sábado, 24 de maio de 2014

A Espada de Fortriu - Juliet Marillier

   "O Reino de Fortriu goza de paz desde que Bridei subiu ao trono. Agora o rei prepara a tão esperada guerra, que afastará em definitivo os Gaélicos para leste. A princesa Ana, refém de Fortriu desde a infância, é enviada para norte a fim de se casar estrategicamente com um chefe que nunca conheceu, e assim conquistar um aliado, do qual depende a vitória de Bridei. A sua escolta é liderada por um homem que ela despreza: o enigmático Faolan, espião de Bridei.
   A expedição está amaldiçoada, e quando Ana chega junto do chefe da fortaleza de Alpin, no misterioso Bosque Briar, está apreensiva. É um local cheio de segredos, e ao descobrir um prisioneiro escondido na mais sombria das prisões, Ana descobre também uma conspiração silenciosa. Por seu lado, Faolan sente a tortura de um amor impossível e caminha dividido entre a lealdade e a traição.
   As forças de Bridei reúnem-se para a batalha. Mas eis que algo é revelado àqueles que ficaram para trás: o rei caminha não só para a derrota, mas também para a morte. Apenas um mensageiro conseguirá avisá-lo a tempo, mas pedir-lhe ajuda colocará em perigo aquele que já se tornou o amor de Ana..."

   Boas pessoal...
   Após semanas caóticas onde a leitura infelizmente ficou um pouco para trás, aqui está a crítica a este livro, esperemos que não demore assim tanto para o próximo (apesar do próximo ser um pouco maior que este). É o segundo da trilogia As Crónicas de Bridei que já não há à venda em formato normal mas só em formato de bolso.
   Esta é a continuação da história começada no livro anterior, que se passa cinco anos depois. Esperava que o livro fosse novamente com uma personagem principal masculina, mas não o foi. Havia partes onde a perspectiva era masculina mas a protagonista era uma rapariga, Ana.
   A história no entanto está muito gira. O romance bem descrito tal como todos os conflitos internos das personagens. Houve inclusive algumas surpresas boas que não esperava de todo. Adorei o facto de uma das personagens comunicar com os pássaros, e a descrição que a autora fazia deles e da sua forma de estar criava uma certa ligação com a natureza. Só houve momentos que poderiam ser apagados por serem um pouco desnecessários e que prolongaram a leitura (que poderia ter acabado mais cedo).
   E falando em natureza os mistérios que se criam para o livro seguinte prometem muito do último livro da trilogia. E isso pode ser bom ou mau porque ou a autora conseguiu dar esse entusiasmo todo com os mistérios ao longo do livro ou então vai ser tudo dito no fim da obra e não vai poder aproveitar-se nada. Logo veremos.
   Bem se quiserem saber mais sobre esta colecção podem ver a crítica anterior por este link: Crítica - O Espelho Negro
   Boas Leituras... ;)
7/10

André

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