domingo, 20 de outubro de 2013

A Brisa do Oriente - Volume 2 - Paloma Sánchez-Garnica

   "Alguns anos depois, Umberto de Quéribus reencontra o seu amigo, o cavaleiro Esteban de Clary, em Cinca. Na sua busca pelo conhecimento de outras doutrinas e pelas suas próprias origens, Umberto vai deparar-se com perigos constantes e situações arriscadas. Que segredo guardam os monges acerca da identidade da sua mãe? Que é feito de Constanza, o amor da sua vida, a mulher que o fez pôr em causa toda a sua crença eclesiástica?
   Em 1204, acompanhando o seu abade, Umberto de Quéribus, um jovem monge de Cister, inicia uma viagem que o levará a Constantinopla.
   A partir desse momento, arrastado para perigos e situações extremas, em que perde a candura infantil, a sua vida muda completamente.
   Durante a viagem de regresso ao mosteiro, conhece a insensatez da guerra, a violência desmedida e a imoralidade da avareza. Questiona a obediência cega e luta constantemente com a dualidade do que lhe ensinaram e o que sente. Aprende a amar e o sentido mais profundo da amizade.
   A sua aproximação inconsciente à heresia acaba por colocá-lo em perigo, ao ponto de se ver obrigado a abandonar o mosteiro depois de ver a catástrofe semeada à sua volta."

   Boas leitores...
   Mais uma vez aqui estou, com uma crítica visto que ultimamente o BTT não tem aparecido não sei porquê, algo se deve passar com a pessoa responsável pela manutenção do site.
   Vamos lá passar as informações deste livro: é o segundo de uma dupla, cujo primeiro volume já foi lido e a crítica está presente neste blogue, deixarei um link para tal post mais abaixo.
   Quanto ao livro por si, melhorou bastante em relação ao primeiro, a escrita pareceu-me um pouco mais emocionante, apesar das contínuas descrições pormenorizadas e exageradas. Por outro lado a história continuou entre o histórico e o fantástico com a quantidade de "coincidências" a acontecerem de forma estrondosa.
   Um pormenor interessante e que deve definir aqui muitas opiniões, este livro fez-me lembrar imenso o Memorial do Convento de José Saramago, pela construção do mosteiro que toma grande parte da obra, tal como no livro do autor português a construção do convento é relatado pedra por pedra, neste livro também acontece.
   O fim do livro surpreendeu-me excepto as últimas duas páginas, que me desiludiram completamente, mas pronto esta é a minha opinião e estou certo que muitas outras pessoas terão achado exactamente o contrário a mim.
   Se quiserem saber do livro anterior a este, basta seguirem este link: Crítica - A Brisa do Oriente - Volume 1. Para comprarem este livro, caso o queiram fazer, podem fazê-lo por este link que ajudam o blogue! Wook
   Boa Leitura... ;)
6,5/10

André

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