terça-feira, 21 de dezembro de 2010

O Fogo - Katherine Neville

   "Em 1988, O Oito, de Katherine Neville, revolucionou o panorama dos romances de intriga e redefiniu as normas universais do suspense. Vinte anos depois, O Fogo dá continuidade à história.
   1822, Albânia: trinta anos após a Revolução Francesa, está iminente a guerra da independência grega. Ali Paxá, o mais poderoso governante do Império Otomano, encarrega a sua jovem filha Haidée de levar para fora do país uma peça crucial do tabuleiro de Xadrez de Montglane. Perseguida por inúmeros inimigos, Haidée viaja através de Marrocos, Roma e Grécia até ao centro do Jogo cujos segredos têm origem na cidade de Bagdade, mil anos antes.
   2003, Colorad: Alexandra Solarin desloca-se ao refúgio ancestral da família, nas Montanhas Rochosas, para o aniversário da mãe. Há trinta anos, Cat Velis e Alexander Solarin, os seus pais, acreditavam ter espalhado as peças do Xadrez de Montglane por várias partes do mundo, enterrando-as e ocultando assim os segredos do poder que quem as possuísse deteria. Mas, ao chegar ao seu destino, Alexandra descobre que a mãe desapareceu e que uma série de pistas por ela estrategicamente deixadas só podem indicar que algo de muito sinistro foi posto em marcha. A peça mais importate do tabuleiro de xadrez de Carlos Magno reapareceu...
   Misturando um estilo requintado com uma narrativa absorvente em que o suspense nunca pára, Katherine Neville consegue mais uma vez tecer uma cativante história de acção, intriga e mistério."

   Olá pessoal...
   Mais uma vez, aqui estou eu a colocar outra crítica (outra vez, sei que o Bruno há muito que não coloca nenhuma, desculpem), desta vez para O Fogo.
   Então, começando com a capa, achei-a cativante, tal como a do livro anterior O Oito. Já em relação ao resto já não foi a mesma coisa.
   Começando com o enredo, que apesar de ter sido bom, não foi tão entusiasmante como o anterior. A suposta história de 1822 não teve muito sentido, não era uma história completa como n'O Oito, neste livro a personaagem num capítulo estava a fazer uma coisa em Roma e cinco capítulos depois aparecia outra vez, mas em Bagdade. Era um bocado confuso.
   A história que se passa em 2003 já foi melhor, tinha acção e um enredo bom como o anterior. As personagens mudaram, principalmente a do livro anterior que não parecia a mesma e quase não apareceu no livro todo.
   Enfim, foi uma experiência diferente, um pouco pior que o primeiro livro. Se quiserem ver a crítica dele sigam o link: Crítica a O Oito
   Para comprarem o livro: Wook

   Boa leitura ;)
6/10

André

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