quarta-feira, 22 de agosto de 2018

The Way of Kings, Part 2 - Brandon Sanderson

   "According to mythology mankind used to live in The Tranquiline Halls. Heaven. But then the Voidbringers assaulted and captured heaven, casting out God and men. Men took root on Roshar, the world of storms. And the Voidbringers followed ...
   They came against man ten thousand times. To help them cope, the Almighty gave men powerful suits of armor and mystical weapons, known as Shardblades. Led by ten angelic Heralds and ten orders of knights known as Radiants, mankind finally won.
   Or so the legends say. Today, the only remnants of those supposed battles are the Shardblades, the possession of which makes a man nearly invincible on the battlefield. The entire world is at war with itself - and has been for centuries since the Radiants turned against mankind. Kings strive to win more Shardblades, each secretly wishing to be the one who will finally unite all of mankind under a single throne.
   On a world scoured down to the rock by terrifying hurricanes that blow through every few days is a young spearman, forced into the army of a Shardbearer, led to war against an enemy he doesn't understand and doesn't really want to fight.
   What happened deep in mankind's past?
   Why did the Radiants turn against mankind, and what happened to the magic they used to wield?"


   Boas Leitores!
   E aqui estamos para opinar sobre a segunda parte da obra de Brandon Sanderson, The Way of Kings. Como referi antes, este livro está dividido em dois, nesta edição. O segundo livro da saga, Words of Radiance também está dividido em dois, felizmente o terceiro é apenas um volume.
   Esta segunda metade não desilude de todo. A história continua entusiasmante, acrescentando mistérios em cima de mistérios à medida que o leitor vai percebendo como é que o mundo funciona. Por cada detalhe que percebemos ao ler esta obra, e que nos faz entranhar mais neste mundo fictício, mais na mente das personagens ficamos e, com elas, mais perdidos nos sentimos naquele mundo gigantesco.
   Mas isto é propositado, e brilhantemente. Brandon Sanderson consegue escrever de tal forma que nos sentimos as personagens nos livros dele. E não só sentimos isso como nos damos a perceber tudo como as personagens se sentem, inclusive a informação que eles têm. Para além disso os dilemas pessoais que os vários protagonistas passam são palpáveis e com os quais facilmente nos relacionamos, o que só torna mais real a história.
   O final da obra foi também genial por várias razões. Primeiro teve a sua parte de coisas a acontecer que pudessem alegrar o leitor. Segundo, temos uma abertura para os mistérios que estão por vir na saga. Por fim ficamos boquiabertos com os últimos acontecimentos e sedentos de mais pormenores. Por essa razão não julgaria ninguém se tivessem já a ler a segunda obra desta brilhante saga.
   Acho que não preciso de convencer ninguém a ler esta obra, mas se ainda houver alguém que não esteja convencido: Vão já ler! Vale mesmo a pena! Caso queiram saber mais sobre o volume anterior, basta seguirem o link: Crítica - The Way of Kings, Part 1
   Boas Leituras... ;)
10/10

André

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

The Way of Kings, Part 1 - Brandon Sanderson

   "Roshar is a world of stone and storms. Uncanny tempests of incredible power sweep across the rocky terrain so frequently that they have shaped ecology and civilization alike. Animals hide in shells, trees pull in branches, and grass retracts into the soilless ground. Cities are built only where the topography offers shelter.
   It has been centuries since the fall of the ten consecrated orders known as the Knights Radiant, but their Shardblades and Shardplate remain: mystical swords and suits of armor that transform ordinary men into near-invincible warriors. Men trade kingdoms for Shardblades. Wars are fought for them, and won by them.
   One such war is about to swallow up a soldier, a brightlord and a young woman scholar.
   Widely acclaimed for his work completing Robert Jordan’s Wheel of Time saga, Brandon Sanderson now begins a grand cycle of his own, one every bit as ambitious and immersive."

