segunda-feira, 22 de novembro de 2010
"Após os acontecimentos de Os Domadores de Dragões I, o Reino dos Dragões vive novamnte em paz. Ou pelo menos é isso que desejam que se pense. Agora, passado algum tempo, o jogo está novamente activo e caótico. As diversas áreas começam a ficar instáveis, os jogadores encontram maneiras de aceder a zonas proibidas e todos os dragões estão em risco de desaparecer à medida que o seu mundo começa a desmoronar-se. Cabe aos jogadores descobrir os segredos por trás.Serão os nossos amigos capazes de resolver este mistério quando o jogo e as personagens se começarem a voltar contra eles?"
Hey pessoal
Voltei, agora para colocar o seguimento do último livro, Perigo no Mundo Virtual.
Este livro desiludiu-me imenso. Em comparação com o anterior este é mais descabido, não tem coesão nenhuma.
Para começar podemos referir a coesão, ou a falta dela. As personagens tanto estavam num sítio conhecido mas de repente já estavam a ter visões e depois estavam num sítio que nunca tinha havido e de repente começavam a falar personagens desconhecidas sem nenhuma referência a elas, só coisas assim, por vezes chegava ao ponto de ter de ler outra vez a mesma página para conseguir compreender.
As personagens também não são das melhores. havia pormenores que nunca os tinha visto mas que já eram naturais da personagem, como se a escritora do nada decidisse pôr aquela característica naquela personagem.Enfim, decididamente o primeiro é muito melhor que este. Para comprarem o livro: Wook
Boa Leitura ;)
3/10
André
"Carol é um dos muitos jovens que joga aos DOMADORES DE DRAGÕES, um jogo de computador de realidade virtual. Com o seu parceiro, um dragão chamado Sam, ela consegue tornar-se numa das melhores jogadoras. De repente, quando o jogo se desliga. Carol é estranhamente convocada para dentro do jogo, junto com Ceirin, o segundo melhor jogador e a principiante Ellen, que é puxada por acaso.
À medida que um estranho monstro vai destruindo áreas do jogo, o trio de humanos e os seus dragões vão em busca desta estranha criatura para a serrotar e assim salvar o mundo do jogo. Mas, atenção! Neste mundo virtual as perigosas armadilhas são realmente mortais."
Hi pessoal.
Bem, primeiro que tudo, fiquei estremamente impressionado por este livro ter sido escrito por uma criança de 13 anos. Sim, Emma Urquhart com actualmente 19 anos escreveu este primeiro livro com 13, muito bem.
Em relação ao livro, bem, gostei, mas não foi daqueles livros que chamam a atenção, mas pasei um bom tempo a ler.
O enredo da história está bom, as personagens também, os diferentes mundos e aventuras que eles passam também estão muito bem desenvolvidas.
Este livro parece-se realmente com um jogo, o que talvez traga alguns não leitores ao mundo da literatura. Mas também torna um bocado "infantil", do tipo junta-se o grupo e vai matar o mau da fita e pronto viveram felizes para sempre.
Enfim, um livro mediano. Se quiserem comprar o livro sigam o link: Wook
Boa Leitura ;)
6/10
André
terça-feira, 16 de novembro de 2010
"Niki é uma rapariga linda, extrovertida, inteligente, simpática e alegre. Tem dezassete anos, e tanto ela como as suas amigas estão no último ano do secundário. O seu dia-a-dia é pautado por desfiles, festas e raves, entre outros divertimentos.
Alex é um «rapaz» com quase trinta e sete anos e acabou há pouco tempo uma relação de longa data. Tem três grandes amigos, Enrico, Flávio e Pietro, que são casados. Alex ocupa um cargo importante na área da publicidade, mas um jovem oportunista contratado recentemente pela sua empresa põe em risco o seu emprego.
Certa manhã, Niki e Alex têm um encontro, ou melhor, um desencontro - um desencontro que vai mudar tudo.
Esta linda história de amor reflecte a vontade de reencontrar a liberdade e o desejo de nutrir sentimentos verdadeiros, de amar sem regras nem porquês. Retrata o quotidiano, mas também o sonho, a fuga mais bela, mais louca, mais inesperada: uma fuga de amor. E, depois, aquele farol...
Enfim, é um mergulho onde o mar é mais azul!"
Olá pessoal, vão-se safando com o frio?
Eu sei demorei um bocado a ler este livro, mas tinha pouco mais de 500 páginas e no meio de uma época de testes não dá muito jeito, mas enfim...
Desculpa, mas Vou Chamar-te Amor um título deveras romântico. Digo que a primeira coisa que me captou a atenção ao livro foi mesmo o título, gostei mesmo.
Adorei que ao longo da história estão constantemente a aparecer citações e frases famosas, mas ditas pelas personagens, como se fosse um diálogo casual entre duas pessoas no mundo. E, no entanto, aparecem alguns parágrafos escritos que são emotivos, como um sonho.
