terça-feira, 18 de março de 2014

A Guerra Diurna - Peter V. Brett

   "Na noite da Lua Nova, os demónios erguem-se em força, procurando as mortes dos dois homens com potencial para se tornarem o lendário Libertador, o homem que, segundo a profecia, reunirá o que resta da humanidade num esforço derradeiro para destruir os nuclitas de uma vez por todas.
   Arlen Fardos foi outrora um homem comum, mas tornou-se algo mais: o Homem Pintado, tatuado com guardas místicas tão poderosas que o colocam à altura de qualquer demónio. Arlen nega constantemente ser o Libertador, mas, quanto mais se esforça por se integrar com a gente comum, mais fervorosa se torna a crença destes. Muitos aceitariam segui-lo, mas o caminho de Arlen ameaça conduzir a um local sombrio a que apenas ele poderá deslocar-se e de onde poderá ser impossível regressar.
   A única esperança de manter Arlen no mundo dos homens ou de o acompanhar reside em Renna Curtidor, uma jovem corajosa que arrisca perderse no poder da magia demoníaca.
   Ahmann Jardir transformou as tribos guerreiras do deserto de Krasia num exército destruidor de demónios e proclamou-se Shar’Dama Ka, o Libertador. Tem na sua posse armas ancestrais, uma lança e uma coroa, que consubstanciam a sua pretensão e vastas extensões das terras verdes se curvam já ao seu poderio.
Mas Jardir não subiu ao poder sozinho. A sua ascensão foi programada pela sua Primeira Esposa, Inevera, uma sacerdotisa ardilosa e poderosa cuja formidável magia de ossos de demónio lhe permite vislumbrar o futuro. Os motivos de Inevera e o seu passado encontram-se envoltos em mistério e nem Jardir confia nela por completo."

   Boas leitores!
   Aqui estou com uma crítica nova e frequinha, dum livro que saiu há relativamente pouco tempo e que estava desejoso de ler! É o terceiro volume da saga A Noite dos Demónios.
   Infelizmente tal como acontece em muitos outros livros, o entusiasmo para o ler foi tanto que as expectativas subiram acima do livro, o que resultou numa mistela entre desilusão e espanto.
   Inicialmente o prólogo arrebatou-me e fiquei só a pensar "ok, este livro vai ser muito bom.", mas depois quando a história se passava no presente, era apenas um grande aborrecimento, basicamente a "encher chouriços". Tenho de admitir que as melhores partes eram mesmo quando voltava ao passado.
   Outro pormenor que achei estranho foi que metade das personagens dum livro para o outro mudaram de personalidade, pelo menos na minha opinião, parecia que tomavam acções que não conjugavam com quem eram nos livros anteriores.
   Por sorte, as últimas 200 páginas (num livro de quase 800) foram as brutais cheias daquilo que é a essência do livro. E o último capítulo foi simplesmente de cortar a respiração e implorar pelo próximo volume, que só deve sair daqui a imenso tempo, mas lá teremos que esperar.
   Aconselho a lerem, nem que seja pelo fim deste livro. Se quiserem saber mais da colecção podem ver a crítica do anterior por aqui: Crítica - A Lança do Deserto
   Se quiserem comprar o livro basta clicarem aqui: Wook
   Boa Leitura... ;)
8/10

André

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