   Boas Leitores!
   E lá começamos uma nova saga (desta vez não é culpa minha, mas sim do podcast Em Busca da FantaCiência, já ouviram?) e esta saga é das bem grandes. Planeada para ter 10 livros, apenas os três primeiros estão publicados ainda, mas da maneira que Brandon Sanderson escreve não deve faltar muito até termos mais alguns. Este primeiro livro está dividido em dois na edição que estou a ler, pelo que verão aqui duas opiniões ao mesmo livro. O segundo livro da saga tem a mesma construção, por assim dizer, mas esse ficará para mais tarde.
   E como sempre este grande autor não nos desilude. Começando pelo worldbuilding fantástico com a forma como o planeta, a fauna e a flora do mesmo que estão desenhados para esta história é algo extraordinário.
   Este primeiro volume é ainda uma pequena amostra do que está para vir, tem muito de conhecer novas personagens, entender como é que o mundo funciona e ainda tentar perceber qual é o enredo principal e onde é que levará o leitor. Mas isso é algo que o leitor não precisa de se preocupar muito, porque só este primeiro volume já tem muitas questões a serem levantadas e muitas explicações a serem dadas também. Tudo no seu equilíbrio perfeito que deixa-nos sempre a querer ler mais um capítulo.
   As personagens têm todas grandes qualidades e estão escritas brilhantemente. Qualquer das três personagens principais tem os seus quês de querer saber mais deles. Apesar de Shallan, uma das personagens que temos apenas um pouco de informação no início da obra não voltar a aparecer até muito mais tarde. Esta foi das personagens que mais me intrigou, não que Kaladin ou Dalinar não o tivessem feito, todos eles são fascinantes.
   Vale totalmente a pena, e se fosse eu a vocês ia já arranjar o livro e punha-me a ler... Ainda vão a tempo para lerem com o podcast "Em Busca da FantaCiência"!
   Boas Leituras... ;)
9/10

André

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Soul Eater vol.23 - Stand Up, DWMA, Fight Against the Insanity- Atsushi Ohkubo

   "Kid enters the witches' realm to appeal for help! Though they have been DWMA's enemies for years, the witches share a respect for order--and are equally threatened by the Kishin. Kid's immediate goal is to deal with the situation on the moon, but he hopes that the negotiations will forge a new pact between DWMA and witches in the future--assuming anyone survives the Kishin's madness!"

   Boas Leitores!
   Chegámos ao pódio final de Soul Eater. O antepenúltimo volume dos vinte e cinco que compõem esta saga. E este volume, como os últimos que li desta saga, também tem cinco capítulos.
   Neste volume temos uma pequena pausa momentânea na guerra que ocorre na lua. Não que o mangá desvie para outro sítio completamente diferente, mas temos decerto uma pausa. Este interlúdio serve para arranjar os pontos necessários para que a guerra continue e de forma equilibrada.
   É um volume intenso no sentido em que a expectativa aumenta sobre os três grandes protagonistas, Maka, Black Star e Kid. Apesar de ter um foco ligeiramente maior no Kid, visto ser ele a estar presente nos capítulos "interlúdios" da guerra, vemos também a Maka e o Black Star a terem algumas revelações. Aliás algumas delas absolutamente irreais, que fazem o leitor rir e aceitar, afinal, se o leitor não consegue aceitar isso, como é que aceitaria o facto deles conseguirem chegar à lua de forma tão fácil e lutar lá uma guerra em grande escala?
   Quanto à arte, está boa, a acção ainda me deixa um pouco confuso sobre o que realmente está a acontecer, mas é intenso sempre. Havia partes que quase via as imagens a mexerem-se com a minha imaginação e isso mostra o quão boa a arte pode ser. Acho sempre piada às personagens novas que o autor vai criando, são sempre originais e têm o seu quê de "Tim Burton", ou talvez sou só eu que penso isso hahaha.
   Um dos grandes pontos positivos vai para a falta de fanservice que houve neste volume. Quase quase inexistente. As poucas coisas que notei nem sei se consideraria fanservice, por isso, bom trabalho! Caso queiram saber mais sobre os volumes anteriores, basta seguirem o link: Crítica - Soul Eater Vol.22 - The Desire and Flames Named Insanity
   Boas Leituras... ;)
8/10

André

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Green Mars - Kim Stanley Robinson

   "In the Nebula Award winning Red Mars, Kim Stanley Robinson began his critically acclaimed epic saga of the colonization of Mars, Now the Hugo Award winning Green Mars continues the thrilling and timeless tale of humanity's struggle to survive at its farthest frontier.
   Nearly a generation has passed since the first pioneers landed, but the transformation of Mars to an Earthlike planet has just begun The plan is opposed by those determined to preserve the planets hostile, barren beauty. Led by rebels like Peter Clayborne, these young people are the first generation of children born on Mars. They will be joined by original settlers Maya Toitovna, Simon Frasier, and Sax Russell. Against this cosmic backdrop, passions, rivalries, and friendships explode in a story as spectacular as the planet itself."

