terça-feira, 12 de abril de 2016

Convergente - Veronica Roth

   "A sociedade de fações em que Tris Prior acreditava está destruída – dilacerada por atos de violência e lutas de poder, e marcada para sempre pela perda e pela traição. Assim, quando lhe é oferecida a oportunidade de explorar o mundo para além dos limites que conhece, Tris aceita o desafio. Talvez ela e Tobias possam encontrar, do outro lado da barreira, uma vida mais simples, livre de mentiras complicadas, lealdades confusas e memórias dolorosas. 
   Mas a nova realidade de Tris é ainda mais assustadora do que a que deixou para trás. As descobertas recentes revelam-se vazias de sentido, e a angústia que geram altera as vontades daqueles que mais ama. 
   Uma vez mais, Tris tem de lutar para compreender as complexidades da natureza humana ao mesmo tempo que enfrenta escolhas impossíveis de coragem, lealdade, sacrifício e amor. 
   Convergente encerra de forma poderosa a série que cativou milhões de leitores, revelando os segredos do universo Divergente."

   Boas Leitores!
   Mais uma colecção acabada! Esta foi fácil, uma trilogia, em que este é o último volume. Existe ainda um quarto livro que se passa neste mundo, com o nome Quatro que conta exactamente histórias da personagem Quatro. Quanto ao que disse na opinião do volume anterior, não, não consegui ler o livro antes de ver o terceiro filme. É essa a minha tarefa agora para ver se está fiel ou não.
   O enredo deste terceiro e último volume não é grande coisa. Uma troca e baldroca de um lado para o outro em que as personagens ficam duzentas páginas a decidir fazer uma coisa, depois outra, depois de volta à primeira e andam neste vai e volta interminável sem que se tome uma decisão, a não ser no final do livro. Esse foi um problema que houve no volume anterior e que se manteve.
   Outro problema que houve foi a introdução da perspectiva do protagonista masculino da saga, Quatro. Os capítulos eram intercalados com a perspectiva dele e a de Tris, até agora nada de mal, e até poderia contribuir para uma obra melhor. Mas não quando às vezes os capítulos têm 2 ou 3 páginas e então a troca entre personagens acaba por confundir um pouco o leitor. Os capítulos maiores tinham não só a vantagem de não confundir tanto o leitor como também de fazê-lo criar um laço mais forte com as personagens ou entender o seu desenvolvimento psicológico.
   O final da saga foi ao mesmo tempo surpreendente mas fraco. Foi surpreendente por não ser a via que normalmente os autores deste tipo de livros toma, mas foi feito de uma forma um pouco fraca, como se tivesse sido uma escapatória a ter de inventar um enredo mais complexo, senti-me bastante dividido no final entre o bom e o mau.
   Este volume subiu um pouco em relação ao anterior, mas para final da saga deixou mesmo muito a desejar em vários aspectos. Caso queiram ver a opinião do livro anterior, basta seguirem o link: Crítica - Insurgente
   Boas leituras... ;)
3.5/10

André
   

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