sexta-feira, 16 de setembro de 2011

A Lança do Deserto - Peter V. Brett

   "O Sol põe-se sobre a Humanidade. A noite pertence agora a demónios vorazes que se materializam com a escuridão e que caçam sem tréguas, uma população quase extinta, forçada a acobardar-se atrás da segurança de guardas de poder semi-esquecidas. Mas estas guardas apenas servem para manter os demónios à distância e as lendas falam de um Libertador; um general, alguns chamar-lhe-iam profeta, que em tempos uniu a Humanidade e derrotou os demónios. No entanto esses tempos, se alguma vez existiram, pertencem a um passado distante. Os demónios estão de volta e o Libertador é apenas um mito... Ou será que não? Do deserto vem Ahmann Jardir, que transformou as tribos guerreiras de Krasia num exército que extermina os demónios. Ele auto-proclamou-se Shar'Dama Ka. O Libertador, e traz consigo armas ancestrais - uma lança e uma coroa - que atribuem credibilidade à sua pretensão. Ao jurar seguir os passos do primeiro Libertador, ele veio para Norte a fim de unir as cidades-estado numa força única que lutará contra os demónios, quer elas queiram quer não.
   Mas os habitantes do Norte afirmam possuir o seu próprio Libertador, Arlen, que todos conhecem por O Homem Pintado, uma figura obscura com a pele tatuada com guardas tão poderosas que se tornou um oponente temível a qualquer demónio. O Homem Pintado nega ser o Libertador, no entanto as suas acções falam mais alto que as suas palavras, ensinando homens e mulheres a enfrentar os seus medos e a oporem-se às criaturas que os atormentam há século.
   Em tempos o Shar'Dama Ka e O Homem Pintado foram amigos, irmãos de armas, mas agora são adversários ferozes. Apanhados na contenda estão Renna, uma jovem que é levada até aos limites da resistência humana; Leesha, uma jovem e orgulhosa herbanária cujos dotes de guardadora superam os do próprio Homem Pintado; e Rojer, um jogral com um dote para a música que acalma os demónios, ou os leva a tamanho frenesim que se atacam uns aos outros. Mas, enquanto as velhas alianças são testadas e as novas alianças se estabelecem, surge uma nova espécie de demónio, mais inteligente e mortífero do que qualquer outro alguma vez visto."

   Boas pessoal
   E aqui estamos nós no quarto livro publicado do mês, e este o seguimento de, como já devem ter adivinhado, O Homem Pintado do ciclo A Noite dos Demónios.
   Esta obra com mais de 700 páginas é tão ou mais fantástica que o livro anterior. A história continua e com ela as guerras, os demónios, o futuro de todas aquelas personagens que gostamos.
   Este volume não se centrou tanto no facto de dar a entender que mundo era aquele e a história dos demónios e da Humanidade mas sim mais a história do Shar'Dama Ka e os problemas do passado que voltaram a assombrar Arlen, mas isso não tira pontos nenhuns ao livro, pelo facto de que aqueles mistérios deixados em aberto no livro anterior são agora esclarecidos como a cultura de Krasia e a sua população todas essas coisas.
   Surpreendeu-me o facto de a minha opinião não se definir acerca de quem seria o verdadeiro Libertador, e dou os parabéns a Peter V. Brett por esse facto, não tornou o livro previsível, não só nesse ponto mas em muitos mais em que a minha opinião deixou-me verdadeiramente dividido, fabuloso.
   Quem já leu O Homem Pintado e gostou, então aconselho a irem correr comprar este segundo volume, adorei.
   Se quiserem saber mais basta seguirem o link: Crítica - O Homem Pintado
   Para comprarem o livro cliquem aqui: Wook

   Boa Leitura... ;)
9/10

André

1 comentários:

Anónimo disse...

Esse filme é muito bacana! assistam vcs não vão se arrepender

Enviar um comentário

Páginas Comentadas