   Hello readers!
   A Mars Trilogy continua, dois meses após ter lido o primeiro volume, eis que chega o segundo, Green Mars.
   O autor continuou a surpreender-me não só com a quantidade fascinante de pormenores que incluí na sua obra, e que a torna algo realista e possível dentro dos limites do imaginário, mas também com o melhoramento do enredo, quase como se tivesse lido a minha opinião anterior.
   Desta vez a obra não se foca apenas nos primeiros cem colonizadores, até porque (atenção, spoilers a caminho) alguns dos cem já morreram ou foram assassinados. Vemo-nos portanto, a focar a nossa atenção noutras novas personagens, revivendo de vez em quando a perspectiva de algum dos cem iniciais. Curiosamente houve maior desenvolvimento psicológico de todas as personagens nesta nova obra do que houve no volume anterior.
   E talvez isso tenha sido uma consequência de novos dilemas no livro. Antes o grande dilema era a terraformação de Marte. Esse dilema ainda existe nesta obra, como uma nuvem que paira o dia todo, ameaçando uma chuva torrencial mas sem chover exactamente. No entanto temos todo um conjunto de novos dilemas, sobrepopulação no planeta Terra, tratamentos gerontológicos que tornam a nossa espécie aparentemente imortal, as consequências do nosso corpo viver durante tanto tempo. São vários os temas cobertos por esta obra, alguns deixados em aberto para serem resolvidos no último volume da trilogia.
   Mas todos estes dilemas ajudam ao crescimento das personagens, ou à sua destruição ou até mesmo à sua espiral de esquecimento e desespero. São várias as emoções sentidas ao longo do livro, de diversas personagens, o que só mostra a qualidade da escrita do autor.
   Não há quase nada que pudesse apontar de mal nesta obra. Estou desejoso de ler o resto da obra, e tenho a esperança que o último volume seja absolutamente brilhante! Caso queiram saber mais sobre a minha opinião do primeiro volume, basta seguirem o link: Crítica - Red Mars
   Boas Leituras... ;)
9/10

André

quarta-feira, 11 de julho de 2018

O Anjo Mecânico - Cassandra Clare

   "Através de Tessa Gray, uma jovem órfã de 16 anos, esta obra apresenta os Caçadores das Sombras da Inglaterra vitoriana. Como seus representantes do século XXI, eles também combatem os elementos rebeldes do submundo - vampiros e lobisomens. E são eles que vão ajudar Tessa quando esta, ao sair de Nova York em busca do irmão, seu único parente vivo, é raptada pelas irmãs Black. Mas Tessa não é uma senhorinha indefesa. Dona do estranho poder de se transformar em qualquer um apenas tocando em algum pertence dessa pessoa, é um objeto valioso para o submundo. Ao lado do temperamental e misterioso Will e de seu melhor amigo James, cuja frágil beleza esconde um terrível segredo, Tessa vai aprender a usar seu poder e ganhar um lugar ao lado deles na batalha entre as trevas e a luz."

   Boas Leitores!
   Mais uma vez aqui estamos e agora com uma nova obra de Cassandra Clare. Esta autora já é conhecida deste blogue por uma outra saga, que ainda está em processamento da minha parte para ser lida. Entretanto, por loucura, decidi começar também esta saga. As Peças Infernais é uma trilogia dos quais os 3 livros estão publicados em português, por isso caso estejam interessados podem adquirir todos em português. Esta trilogia é também pertencente ao mesmo mundo que a saga Instrumentos Mortais. Esta passa-se alguns anos antes da saga dos Instrumentos Mortais.
   A obra teve decididamente um bom começo, não pensei que fosse ficar tão impressionado com o início tão sombrio e grim que teve. Infelizmente essa surpresa não durou muito e foi substituída pelos mesmos clichés de uma obra juvenil. Os amores e mistérios que não são bem mistérios fazem parte da maior parte da obra.
   E no meio disto lá conseguimos extrair pequenas coisas boas como pequenas surpresas no enredo, ou então a esperança de que a autora irá falar de assuntos um pouco mais sérios, e que fariam a obra ganhar mais seriedade. Esta última ficou-se pela esperança, a autora não concluiu isso.
   Um ponto que tenho de dar é do facto de ser "engraçado" ou interessante ver personagens que já conheço dos livros que li da outra saga e ter aqui uma nova versão deles, uma versão nova do que eles são nos outros livros, e o que me dá a entender é que iremos saber nas próximas obras o desenvolvimento das personagens para se tornarem quem são nos livros da saga principal.
   É uma obra que começou bem, a meio desceu consideravelmente a qualidade e depois conseguiu recuperar ligeiramente no fim. Veremos como se sairá no resto da trilogia.
   Boas Leituras... ;)
6/10

André

quarta-feira, 27 de junho de 2018

O Caminho das Mãos - Steven Erikson

   "NO IMPÉRIO MALAZANO, AS LENDAS ESTÃO PRESTES A NASCER… 
   Os exércitos do Apocalipse, liderados pela vidente Sha’ik, assolam o Império Malazano e uma guerra santa deixa um rasto de vítimas e destruição. A liderança militar escolhe um plano audacioso de evacuar os sobreviventes que restam para Aren, a única cidade no continente ainda sob controlo do Império. Por desertos e vastas desolações, milhares de refugiados não têm outra escolha senão participar no êxodo lendário conhecido como A Corrente de Cães.
   No outro lado do continente, uma conspiração está em curso para assassinar a Imperatriz Laseen, e não faltam protagonistas sedentos de vingança ou envolvidos em demandas secretas. Mal sabem eles que todos os caminhos estão inevitavelmente ligados ao Apocalipse que se liberta…"