Em relação à história e às personagens achei que podia ser comparado um bocado como "um filme de domingo à tarde" onde as pessoas sentam-se no sofá, cobrem-se e vêm um filme aconchegadas. Mas, chegando a meio do filme e já sabendo o fim mais provável.
Mas pronto, um bom romance que fala do amor. É como diz: "(...) é um mergulho onde o mar é mais azul!" Se quiserem comprar este livro sigam o link: Wook
Boa Leitura ;)
7/10
André
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Publicada por
André Alves
à(s)
15:04
Etiquetas:
Editorial Presença,
Páginas Desfolhadas
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comentários
"Depois do retumbante sucesso do seu primeiro romance, P.S. - Eu Amo-te, que a todos surpreendeu com a conquista imediata dos primeiros lugares das listas de vendas no Reino Unido e foi publicado em mais de quarenta países, Cecelia Ahern repete a proeza com o livro Para Sempre, Talvez.
Com grande perspicácia e originalidade, Ahern conta-nos a história envolvente de um amor contrariado por um destino que teima em brincar com os seus dois protagonistas. Alex e Rosie atravessaram a infância e a adolescência juntos, sempre presentes na vida um do outro como melhores amigos. Mas, quando chega o momento de começarem a descobrir as alegrias das noites na cidade e das primeiras aventuras amorosas, o destino resolve pregar-lhes uma partida ao colocar entre os dois a vastidão do oceano Atlântico quebrando, assim, a evolução natural e espontânea de uma relação de amizade para algo mais profundo.
A família de Alex muda-se da Irlanda para Boston, e Alex vai com ela, para sempre. Rosie não consegue imaginar a vida sem o seu companheiro de todas as horas e decide ir também para os Estados Unidos. Só que, uma vez mais, o destino, com o seu fino sentido de ironia, intervém nas suas vidas, obrigando Rosie a permanecer na Irlanda. Mas poderão o tempo, a distância e o prórpio destino ser mais forte que um grande amor?"Boas pessoal.
Aqui está um grande livro. Vindo de Cecelia Ahern, este êxito está fantástico. Na minha opinião está até melhor que o P.S. - Eu Amo-te.
Que dizer deste livro? Bem, a história está muito boa e a escrita ainda melhor.
Neste livro Cecelia Ahern não escreve numa narrativa como muitos livros. Toda a obra é escrita por e-mails, cartas, sms's, mensagens instantâneas e postais que as personagens vão mandando uns aos outros, o que torna a leitura do livro bastante mais fácil.
Uma coisa que achei um bocado negativo foi a parte da história da filha de Rosie, Katie, e do seu amigo Toby. Essa história é um bocadinho espelho da historia principal, o que se reflecte numa perda de interesse para o leitor, pois já sabe mais ou menos o que acontecerá.
Um livro bom, aconselho a ler não só este de Cecelia mas outros também. Se quiserem comprar: Wook
Boa leitura ;)
8/10
André
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
"No seguimento de A Filha da Floresta e O Filho das Sombras, Juliet Marillier apresenta-nos agora A Filha da Profecia, assombrosa conclusão da trilogia Sevenwaters. Uma história de lealdade e amor carregada de elementos mágicos, que recorda o passado celta da Irlanda.Esta existência pacífica será ameaçada em breve, e a vida de Fainne jamais será a mesma, quando a avó, a temida feiticeira Lady Oonagh, se impõe na sua vida. Com a perversidade que a caracteriza, a feiticeira conta a Fainne que tem um legado terrível: o sangue de uma linhagem maldita de feiticeiros e foras-da-lei, incutindo nela um sentimento de ódio profundo e, ao mesmo tempo, a execução de uma tarefa que deixa a jovem aterrorizada. Enviada para Sevenwaters com o objectivo de destruí-la, vai usar todos os seus poderes mágicos para impedir o cumprimento de uma profecia.
A trilogia que apresentamos traz-nos toda a riqueza da mitologia celta e o fascínio dos contos de fadas que vivem no nosso imaginário, transportando-nos para um mundo pleno de aventuras e misticísmo."
Olá leitores
Acabei a trilogia Sevenwaters. Adorei este último livro, está mesmo muito bom.
Então por onde começar? Para além de este livro não ser como os outros dois, nem o esboço da história nem as personagens, este livro é baseado totalmente na perspectiva, de Fainne, que muitas vezes é obrigada a tomar más acções. Isto torna o livro bastante interessante devido a ser pela perspectiva dos maus da fita.
Outro factor que torna o livro num grande êxito é decididamente a imprevisão que há ao longo do livro, há certas partes em que nunca pensaríamos que algo aconteceria e mesmo assim acontecem.
