domingo, 3 de abril de 2016

The Path of Daggers - Robert Jordan

   "The Seanchan invasion force is in possession of Ebou Dar. Nynaeve, Elayne, and Aviendha head for Caemlyn and Elayne's rightful throne, but on the way they discover an enemy much worse than the Seanchan.
   In Illian, Rand vows to throw the Seanchan back as he did once before. But signs of madness are appearing among the Asha'man.
   In Ghealdan, Perrin faces the intrigues of Whitecloaks, Seanchan invaders, the scattered Shaido Aiel, and the Prophet himself. Perrin's beloved wife, Faile, may pay with her life, and Perrin himself may have to destroy his soul to save her.
   Meanwhile the rebel Aes Sedai under their young Amyrlin, Egwene al'Vere, face an army that intends to keep them away from the White Tower. But Egwene is determined to unseat the usurper Elaida and reunite the Aes Sedai. She does not yet understand the price that others—and she herself—will pay."

   Hello readers!
   Cá voltamos nós à saga do Wheel of Time no seu esplendor de catorze volumes dos quais quatro estão publicados em Portugal, e daí estar a ler em inglês. Este é o oitavo volume, ou seja o primeiro da segunda metade.
   Ser o início da segunda metade significa para mim que espero que não haja um acrescento de complexidade à história, ou que se comecem a desenvolver certas partes. E assim foi, felizmente. De início a leitura estava um pouco parada porque não foi como nos outros volumes em que havia uma troca de perspectivas entre capítulos, só ao final de 6 ou 7 capítulos é que a história passou a ser a de outra personagem.
   Claro que, para início, isto não foi o melhor, mas como acabou esse início foi perceptível o porquê de estar naquela forma, essas acções foram o catalisador do resto da obra. E a partir daí houve várias trocas de perspectivas para cobrir todas, ou quase todas as personagens. Esse foi um dos pontos maus, houve um dos protagonistas do qual não se soube nada durante toda a obra, o que me deixou um pouco desapontado, visto que gosto bastante dele.
   Quanto ao resto do enredo, esteve bom, com um desenvolvimento a um ritmo decente sem empatar e sem apressar de tal forma que fique sem explicação. Temi a certa altura que o autor fosse empatar durante um mês daquele mundo os acontecimentos, mas no final esse mês foi encurtado e o leitor nem se dá conta.
   As personagens não tiveram um desenvolvimento muito extenso, nem médio, como nos outros livros, tal como houve muitos factores que não apareceram nesta obra. Deu uma ligeira sensação de ser um livro mais virado para as políticas em jogo e não para as metas finais.
   A qualidade manteve-se, mas não foi uma das melhores obras da saga, espero que apareça uma dessas em breve, que já tenho saudades! Caso queiram saber mais sobre a saga, sigam o link: Crítica - A Crown of Swords
   Boa Leitura... ;)
7.5/10

André

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