terça-feira, 8 de outubro de 2013

A Brisa do Oriente - Volume 1 - Paloma Sánchez-Garnica

   "Em 1204, acompanhando o seu abade, Umberto de Quéribus, um jovem monge de Cister, inicia uma viagem que o levará a Constantinopla. A partir desse momento, arrastado para perigos e situações extremas, em que perde a candura infantil, a sua vida muda completamente.
   Durante a viagem de regresso ao mosteiro, conhece a insensatez da guerra, a violência desmedida e a imoralidade da avareza. Toma igualmente consciência das verdadeiras consequências da obediência cega e da enorme incerteza na destrinça do que está bem e do que está mal, imerso numa luta constante entre o que lhe ensinaram e o que de facto sente. É atingido pela flecha do amor indomável e adolescente e descobre o desassossego provocado pelo sentimento de culpa, o ferrão do ressentimento e, sobretudo, o sentido mais profundo da amizade, encarnada no cavaleiro Esteban de Clary e no monge Roger, com quem aprenderá o significado da cultura, a importância do que se escreve e a influência e o poder do copista ao manejar, alterar ou mudar completamente o texto escrito. A sua aproximação inconsciente à heresia acaba por colocá-lo em perigo, ao ponto de se ver obrigado a abandonar o mosteiro depois de ver a catástrofe semeada à sua volta."

   Buenos dias!
   Para começar Outubro, que já vou bem tarde, temos uma crítica duma obra espanhola, traduzida para português claro, ainda não adquiri a capacidade de entender a 100% o espanhol.
   Esta obra é o primeiro volume de dois e conta basicamente a história dum monge chamado Umberto de Quéribus. É quase como uma bibliografia, mas escrita num romance histórico.
   Foi um livro que me custou um bocado a ler, no sentido de que a história não me apelava muito, parecia demasiado falso, para ser um romance histórico e demasiado verdadeiro para ser um romance fantasioso, ficou lá no meio o que não me agradou lá muito.
   A meio o livro melhorou substancialmente quando a personagem principal se manteve no mosteiro, onde a história pareceu mais um suspanse e um misto com acção do que a história sem fim que parecera antes. No entanto, quando chegou a cerca de três quartos do fim voltou a descambar num aborrecimento e na mesma monotonia de antes .
   Não sei se deva aconselhar este livro, e se sim, não sei a quem. Não aos que gostam de fantasia, mas não sei se os que gostam de romances históricos irão gostar deste, talvez devam experimentar, quem sabe se não passarão a gostar. Se quiserem comprar o livro podem fazê-lo aqui: Wook
   Boa Leitura... ;)
4/10

André

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