O fim do livro é muito emocionante, quando envolve a música, descrita imensamente bem por Juliet Marillier. Já anteriormente neste livro tinha sido descrita muito bem na gaita-de-foles. Mas na canção é algumas vezes melhor.
Dos três gostei mais do primeiro e do último, decididamente.
PS: Para verem as críticas desta trilogia sigam os link's Crítica - O Filho das Sombras
9/10
André
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
"As florestas de Sevenwaters lançaram o seu feitiço sobre Liadan, que, tal como a mãe, Sorcha, herdou, além do dom da Visão, o talento de curar e penetrar no mundo espiritual. Os espíritos da floresta avisaram Liadan de que deve permanecer, para sempre, em Sevenwaters, se quer que as ilhas sagradas sejam reconquistadas aos Bretões, que as tomaram à força.
A Irlanda está em guerra. Atacantes assolam as suas costas - e uma nova fé ameaça a velha, dividindo o seu povo. Neste cenário perigoso um homem é temido, acima de todos os outros: o Homem Pintado granjeou uma reputação terrível como mercenário feroz e astuto e, com um espantoso bando, ataca aqui e ali com a mão precisa, espalhando o terror por todo o lado e desaparecendo como por magia.
De regresso a casa, vinda de acompanhar a irmã, Liadan é capturada pelo Homem Pintado. Este revela ser um homem nada parecido com a lenda. Liadan sente-se atraída por ele, apesar da antiga profecia de maldição, mas poderá ela viver a sua vida e desafiar os espíritos, ou uma maldição cairá sobre Sevenwaters devido ao seu amor proibido?História e fantasia, mito e magia, lenda e amor juntam-se nesta história fascinante. Imagens vívidas do nosso passado Celta tecem uma história de grande mistério e romance. O Filho das Sombras lança Juliet Marillier como um talento novo e extraordinário, seguindo-se ao seu notável primeiro livro A Filha da Floresta."
Olá queridos leitores.
Mais um romance de Juliet Marillier. A continuação da trilogia Sevenwaters.
Este livro não me surpreendeu tanto quanto eu esperava, talvez por me parecer o mesmo esboço do primeiro, um amor proibido, muitos perigos e tal. Eu achei inclusivé o primeiro melhor, o enredo e tudo.
Mas nem tudo neste livro me desagradou. Gostei imenso do facto desta personagem principal Liadan não ser como personagens de outros livros, pois assim que apareceu uma criatura a dizer para ela não sair de casa se não arruiniaria os planos do mundo, ela não ligou nenhuma e foi atrás do amado.
Este livro respondeu-me também a algumas perguntas que surgiram no livro anterior, mas surgiram outras para compensar. Um pouco de mistério é sempre bom.
PS: Crítica - A Filha da Floresta
Para comprar este livro: Wook
Boa Leitura ;)
8/10
André
terça-feira, 26 de outubro de 2010
"Passado no crepúsculo celta da velha Irlanda, quando o mito era Lei e a magia uma força da natureza, esta é a história de Sorcha, a sétima filha de um sétimo filho, e dos seus seis amados irmãos.
O domínio Sevenwaters é um lugar remoto, estranho, guardado e preservado por homens silenciosos e Criaturas Encantadas que deslizam pelos bosques vestidos de cinzento e mantêm as armas afiadas.
Os invasores de fora da floresta, os salteadores do outro lado do mar, os Bretões e os Viquingues, estão todos decididos a destruir o idílico paraíso. Mas o mais urgente para os guardiães é aniquilar o traidor que se introduziu dentro do domínio: Lady Oonagh, uma feiticeira, bela como o dia, mas com um coração negro como a noite. Oonagh conquista Lorde Colum com os seus sedutores estratagemas; mas não consegue encantar a prudente Sorcha. Frustada por não conseguir destruir a família, Oonagh aprisiona os irmãos num feitiço que só Sorcha pode quebrar. Se falhar, continuarão encantados e morrerão!
Então os salteadores chegam e Sorcha é capturada, quando está apenas a meio da sua tarefa... Em breve vai ver-se dividida entre o seu dever, que lhe impõe que quebre o encantamento, e um amor cada vez maior, proibido, pelo senhor da guerra que a capturou."
Olá
Se querem que vos diga adorei mesmo muito este livro. Desde a construção de cada personagem até (para mim o mais importante) as emoções e a tarefa d Sorcha.
Neste livro Sorcha é obrigada a quebrar um encantamento em que os irmãos estão presos e os transforma em cisnes. E o pior é que para quebrá-lo terá de fazer 6 camisas cozidas com uma planta cheia de espinhos que são extremamente irritantes, inchando as mãos dela.
O livro consegue fazer sair o sofrimento de Sorcha até ao leitor. Eu inclusivé emocionei-me com o esforço que ela fazia pelos irmãos.
Aconselho a qualquer um... Se quiserem comprar o livro: Wook
Boa Leitura
9/10
André
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