sábado, 25 de julho de 2015

Insurgente - Veronica Roth

   "A tua escolha pode transformar-te - ou destruir-te. Mas qualquer decisão tem consequências e, à medida que as várias fações começam a insurgir-se, Tris Prior precisa de continuar a lutar pelos que ama - e por ela própria.
   O dia da iniciação de Tris devia ter sido marcado pela celebração com a fação escolhida. No entanto o dia termina da pior forma possível e a guerra parece ser inevitável.
   Transformada pelas suas decisões mas ainda assombrada pela dor e pela culpa, Tris terá de aceitar em pleno o seu estatuto de Divergente, mesmo que não compreenda completamente as consequências dessa escolha."

   Boas leitores!
   Como sempre um pouco atrasado nas novidades, este segundo volume da trilogia já teve a sua adaptação cinematográfica nos cinemas de Portugal e já saiu de lá há bastante tempo. O terceiro ainda não saiu, portanto ainda vou a tempo de ler o livro primeiro!
   No entanto não sei se tenho assim tanta vontade de fazê-lo. Ao acabar o primeiro livro fiquei desapontado por ter tomado o caminho gasto das histórias comerciais e vendidas às multidões. Como sempre tive um pouco de esperança que no segundo a autora utilizasse aquela sua escrita com qualidade que manteve escondida em recantos obscuros de algumas páginas do primeiro livro.
   Mas não aconteceu, continuou uma história cliché, sem qualquer originalidade e sem algo que me fizesse agarrar às personagens. Primeiro estava sempre a associar a personagem principal com Bella a protagonista da famosa saga Crepúsculo mas concretamente ao segundo livro em que ela está depressiva e não consegue fazer nada de jeito. As personagens não tinham qualquer desenvolvimento e pareciam apenas bonecos que andavam dum lado para o outro.
   E quanto ao enredo... Previsível é uma palavra que descreve bem, o cenário de mundo pós-apocalíptico ou uma distopia já não é novidade, e por essa razão acho que os autores deviam esforçar-se para inventar novas coisas e serem criativos e originais. Antes de chegar a meio do livro já sabia qual era a premissa daquela cidade, o que tornou a leitura só mais aborrecida.
   Não há nenhum ponto positivo acho. E se calhar isso só demonstra o que a maior parte das pessoas anda a ler. O que as multidões querem... De certeza que há livros deste género muito melhores, basta procurar.
   Enfim, estou desejoso de ler o final desta trilogia (ou não) para saber o que poderá ser melhor (ou pior)... Entretanto vejam a opinião do primeiro volume (que estava melhor do que este): Crítica - Divergente
   Boas Leituras... ;)
2.5/10

André

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