   Boas Leitores!
   Finalmente já lemos a segunda metade do segundo livro da saga do Império Malazano. Este livro foi lançado à relativamente pouco tempo e em português. Relembro que esta obra é ainda pertencente ao segundo livro da edição original, visto que a edição portuguesa dividiu o segundo livro em dois.
   E gostava de começar pela consideração de dividir o livro em dois. Sinto-me dividido (tal como o livro, que piada). Após ter terminado o livro sinto que se tivesse lido tudo de seguida tinha aproveitado melhor a história. Desta forma li metade do livro em Dezembro do ano passado e só seis meses depois li o resto. Este tempo foi o suficiente para que quando recomeçasse o segundo livro tivesse aquele período de arranque onde tenho de me lembrar quem é quem e onde é que cada personagem ficou, isto é ainda mais agravado pelo facto da obra começar a meio de todas as ações, ficando ainda mais confuso para o leitor.
   Pondo isso de parte falemos do livro em si. Continua com grande parte das características da primeira metade. Descrições violentas e sangrentas não faltam. E antes que pensem que o livro é só isso, não é. E o certo é que estas descrições dão vida (e morte a várias personagens também) à escrita e tornam todo o cenário mais realista, como se o que estivesse em jogo fosse mesmo real.
   E isso reflecte-se também nas personagens. Não temos como não odiar algumas, tal como também não resistimos a torcer por outras. Steven Erikson guia-nos subtilmente pela sua obra puxando os fios certos para catalisar as nossas emoções.
   A escrita reflecte também um mundo complexo, tão complexo que quanto mais se lê, mais complexo fica. Enquanto os leitores pensam que com a leitura vem a compreensão, este autor diz que nem sempre. Se pensam que sabem tudo a respeito de algo daquele mundo, muito provavelmente vão ficar surpreendidos.
   É uma obra que apesar de ter sido marcada por confusão ao lê-la, é por certo uma obra de génio com uma escrita brilhante que produz tudo aquilo que um leitor quer: personagens realistas, um enredo realista e emoções. Caso queiram saber mais sobre o volume anterior desta obra, basta clicarem no seguinte link: Crítica - Os Portões da Casa dos Mortos
   Boas Leituras... ;)
8/10

André

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Magi Vol. 3 - Shinobu Ohtaka

   "Aladdin finds himself among the Kouga tribe, who live deep in the desert far from Qishan. An emissary from the Kou Empire arrives offering peace, but when it turns out to be an offer they can't refuse, things take a turn for the worse. Aladdin learns more about the legend of the Magi and the Rukh, bird-like beings of light, with whom he appears to share a deep connection... "

   Boas Leitores!
   Voltámos a encontrar-nos com Magi a saga de trinta e seis volumes até agora dos quais os três primeiros já foram lidos (este é o terceiro, se não perceberam pelo pequeno três que tem na capa ahah).
   Este terceiro volume tem sentimentos mistos. Por um lado temos apenas a presença de um dos protagonistas, Aladdin, o que significa nada de desenvolvimento de mais nenhuma personagem. Por outro lado o desenvolvimento que ocorre do Aladdin é extenso e combina muito bem com o enredo.
   Comecemos então pelo desenvolvimento dos protagonistas. Este volume é totalmente dedicado a Aladdin, vê-mo-lo a interagir com uma tribo e um império (não quero spoilar mais do que isto) e isso leva a que ele perceba quem é e qual o seu objectivo no mundo. Esta parte dá também ao leitor um melhor entendimento do mundo, e cria também muitas outras questões.
   Todo este arco é quase como um spin-off, no sentido em que parece que não contribui em nada para o arco que era a junção de Aladdin e Alibaba. Excepto que os pequenos pormenores que vão aparecendo vão fazendo as conexões entre os vários arcos, como uma personagem de volumes anteriores estar conectado com a tribo, ou diferentes djinn aparecerem, mas saberem sempre quem é o companheiro de Aladdin.
   E se formos a comparar este volume com o anime continua igualzinho. Enquanto lia, lembrava-me perfeitamente das cenas que aconteciam e do impacto que causaram da primeira vez que as vi. O sentimento continua o mesmo, surpresa em certas partes e riso noutras que são menos sérias.
   Como disse anteriormente só foi pena não haver uma maior continuação quanto à junção do Aladdin com o Alibaba, sinto que o Alibaba foi meio esquecido, mas tenho sempre esperança que apareça no próximo volume. De qualquer das formas, o próximo volume será lido, porque estou ansioso por ele! Caso queiram saber mais sobre os volumes anteriores, basta seguirem o seguinte link: Crítica - Magi Vol.2
   Boas Leituras... ;)
7/10

André