidores e todos os visualizadores deste blog.
Tenho um novo livro para vos mostrar, desta vez de nenhuma colecção para variar um pouco, chama-se Metro 2033 supostamente um bom thriller com ficção científica à mistura, visto que acontece no ano de 2033.
Apesar da sinopse bastante interessante, não posso afirmar o mesmo do livro, foi um pouco uma desilusão, pensava que se ia basear mais numa batalha numa estação para sobreviver a criaturas tipo zombies e assim mas nada disso.
Por um lado não gostei pela forma como o autor escreve as coisas, todo o livro parece uma catrefada de aventuras que um jovem tem ao atravessar o metro, do género Alice no País das Maravilhas e por outro, mas isso já não é culpa do autor mas sim da editora é não terem posto um mapa dos metros m Moscovo, visto que o autor fala de estações para cá e para lá e o leitor só vê nomes russos sem entender nada visto que não sabe como é a planta do metro de Moscovo.
No entanto, gostei do enredo principal (a parte que supostamente envolve aquelas coisas parecidas com zombies) visto que está bem feita com um fim bastante bom, mas acho que é a única coisa que salva o livro.
Se quiserem comprar o livro: Wook
Boa Leitura... ;)
4,5/5
André
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